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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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GUSTAVO HENRIQUE BARRETO GIMENIS e outra pessoa responderam o tópico "Comentários e Questões"

Publicação: Estudos cinéticos teóricos do complexo de [Ru(OH​2)(tpy)(Himpz)]2+​ e de sua espécie ativa [RuO(tpy)(Himpz)]3+​ para a reação de oxidação da água (WOC)

Oi Gustavo, como vai?

Uma pena que tenha sido necessária a mudança do seu trabalho quase que por completo.

Porém, posso aproveitar essa deixa para te pedir para, na medida do possível, comparar os compostos que você analisou e que pretendia analisar, o que pode te ajudar no desenvolvimento do trabalho com os complexos de rutênio, quando for possível realizá-lo.

  • Você pode comentar, pois, que tipos de diferença de comportamento - considerando propriedades eletrônicas e eletroquímicas - você espera entre os complexos análogos de ferro e de rutênio utilizando o ligante (Himpz)?
  • Você espera que os complexos de rutênio tenham performance mais favorável frente à reação de oxidação da água? Por que?
  • Você espera que o diagrama de Pourbaix dos compostos de rutênio sejam semelhantes aos de ferro? Quais eventuais diferenças são previstas?
  • Por fim, você tem dados experimentais (ou planos em obtê-los) para acrescentar à sua abordagem teórica?

Os seus estudos são interessantes e a busca por fontes alternativas de energia é algo bastante importante, sem dúvida a modelagem molecular tem muito a acrescentar nesse sentido.

Obrigado pela apresentação e sucesso para você!

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TATHIANE MARX SEQUINHO respondeu o tópico "Dúvidas gerais"

Publicação: DESENVOLVIMENTO DE GÉIS MISTOS PARA VEICULAÇÃO DE BIOATIVOS EM SISTEMAS ALIMENTARES

Tathiane, parabéns pelo trabalho!

Gostaria ainda de esclarecer alguns pontos:

1) Quais as vantagens e desvantagens dos métodos diretos e indiretos de produção dos oleogéis? Em que cenário o indireto seria recomendado ao invés do direto?

2) Para a indústria farmacêutica ficou mais clara a vantagem da utilização dos bigéis mas para a alimentícia ainda não. Poderia explicar melhor como eles são mais interessantes e estáveis quando comparado aos géis puros?

3) Após a extensa revisão bibliográfica feita, como faria a seleção dos bioativos, polissacarídeos, proteínas e óleos? 

4) Que parâmetros de processo considera mais relevantes para a produção dos bigéis e que características devem ser avaliadas nestes materiais?

5) Qual (ou quais) acredita que seja a maior limitação da utilização dos bigéis na indústria alimentícia?

6) Qual(is) o(s) principal(is) desafio(s) enfrentado(s) na realização do trabalho?

Muito obrigada pela atenção e espero que consiga realizar o trabalho experimental em breve (se ainda quiser, claro)!

 

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Gabriela Borba Mondo respondeu o tópico "Questões gerais"

Publicação: PROPRIEDADES MECÂNICAS E DE BARREIRA EM FILMES DE QUITOSANA ADITIVADOS COM LIMONENO

Olá Mateus! Primeiramente parabéns pelo trabalho, é ótimo ver trabalhos buscando o reaproveitamento de materiais que seriam "lixo" acumulado. Além disso, gostaria de deixar os parabéns pela sua apresentação em vídeo que está muito clara (eu só recomendaria para as próximas que incluísse uma pequena apresentação inicial, comentando seu nome e qual a sua área). Gostaria de fazer algumas perguntas que talvez sejam simples, mas só para compreender melhor. Primeiro é uma questão da metodologia mesmo: Porque o limoneno é adicionado somente depois do processo de agitação da solução que prepara o filme controle? (para o controle são 6h a 50ºC, depois é degaseificado e feito o filme, no com limoneno são 6h a 50ºC, adição do limoneno e Tween e mais uma hora) Porque não fazer tudo junto? E mesmo fazendo separado, porque a adição de limoneno é feita a temperatura ambiente? (é a temperatura ambiente certo?) E qual seria a função do Tween nessa adição do limoneno? A concentração do Tween é igual em todos os filmes?

