CORPO, MOVIMENTO E VISUALIDADE: um processo híbrido de criação em dança contemporânea

Vol 4 2021 - 136979
Trabalho
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Resumo

O projeto "Corpo, movimento e visualidade: um processo híbrido de criação em dança contemporânea" tem caráter teórico-prático e se propõe a investigar um processo híbrido de criação em dança contemporânea, que parte da experimentação de relações entre corpo, movimento e visualidade, tendo como referencial estético-poético-inventivo obras de Lygia Clark, Lygia Pape e Hélio Oiticica. Na pesquisa, o corpo-sensível entra em contato com materialidades percebidas nos trabalhos dos propositores neoconcretistas, como tecido, papel e plástico, através de procedimentos de sensibilização corporal e da ativação do imaginário. Foram convidadas para a realização de provocações e contribuições artísticas as artistas da dança Taiana Ferraz, Camila Almeida e Ana Mi, com o intuito de aprofundar a pesquisa criativa e trazer atravessamentos que ampliassem as potencialidades desse projeto. A partir da análise dos trabalhos de Clark, Pape e Oiticica e dos diálogos pele-plástico-luz, por exemplo, foi criada uma série de videodanças chamada "estudos para dança[s] de plástico", na qual também acontece uma experimentação de sonoridades eletrônicas e edição de vídeo. Com o objetivo de apresentar um experimento cênico final ao vivo, o pesquisador-intérprete tem investigado possibilidades de construção minuciosa de imagens e de narrativas, tensionando a plataforma de videochamadas Zoom e suas ferramentas para criar uma dança experimental possível no contexto de virtualidade em que estamos inseridos.

Apoio/Financiamento da Pesquisa: PIBIC/CNPq

Questões (4 tópicos)

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Victor Isidro Lopes

Querido! Agradeço demais por tudo, por esse feedback tão sensível e por sempre me acompanhar! Beijos. 

Autor

Victor Isidro Lopes

Agradeço muito, querida! Espero que possamos trocar mais figurinhas futuramente. Um beijo!

Autor

Victor Isidro Lopes

Oi Shay! Agradeço demais pelo retorno! A dramaturgia do trabalho final [membranas] foi se construindo aos poucos, junto das imagens que se formavam durante as práticas em laboratório. Vem de uma super mistura de referências, tanto dos artistas neoconcretistas quanto da cultura pop, da cultura clubber, dos Dzi Croquettes e por aí vai... Eu sinto que essa dramaturgia é bem aberta, ainda num lugar bem experimental - e intuitivo - ao mesmo tempo que ela também é amparada pela trilha sonora e pela ordem em que as imagens vão aparecendo na tela. Para mim, o mote dramatúrgico é proporcionar um mergulho dentro de uma ficção que foi criada pelas relações, pelos diálogos, pela tensão de todos os elementos: corpo, plástico, luz, trilha, câmeras, tela, Zoom... acho que ainda estou num processo de reflexão de tudo, descobrindo e redescobrindo camadas desse trabalho. Te convido para dar uma olhada no meu canal do YouTube (youtube.com/vicklopes), lá você poderá assistir ao [membranas] e aos outros vídeos que produzi durante a pesquisa, adoraria trocar com você. Até mais, espero ter conseguido te responder :)

Shay Soares

Obrigada pela resposta!

Vou procurar o teu canal no youtube

:)

Autor

Victor Isidro Lopes

Querido Gabriel, agradeço pelo lindo comentário e principalmente por colaborar tanto com essa pesquisa! Um beijo!

Instituições
  • 1 UNICAMP
  • 2 Unicamp
Eixo Temático
  • ARTES
Palavras-chave
processo criativo
dança contemporânea
artes integradas