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Características epidemiológicas e fatores de risco do acidente escorpiônico na região de abrangência do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas
CARINA AKEMI TAKEHARA
UNICAMP
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
Crie um tópicoObjetivo: relatar a distribuição epidemiológica dos acidentes escorpiônicos na região de abrangência do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas/SP (CIATox) e determinar os fatores de risco relacionados com a gravidade dos casos. Metodologia: estudo descritivo, transversal e retrospectivo, realizado com todos os pacientes atendidos presencialmente pelo CIATox, que sofreram acidente escorpiônico, no período de 01 de janeiro de 2015 até 31 de dezembro de 2019. Foi realizada análise descritiva e inferencial.. Resultados: Foram analisados 754 casos com idade média de 36,05 anos, sendo a maioria do sexo feminino, com acidentes não ocupacionais ocorridos na zona urbana. O escorpião identificado com mais frequência foi o Tityus serrulatus. Os fatores de risco encontrados para maior gravidade do acidente foram faixa etária até 19 anos e atendimento inicial em outros serviços de saúde. Conclusão: este estudo traz elucidações sobre as faixas etárias de risco mais elevado para gravidade do acidente escorpiônico. A faixa etária até 19 anos deve ser usada como fator preditivo de gravidade na avaliação clínica dos pacientes picados por escorpião para realização de manejo adequado dos casos, assim como o atendimento inicial.
Apoio/Financiamento da Pesquisa: SAE/UNICAMP
Priscila Orlandini
Olá Carina, tudo bem?
Parabéns pelo seu trabalho, é um tema muito relevante e importante. Seu texto é claro e explicativo, adorei a pesquisa.
Isabela Viotto Conti
Olá Carine. Minha dúvida é por que a incidência de acidentes é maior na zona urbana do que rural?
CARINA AKEMI TAKEHARA
Bom dia Isabela, como vai ?
Nos últimos anos foi possível observar um aumento importante no número de casos de acidentes escorpiônicos, tanto na zona rural quanto na urbana. O escorpião, em especial o da espécie Tityus serrulatus boa adaptação ao meio urbano e reprodução partenogenética o que explica a rápida disseminação. Além disso os escorpiões tem capacidade de sobreviver por longos períodos sem alimento apenas com água, alguns estudos mostraram que eles tem seguido os caminhos de rios e esgotos urbanos.
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CARINA AKEMI TAKEHARA
Bom dia Priscila ! Como vai ?
Fico feliz que tenha gostado do trabalho. Obrigada pelos elogios !