Uma outra questão é sobre as aplicações: a quitosana já é aplicada a algum tipo de filme, em embalagens, ou em que tipo de aplicação ou ainda está sendo estudada? Se ainda estiver sendo só estudada, quais seriam os principais obstáculos para seu uso? O primeiro filme que me vem a cabeça pensando em embalagem alimentícia seria o filme de PVC muito vendido em mercado, mas existem uma infinidade de outras embalagens alimentícias. De que tipo de embalagem estaria visando para a quitosana?

Gostei muito de ver os gráficos de FT-IR, DRX e UV-Vis dos filmes. Ficou bastante claro, e imagino que você tenha avaliado bem esses dados, mas uma coisa que me chamou atenção a primeira vista foi o pico aparentemente mais intenso em 11.3º no LM30 em relação a todos os outros filmes. Essa diferença é significativa ou não? Poderia indicar que de alguma forma 30% de limoneno esteja ajudando uma parte em fase cristalina? Isso seria bom ou ruim para a sua aplicação? Nesse mesmo filme parece ter algo em ~17º e ~19º, ou isso também é algo não significativo? Eu não sou muito familiarizada com a técnica de DRX, por isso pergunto.

Eu também não sou familiarizada com testes de permeabilidade de vapor de água, qual seria a diferença entre TPVA e PVA? Um é taxa e outro é coeficiente, mas o que eles representam exatamente dessa permebilidade?

Por fim, vi que você comenta que teve uma redução (ainda que pequena) das propriedades mecânicas com a adição do limoneno na parte de resultados, mas nas conclusões comenta que não varia as propriedade mecanicas e na permeabilida a vapor de agua, mas não ficou muito claro pra mim é o que seria desejável para a aplicação proposta? Um aumento ou diminuição dessas propriedades? e porque? A diminuição da transmitância de luz através de um filme ficou claro para mim que é desejável e também o porque.

Meus parabéns novamente, e saiba que eu ter feito muitas perguntas é um sinal de que você conseguiu passar a relevância do seu trabalho e apresentar seus resultados de forma clara, de forma que eu consegui compreender. Então parabéns! =D

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Gustavo Rodrigues respondeu o tópico "Comentários e Questões"

Publicação: Estudos in silico e experimentais das propriedades "druglike" de complexos de Au(I) com base na regra dos 5 de Lipinski

Oi Gustavo!

Parabéns pelo seu trabalho! Posso notar que você é bastante criterioso com os parâmetros e com a metodologia utilizado nos seus cálculos, algo muito importante em trabalhos teóricos.

Também é importante não perder de vista os significados das suas simulações e, pela discussão apresentada, acredito que você esteja na direção certa.

Você pretende fazer também trabalhos experimentais e integrar teoria e prática? Ou não tem essa intenção? 

Deixo, ainda, alguns outros questionamentos:

  1. Você menciona as "Propriedades eletrônicas únicas do Au(I)". Você pode comentar quais seriam essas propriedades e se elas ocorrem somente nesse estado de oxidação específico do ouro?
  2. Ainda sobre essas propriedades eletrônicas: como elas se relacionam com os seus ligantes de interesse? Por exemplo, qual a natureza da ligação Au-C no complexo com IMes ou da ligação Au-P no complexo com trifenilfosfina?
  3. Algum outro átomo ou íon metálico poderia desempenhar a função que você espera do Au(I)? Quais seriam potenciais benefícios ou prejuiízos dessa substituição?
  4. Logo no título, porém somente nele, você menciona a Regra dos 5 de Lipinski. Você pode comentar sobre ela e como ela é relevante para o seu trabalho? Vocês não chegaram a fazer estudos com drogas oralmente ativas ou algum dos compostos que você mostra já apresenta (ou espera-se que apresente) tal atividade?

Agradeço pela apresentação e pela atenção! Sucesso para você! 

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VITORIA VENTURA e outra pessoa responderam o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: Determinação do coeficiente de partição solução-sólido (Kd) do U e do Th em um latossolo para uso na modelagem de adsorção e transporte de U e Th pelo modelo PHREEQC

Vitória, bom dia. Sou um dos seus avaliadores. Parabéns pelo seu excelente trabalho, e excelente apresentação. Dá par ver bem claramente pela segurança e densidade da sua apresentação que você se dedicou muito ao seu tema e a execução do seu trabalho de iniciação científica. 

