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Quantificação da radiação no pré e pós-operatório em pacientes com neoplasia de pulmão
GABRIELA JACINTO DE SOUZA
Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
Crie um tópicoDada a alta incidência da neoplasia pulmonar no cenário mundial, este estudo tem como objetivo principal quantificar a radiação recebida por pacientes diagnosticados com neoplasia pulmonar no serviço de cirurgia torácica do Hospital de Clínica da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) através da exposição a exames que emitem raios ionizantes e analisar se há excesso na dose de radiação ao qual os pacientes são expostos. Para tanto, foi utilizada a média da dose de radiação recebida por 29 pacientes estudados durante o período de um ano antecedente ao tratamento cirúrgico e 12 meses após.
Apoio/Financiamento da Pesquisa: IC Voluntária
Vinicius Jameli
Olá, Gabriela. Adorei a apresentação. Meus parabéns!
Em minha pesquisa, estudo a fase de planejamento da radioterapia. Nela, é canônico o uso de tomografias computadorizadas antes do tratamento.
Reconheço que a situação é diferente: neste caso, a preocupação com excesso de dose é provinda da própria radioterapia, e a dose da tomografia é quase que desconsiderada. No entanto, gostaria de saber melhor o que seria a requisição dos resultados em "meios digitais", pois aparentemente, ao descartar a TC, fase de planejamento da radio também sofreria mudanças!
Fernanda Della Via
Olá Gabriela, tudo bem?
Primeiramente gostaria de parabenizar você e o grupo pelo trabalho!
Gostaria de tirar algumas dúvidas com você,
A introdução traz que o tratamento da neoplasia pulmonar pode envolver a radioterapia havendo assim uma exposição alta de radiação, porém nos resultados você não comenta nada sobre. Esses dados foram coletados, analisados/comparados?
Vocês pretender avaliar a dose efetiva de irradiação a longo prazo, e tentar relacionar com o risco de câncer?
O resumo está bem escrito, e a apresentação está clara.
GABRIELA JACINTO DE SOUZA
Boa tarde, Fernanda! Obrigada pelo feedback. Quanto a radioterapia, em conversa com o serviço de radiologia, foi decidido em conjunto retirá-la da análise, pois ela por si só apresenta uma dose muito alta de radiação e isso afetaria os resultados. A longo prazo, tínhamos inicialmente interesse em analisar outras estratégias para o uso de exames de imagem, como por exemplo avaliar a necessidade do uso de tomografias semestralmente no pós-operatório.
MARIANA SOEIRO AJONA
Olá, Gabriela. Parabéns pela sua pesquisa. Sua escrita e apresentação foram claras e objetivas. Espero que esses resultados possam nortear novos estudos sobre esse tema tão fundamental.
GABRIELA JACINTO DE SOUZA
Obrigada, Mariana!
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GABRIELA JACINTO DE SOUZA
Olá, Vinicus. Muito obrigada! A requisição de resultados de exames em meios digitais a qual me refiro não implicaria em descarte de exames (incluindo a TC de fase de planejamento da radioterapia). Seria a solicitação, aos serviços que realizaram o exame, da imagem gerada por meio de CDs ou outros meios digitais, uma vez que muitos pacientes chegam a UNICAMP apenas com o laudo ou poucos cortes. Assim, não teríamos a necessidade de solicitar uma nova tomografia e expor o paciente a mais radiação.
Espero ter respondido a questão e estou à disposição para mais questionamentos!
Vinicius Jameli
Aaaaah, entendi!! Eu não tinha ideia de que este tipo de coisa era um problema no dia a dia. Algo tão banal, mas que realmente mostrou fazer uma grande diferença.
Muitíssimo obrigado pela atenção, Gabriela :)