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Estudos cinéticos teóricos do complexo de [Ru(OH2)(tpy)(Himpz)]2+ e de sua espécie ativa [RuO(tpy)(Himpz)]3+ para a reação de oxidação da água (WOC)
GUSTAVO HENRIQUE BARRETO GIMENIS
UNICAMP
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
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Já conhecendo o potencial dos complexos de rutênio como catalisadores para a reação de oxidação da água (WOC), surge a necessidade da busca por compostos de metais da primeira série de transição, onde o custo envolvido no desenvolvimento desses pode ser consideravelmente menor devido a sua maior abundância. O grande desafio é a labilidade dessas espécies quando comparadas aos análogos da segunda e terceira série. Nesse sentido, nosso projeto visa contribuir com a investigação in sílico preliminar de modo a escolher um alvo sintético mais promissor, reduzindo o número de estudos experimentais que possam resultar em moléculas com baixo ou nenhum potencial catalítico.
Apoio/Financiamento da Pesquisa: PIBIC/CNPq
William Moreno Oliva
Oi Gustavo, como vai?
Uma pena que tenha sido necessária a mudança do seu trabalho quase que por completo.
Porém, posso aproveitar essa deixa para te pedir para, na medida do possível, comparar os compostos que você analisou e que pretendia analisar, o que pode te ajudar no desenvolvimento do trabalho com os complexos de rutênio, quando for possível realizá-lo.
Os seus estudos são interessantes e a busca por fontes alternativas de energia é algo bastante importante, sem dúvida a modelagem molecular tem muito a acrescentar nesse sentido.
Obrigado pela apresentação e sucesso para você!
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GUSTAVO HENRIQUE BARRETO GIMENIS
Olá William, tudo ótimo e com você? Muito obrigado pelos questionamentos!
O rutênio possui menores potenciais de oxidação de Ru(II) para Ru(III), logo, espera-se uma maior facilidade para manejar esses complexos ao longo do ciclo catalítico, permitindo selecionar espécies mais lábeis ou menos lábeis de acordo com a necessidade de substituir um ligante ou não.
Sim. Primeiramente em relação a maior facilidade de síntese desses complexos com o ligante em questão em relação ao complexos de ferro macrocíclicos. Segundamente em relação aos menores potenciais de oxidação do rutênio entre suas espécies; e sua menor labilidade em alguns estados, permitindo sucessivas oxidações sem alterações nos ligantes.
Para um mesmo ligante sim, as eventuais diferenças surgirão justamente nos potenciais REDOX e nas faixas de pH para algumas espécies, devido as diferenças cinéticas e termodinâmicas citadas anteriormente.
Para os complexos de ferro especificamente ainda não, essa modelagem foi proposta baseando-se em resultados experimentais de espécies semelhantes. Já os complexos de rutênio são amplamente trabalhados em nosso grupo, trazendo a possibilidade de uma maior integração dos dados teóricos com os experimentais.
Eu que agradeço pelas perguntas pertinentes e pelo seu interesse! Fico disponível para quaisquer outras eventuais dúvidas. Sucesso para você também!