Se você permitisse, gostaria de fazer uma sugestão: vendo sua apresentação, me pareceu que o foco central do seu trabalho é comparar como se dá a partição do U e Th em um solo de uma área onde existe intensa atividade de mineração de minério com presença importante desses dois elementos, com outra em que não existe atividade de mineração de minérios com presença importante desses elementos. Ou seja, me parece que o elemento central do seu trabalho é discutir a possível influência da atividade de mineração no coeficiente de partição de U e Th dos solos e, de forma mais ampla, no próprio solo. Eu sugeria você considerar incluir essa informação no título do seu trabalho (por exemplo: Análise da potencial influência da mineração em propriedades de solos: análise do coeficiente de partição...), caso siga trabalhando trabalhando com o tema em outros formatos (uma nova IC, seu TCC, ou seu mestrado - e espero que você siga trabalhando, é bem nítido que você é muito dedicada, e seu tema é muito interessante). Digo isso pois muitas pessoas consideram se vão olhar ou não em mais detalhe um trabalho após a leitura do título. Assim, uma pessoa interessada no tema dos possíveis efeitos da mineração nos solos e no ambiente poderia acabar passando por seu trabalho e não parar para olhar ele com mais atenção, ainda que você traga informações e discussões relevantes sobre o assunto, pois pelo título elas não perceberiam isso.

 

Tive também uma dúvida: na sua apresentação, você menciona que escolheram para comparação um Latossolo "parecido" com o da área próxima a mineração. Quais foram exatamente os critérios para determinar essa semelhança? Por exemplo, os dois latossolos tem materiais parentais semelhantes? Ou existiria alguma diferença nos materiais parentais que talvez possam ter alguma interferência em considerar os dois solos análogos entre si, e assim permitir essa comparação entre eles - um deles afetado pela influência da mineração com minérios ricos em U e Th, e outro não?

 

Espero que você siga trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

Obs - Vitoria, eu tomei a liberdade de converter o seu arquivo PDF para DOC e ir fazendo nele alguns comentários e sugestões enquanto lia. Não consigo, porém, enviar aqui pela plataforma (não sei se a plataforma não tem esse recurso, ou se sou eu que não sei usa-la direito). Você poderia me passar um e-mail, por onde eu poderia enviar o seu texto com os comentários, caso queira dar uma olhada neles?

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Mariana Harue Taniguchi Nagahara e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas gerais"

Publicação: Aplicação da Impressão 3D na Fabricação de dispositivos Microfluídicos com Geometrias Complexas

Parabéns, Taíssa! O trabalho escrito e a apresentação estão ótimos e você estudou temas muito atuais e de muita relevância! Espero que também tenha gostado do seu trabalho!

Gostaria ainda de esclarecer alguns pontos:

1) Você sabe que resolução de impressão consegue atingir com a impressora utilizada? Isso poderia ser uma limitação para a produção de dispositivos microfluídicos de geometrias mais complexas?

2) Qual seria o intervalo de temperatura em que seu dispositivo pode ser utilizado, sem comprometer a estrutura produzida?

3) Na sua opinião e considerando o controle de temperatura, seria melhor ter dispositivos com vários andares ou vários dispositivos com menos andares em série?

4) Existe algum cenário em que você recomendaria a utilização do dispositivo fabricado com o PLA condutor, apesar do custo mais elevado e de não ser transparente?

5) Qual(is) o(s) maior(es) desafio(s) para a utilização dos dispositivos para sínteses?

Muito obrigada pela atenção!

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Mariana Harue Taniguchi Nagahara e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas gerais"

Publicação: Incorporação do resíduo do processamento de uva em filmes comestíveis e biodegradáveis

Breno, parabéns pelo trabalho! Tanto o trabalho escrito quanto a apresentação estão muito bons!

Gostaria de tirar algumas dúvidas:

1) Filmes de amido já são utilizados na indústria alimentícia? Qual(is) seria(m) o(s) maior(es) desafio(s) para a implementação dos filmes com as antocianinas?

2) Existem outras caracterizações do material produzido que seriam interessantes, tendo em vista a utilização como embalagem bioativa?

3) Você conseguiria quantificar o quanto de antocininas foi liberado nos meios utilizados como simuladores de alimentos gordurosos e aquosos? Teria como comparar com um valor de referência que seria interessante, por exemplo, para armazenar carne, como mencionado em outros tópicos?

4) De forma geral, compostos antioxidantes naturais são muito instáveis e podem perder sua atividade na presença de luz, quando expostas ao ar ou à temperaturas mais elevadas. Isso seria um problema no seu caso? Se sim, esse problema pode ser contornado de alguma forma?

