Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
A pesquisa trata-se de uma pesquisa teórica com o objetivo de como podemos levar a educação Ambiente para os ambientes escolares, buscando compreender os fundamentos da crise da racionalidade e adotar um novo comportamento epistêmico que levante questões a respeito dos problemas ambientais e da educação ambiental.
Apoio/Financiamento da Pesquisa: PIBIC-em/CNPq
Alberto Lopo Montalvão Neto
Primeiramente, parabenizo pelo trabalho.
Gostaria de fazer algumas perguntas:
A) Como você pretende desenvolver a pesquisa, em termos teóricos e metodológicos?
B) Quais são os resultados esperados? Explique suas hipóteses.
Desejo um ótimo evento. Abraço.
FELIPE JARDIM SAMPAIO
Olá, meu nome é Felipe e sou aluno de doutorado em Ensino de Ciências pela Unicamp. Inicialmente gostaria de parabenizá-los pelo trabalho e destacar a enorme relevância do tema e também sua urgência, frente aos danos ambientais que enfrentamos e enfrentaremos.
Percebi que o enfoque do trabalho escrito foi o de descrever os referenciais adotados para expandir o debate meio ambiente-escola. No entanto, senti falta de explorar mais os resultados obtidos a partir das discussões e conversas que foram realizadas. Acredito que houve outras produções além do poema e do mapa mental. Aliás a iniciativa de, a partir de um tema tão complexo, se utilizar das artes como forma de entender, compreender e tomar conhecimento sobre o meio ambiente foi uma excelente escolha.
Algumas dúvidas que surgiram pela leitura do trabalho foram:
1) Onde o trabalho foi conduzido? Era com alunos? De qual nível de escolaridade? Apesar de parecer que foi realizado em escola de ensino básico, seria importante conhecer se eram alunos de ensino médio ou fundamental.
2) Em determinado momento do texto, o trabalho cita a intenção de "transformar o conhecimento em senso comum". É isto mesmo? Não seria a intenção de espalhar este conhecimento para que alcance mais pessoas? Senso comum não acaba tendo um outra conotação, no sentido de tornar um conhecimento conhecido por muitos sem os devidos embasamentos científicos?
Novamente parabéns pelo trabalho.
Um grande abraço
LAURA DA SILVA SANTOS
Oie Felipe, boa noite :)
Gostaria de agradecê-lo pelo Feedback, fico feliz que tenha gostado do trabalho iremos nos esforçar para melhorar nos pontos que citou. Mas vamos as dúvidas:
1) O trabalho foi conduzido de forma on-line e remota de nossas próprias casas. Os encontros eram entre alunas do ensino médio e a monitora Raquel.
2) Em relação a frase de “transformar o conhecimento em senso comum” está certa a frase sim. A forma com que pensei não está relacionada a abandonar o conhecimento científico mas sim absorvê-lo de tal forma que se torne tão natural quanto os conhecimentos que nem pensamos em nosso dia a dia. Um dia meu professor disse que aprendemos a teoria de artes para esquecer e fazer naturalmente sem nem pensar e é assim que eu vejo essa transformação. Espero ter conseguido responder as suas perguntas. Obrigada por tudo novamente.
FELIPE JARDIM SAMPAIO
Excelente, Laura. Obrigado pela resposta. Mas novamente insisto em procurar por leituras que tratam das definições de senso comum e conhecimento científico. Acredito que irá enriquecer o seu debate. Um grande abraço!
Davi de Codes
Olá, queridas Brenda, Jackeline, Laura, Raquel e Ana Elisa, como vão?
Sou Davi de Codes, professor de Ciências e Biologia, e também doutorando em Educação na Unicamp. Li e avaliei o lindo e pertinente trabalho de vocês e gostaria de escrever alguns comentários que encaminho a todas vocês. Considerei o trabalho muito bom, bem escrito e fundamentado e muito rico de reflexões para nosso contexto atual. Gostei muito de ver quais os materiais foram usados para disparar as conversas e discussões que vocês tiveram e ainda, gostei demais das produções artísticas e conceituais que vocês criaram a partir dessas discussões. Fiz ao longo do texto, algumas marcações simplórias de português e normas acadêmicas e que posso enviar à vocês por email, caso desejem ([email protected]), mas que nada interferem na potência e riqueza do trabalho. Fiquei muito curioso de saber mais sobre a seção de metodologia, de entender e conhecer um pouco mais sobre cada encontro, quantos foram, e quem participou. Acho que essa seção pode ser enriquecida, até para que os leitores, como eu, possam conhecer mais sobre vocês e suas instituições de ensino. Por fim, gostaria de parabenizar vocês pelo rico trabalho e sigo disponível para auxiliar vocês nessa caminhada formativa e profissional, inclusive, estou curioso para acompanhar outras produções que vierem realizar neste campo da Educação Ambiental.
Grande Abraço,
Davi
LAURA DA SILVA SANTOS
Oi professor Davi, boa noite! Gostaria de agradece-ló pelo feedback e pelas recomendações. Fico feliz de que tenha gostado do trabalho, fizemos com tanto carinho, e de forma que todos que ler possa entender o objetivo. Os encontros aconteciam de forma on-line todas as sextas-feiras, onde participava as alunas Brenda, Jackeline e Laura ambas estudantes do ensino médio de escolas públicas, com a nossa monitora Raquel. Agradeço pela disponibilidade. Tivemos esses encontros por um ano de forma flexível a rotina de cada participante e debatemos temas que víamos em nosso cotidiano de forma que compreender o assunto estudado se tornou muito mais fácil e orgânico. Te enviaremos um e-mail a respeito das marcações obrigada por elas inclusive. Qualquer coisa estou a disposição para responder.
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LAURA DA SILVA SANTOS
A) Acredito que podemos utilizar a mesma metodologia que tivemos no Pibic EM, expandindo o debate com textos, campanhas, documentários ou utilizar filmes indicados pelos próprios alunos e também utilizar as mídias sociais por serem os meios mais acessados pelos jovens ou até mesmo projetos que promovam rodas de conversas semanais nas próprias comunidades escolares para debater sobre o que foi visto, escutar a opinião de cada um para que o conhecimento seja adquirido e atos de conscientização em toda população a respeito da importância do meio ambiente sejam propagados.
B) Esperamos concientizar as pessoas de preferência a público jovem, para poder criar uma sociedade mais consciente podendo ter acesso livre aos seus direitos e deveres e acabar com o estereótipo de que o debate sobre o meio ambiente é irrelevante.
Alberto Lopo Montalvão Neto
Obrigado pelas respostas Laura. Desejo uma ótima continuidade em seus estudos. Abraço.