Muito obrigada pela atenção!

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MARIA VITÓRIA BORTOLAN DANTAS e outra pessoa responderam o tópico "Curiosidades"

Publicação: Análise morfológica e geoquímica de coprólitos de assembleia fossilífera em tempestito distal da Formação Corumbataí (Permiano, Bacia do Paraná - São Paulo).

Olá, Maria Vitória! Parabéns pelo trabalho! Muito interessante ver a quantidade de morfologias de coprólitos que vocês encontraram dentro do tempestito. Realmente são descrições bastante minuciosas e imagino que tem muito trabalho envolvido. Fiquei me perguntando algumas coisas. Por exemplo: (i) Como que o ambiente influencia no grau de achatamento dos coprólitos? (ii) Vocês associam os coprólitos a quais animais? Agora, uma pergunta um pouco fora do escopo do seu trabalho, mas talvez ainda relacionada: (iii) será que existe relação entre processos deposicionais e certos morfotipos de coprólitos? Por exemplo: ondas de tempestade depositam morfotipos mais erodidos (subarredondados) enquanto ondas de tempo bom preservam morfotipos mais preservados (espiral ou estriado, por exemplo). Se existir, então a análise de coprólitos pode ser útil em dados onde estruturas geradas por tempestade não são preservadas ou visíveis (como dados de furos de sondagem). Enfim, muito interessante e parabéns novamente a você e suas orientadoras :)

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GABRIELA CORREIA MENDES DA COSTA e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas"

Publicação: Estudo de vida de prateleira de pitaya “ready-for-eat” (RFE) usando espectroscopia NIR

Oi, Gabriela! Tudo bem?

Parabéns pelo excelente projeto! Muito interessante!

Tenho umas perguntinhas sobre ele.

1. Você chegou a realizar os modelos para os parâmetros descritos no texto, como acidez titulável, ºBrix, umidade, etc.? Quais foram os resultados?

2. Você testou outros pré-processamentos? Acredito que a primeira derivada pode ser bem interessante nessa aplicação e nesse tipo de dado.

3. Você pensou em aplicar algum modelo (SIMCA ou PLS-DA, por exemplo) para classificar as amostras de acordo com o tempo de armazenamento?

4. Quantas amostras de pitaya você usou nesse estudo?

Grande abraço,

Victor

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YASMIN NASCIMENTO SALMAZO e outra pessoa responderam o tópico "Obtenção da Enona"

Publicação: Funcionalização de Ligações C—H em Estágio Avançado: Oxidação Alílica do Esteviol

Otimo trabalho, Yasmin. Fiquei curioso com seu trabalho e fui olhar a referência que você cita de Lou (imagino que seja o seguinte DOI: 10.1021/acs.jmedchem.5b00208). Notei que a abordagem de vocês na formação da enona é substâncialmente diferente. No caso você precisou transformar o acido no ester, algo que Lou fez somente depois da oxidação alilica. Como você pode evidenciar ainda mais as vantagens da abordagem que vocês desenvolveram?
P.S.: Recomendo colocar as referências no slide no qual você fala delas. Quando sua apresentação desperta curiosidade o ouvinte ja sabe o que pesquisar. 

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MARINA FERREIRA MAXIMO respondeu o tópico "Perguntas gerais"

Publicação: Fotopolimerização de hidrogéis liberadores de óxido nítrico baseados em N-isopropilacrilamida e ácido acrílico

Oi Marina, parabéns pelo seu trabalho! Acho que ficou muito bem contextualizada a importância de se preparar materiais desse tipo. Uma pergunta: você poderia me explicar melhor as vantagens de se utilizar NO em curativos? E você chegou a avaliar isso ou seria uma tarefa futura para o trabalho? A presença da responsividade ao pH e à temperatura teria alguma importância, pensando em uma ferida cutânea? Além disso, fiquei curioso pela razão dos hidrogéis sem ácido acrílico entumecerem menos. Você tem alguma explicação para isso? 

Muito obrigado! 

 

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ISABELA NUNES CAVALCANTE e 2 outras pessoas responderam o tópico "Comentários e Questões"

Publicação: Influência de Solventes no Estudo de Nanomateriais de Conversão Ascendente em Solução

Oi Isabela, como você está?

Parabéns a você e a seus orientadores pelo trabalho.

Senti falta do seu vídeo-pôster! Acredito que ele poderia enriquecer a sua apresentação e também realçar a sua desenvoltura ao tratar do tema, uma vez que em um congresso presencial você teria justamente tal exercício.

Faço comentários baseados somente no seu resumo, pois.

No seu texto, algumas sentenças são muito longas e alguns trechos poderiam ser mais bem organizados, de modo a tornar o texto mais coeso e direcionar melhor o entendimento. Isso me parece decorrer de traduções e/ou dificuldades em adequar alguns termos ao português, o que é algo comum.

Perguntas:

  1. Na composição das nanopartículas utilizadas, a dopagem da matriz de tetrafluoreto de ítrio e sódio se dá com 20 % de Yb(III) e 2 % de Er(III). Por que os íons Yb(III) estão presentes em quantidade tão superior?
  2. A figura 2 mostra a imagem de microscopia eletrônica de varredura com partículas de mais de 814 nm de tamanho (valor especificado no texto), quase no limiar entre as escalas nano e micro. Estes parecem ser, na verdade, agregados de nanopartículas.

    Como você explica a formação destes agregados?

  3. São mencionados critérios a serem avaliados na escolha dos solventes para dispersão das nanopartículas.

    Você poderia dizer o que a levou a decidir por hexano e DMF, visto que apresentam propriedades tão distintas entre si?

    Ainda: os seus resultados de fato refletem essas diferenças. Que outros solventes você recomendaria a alguém interessado a trabalhar com pinças ópticas de tais nanopartículas e por que?

  4. Dentre as “muitas possíveis interpretações a respeito da influência dos solventes nas observações e caracterizações dessas nanopartículas”: qual dessas potenciais interpretações você destacaria?

    Baseado nesse destaque, que tipo de simulação você faria para concluir sobre esta ideia?

Ademais, a produção de um artigo científico e apresentação em congressos internacionais apenas atestam a qualidade do trabalho, bem como a continuação deste estudo em outro projeto mostra a sua relevância para a área.

Sucesso para você, Isabela!

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ALEXIA LANZA NUNES e 2 outras pessoas responderam o tópico "Comentários e Perguntas"

Publicação: Suprapartículas luminescentes como potenciais sensores multifuncionais

Oi Alexia, tudo bem?

Já de início, te digo que gostei bastante do seu trabalho e de como você o apresentou, tanto o texto quanto o vídeo-pôster. Ao mesmo tempo em que essas duas produções trazem, individualmente, a ideia completa do seu estudo, elas também se complementam ao explicar e ao mostrar o que foi feito e o que foi depreendido das análises. Isso é muito bom!

Ainda, em especial no resumo, eu pude notar que você fez uma análise detalhada dos resultados e das possibilidades que eles trazem, buscando esclarecer os sinais observados e relacionando-os com a metodologia utilizada, de modo a encontrar as respostas que mais fazem sentido no seu contexto. Acredito que foi um trabalho que te trouxe bastante conhecimento e exercício do método científico, um dos tratos mais importantes de uma iniciação científica.

Trago também algumas perguntas e comentários buscando aguçar o seu entendimento:

1) A formação de aglomerados controlados de nanopartículas é uma abordagem muito interessante e eu diria que não tão comum.

Você já ouviu falar em um campo de estudo chamado Química Supramolecular? Ele já rendeu um prêmio Nobel destaca construções de hierarquias moleculares cuja organização se dá principalmente por meio de interações intermoleculares.

Como você avalia as interações intermoleculares nas suas suprapartículas? De que natureza são as interações que mantém as nanopartículas juntas?

2) Qual o diferencial das matrizes de vanadato em comparação, por exemplo, a matrizes de fluoretos (ou de tetrafluoretos) de terras raras, também bastante comuns em trabalhos com nanopartículas destes elementos?

Pergunto tanto em termos de estrutura quanto em relação às propriedades espectroscópicas.

3) O trabalho parece ter sido focado principalmente na síntese e na caracterização estrutural do sistema que vocês planejaram.

Que fatores pesaram na escolha do conjunto de íons que fazem parte das suas matrizes? Como você explica que a excitação ocorra em comprimentos de onda mais longos (de menor energia), no infravermelho, e as emissões ocorram na na região do visível? 

O que determinou os comprimentos de onda de excitação escolhidos? Foram necessários realizar espectros de absorção ou de excitação para determiná-los?

Aliás, qual seria a diferença entre um espectro de absorção e um espectro de excitação?

Sugestões:

No sistema NP3, talvez o emprego de um tempo de síntese um pouco maior produza nanopartículas com melhor cristalinidade – ou, ainda, talvez o excesso de outros sais no sistema tenha atrapalhado a formação dos cristais de interesse.

Em um espectro de infravermelho, a escala no eixo X comumente é o número de onda (cm-1) e não número de “ondas” (assumo que seja apenas um erro de digitação, mas achei válido notar).

Recomendo também as atribuições dos sinais observados na difração de raios X, nos espectros de infravermelho e também nos espectros de luminescência já nas próprias figuras. Você menciona esses significados na parte escrita, mas é importante que as figuras que você mostra sejam autossuficientes nesse sentido.

Pode parecer muita coisa, mas que no fim fique, como eu disse no começo, os meus elogios ao seu trabalho. Ele foi muito bem feito e só tem a melhorar! Sucesso na sua carreira!

Fico a disposição!

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Maria Fernanda Tejada Begazo e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas sobre sensores"

Publicação: SENSORES EM AMBIENTES DE ROBÓTICA PEDAGÓGICA - Sala com Controle de acesso e fluxo de pessoas

Saudações aos autores, parabenizo-os pelo projeto, pois foi uma apresentação ótima e bem explicada. Ele tinha dúvidas se os dois autores realizaram o projeto juntos ou se ele foi dividido. Se foi dividido, gostaria de saber quais partes cada um interpretou.

A primeira pergunta é por que eles escolheram trabalhar com dois tipos diferentes de sensores e quais problemas eles tiveram ao trabalhar com um sensor de luminosidade e ultrasónico. Na parte do software, houve problemas ao calibrar os sensores e quais foram?

Tenho uma sugestão para projetos futuros, o trabalho seria melhor do que na parte do enunciado o problema para indicar onde a informação foi obtida (bibliografia). Reitero minhas felicitações aos autores pelo trabalho inovador que realizaram nesta época de pandemia.

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Daniel Ferreira Machado respondeu o tópico "Sugestão"

Publicação: Teoria de Valores Extremos Aplicada ao Estudo de Ondas de Calor

Boa noite. Primeiro, gostaria de parabenizar todo o grupo de alunos pelo excelente trabalho de pesquisa e pela escolha do tema, que é de extrema relevância nos dias atuais. A leitura estava bem convidativa e bastante agradável. Além disso, atualmente, estes eventos de ondas de calor estão bem mais frequentes e duradouros no nosso cotidiano, bem como destacaram no texto. Só queria fazer uma ressalva, nada alarmante, quando vocês destacam (final da pág. 03) que:

''A primeira coisa a ser notada e que para usar o ”extRemes” é necessário escolher entre usar estimadores por máxima verossimilhança ou pela função geradora de momentos L. Para este conjunto de dados só é possível ser feito pelo estimador de máxima verossimilhança.''

Bom, aqui poderiam ter colocado uma breve explicação do porque, para esse conjunto de dados, NÃO é possível ser feito pela Função Geradora de Momentos L. Daí, eu pergunto, qual seria um dos principais motivos para que isso não funcionasse?

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Daniel Ferreira Machado respondeu o tópico "Importância da pesquisa"

Publicação: Estudo da direção de chegada de raios cósmicos ultraenergéticos à Terra utilizando simulações de Monte Carlo

Boa tarde, Gabriela. Primeiro, gostaria de parabenizá-la pelo excelente trabalho de pesquisa. Pelo visto é um trabalho bem complexo, mas que foi muito bem estudado por você. Bom, matematicamente falando, fiquei curioso com uma coisa, a Figura 1 do seu resumo ilustra raios cósmicos primários atingindo a Terra e gerando chuveiros de partículas na atmosfera, que seriam milhões de raios cósmicos secundários (me corrija se eu estiver falando besteira), posto isso, minha curiosidade é se tem alguma possibilidade (forma) de determinar a quantidade, mais exata, de raios cósmicos secundários que formam um chuveiro atmosférico, ou até mesmo, a quantidade de raios cósmicos secundários por área? Por exemplo, seria possível dizer quantos raios cósmicos secundários atingem uma área de 100 Km^2, apenas um exemplo.