Feed de Atividades

Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
Outros

BRUNA MARIA DE OLIVEIRA DORTA respondeu o tópico "Duvida sobre a escolha entre as espécies"

Publicação: CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E EXTRAÇÃO DA CELULOSE DO COLMO DE BAMBU VISANDO APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS

Olá Bruna,

tudo bem?

Primeiro gostaria de te parabenizar pelo seu trabalho! Você fez bastante coisa e teve resultados muito bons!

Sou uma das avaliadoras do seu trabalho. Não tenho muitas dúvidas, você foi bem clara e consistente.

Apenas surgiu uma questão sobre a escolha do bambu com maior teor de celulose. Você caracterizou ambas as espécies e obteve o teor de hemicelulose e lignina. E mesmo o teor de celulose sendo maior no B. vulgaris, o conteúdo de lignina também foi maior. Na minha opinião, seria interessante num trabalho futuro avaliar a extração da espécie D latiflorus também para avaliar qual seria mais vantajoso.

A minha questão então seria: Vocês chegaram a cogitar a escolha da espécie para a extração de compostos pelo teor de lignina e hemicelulose ao invés do teor total de celulose?

De novo, parabéns pelo seu trabalho!

Att

Bruna

 

Outros

ISABELA NUNES CAVALCANTE respondeu o tópico "Comentários e Questões"

Publicação: Influência de Solventes no Estudo de Nanomateriais de Conversão Ascendente em Solução

Oi Isabela, como você está?

Parabéns a você e a seus orientadores pelo trabalho.

Senti falta do seu vídeo-pôster! Acredito que ele poderia enriquecer a sua apresentação e também realçar a sua desenvoltura ao tratar do tema, uma vez que em um congresso presencial você teria justamente tal exercício.

Faço comentários baseados somente no seu resumo, pois.

No seu texto, algumas sentenças são muito longas e alguns trechos poderiam ser mais bem organizados, de modo a tornar o texto mais coeso e direcionar melhor o entendimento. Isso me parece decorrer de traduções e/ou dificuldades em adequar alguns termos ao português, o que é algo comum.

Perguntas:

  1. Na composição das nanopartículas utilizadas, a dopagem da matriz de tetrafluoreto de ítrio e sódio se dá com 20 % de Yb(III) e 2 % de Er(III). Por que os íons Yb(III) estão presentes em quantidade tão superior?
  2. A figura 2 mostra a imagem de microscopia eletrônica de varredura com partículas de mais de 814 nm de tamanho (valor especificado no texto), quase no limiar entre as escalas nano e micro. Estes parecem ser, na verdade, agregados de nanopartículas.

    Como você explica a formação destes agregados?

  3. São mencionados critérios a serem avaliados na escolha dos solventes para dispersão das nanopartículas.

    Você poderia dizer o que a levou a decidir por hexano e DMF, visto que apresentam propriedades tão distintas entre si?

    Ainda: os seus resultados de fato refletem essas diferenças. Que outros solventes você recomendaria a alguém interessado a trabalhar com pinças ópticas de tais nanopartículas e por que?

  4. Dentre as “muitas possíveis interpretações a respeito da influência dos solventes nas observações e caracterizações dessas nanopartículas”: qual dessas potenciais interpretações você destacaria?

    Baseado nesse destaque, que tipo de simulação você faria para concluir sobre esta ideia?

Ademais, a produção de um artigo científico e apresentação em congressos internacionais apenas atestam a qualidade do trabalho, bem como a continuação deste estudo em outro projeto mostra a sua relevância para a área.

Sucesso para você, Isabela!

Outros

Simone Oliveira e 2 outras pessoas responderam o tópico "Dentes e Chá preto"

Publicação: Efeitos da padronização de cor com chá preto no esmalte dental bovino previamente ao clareamento com peróxido de hidrogênio 35%

Olá Samuel! Tudo bem? Parabéns a toda a equipe pelo estudo!!

Achei seu trabalho muito importante e certamente servirá de orientacao para trabalhos futuros que avaliem propriedades ópticas e estruturais do esmalte sob efeito do chá preto como agente pigmentante.

Quanto aos dentes bovinos, gostaria de saber como eles foram tratados previamente ao experimento. E, caso saiba informar, qual foi o número de animais fonte do total de dentes utilizados em seu estudo?

E ainda, de acordo com seus resultados, seria o chá preto um produto indicado para manchamento em estudos que avaliem dureza superficial?

Abracos,

 

Outros

Aline Craveiro e outra pessoa responderam o tópico "Diálogo com o trabalho"

Publicação: DO MEIO AMBIENTE AO AMBIENTE ESCOLAR: COMO EXPANDIR O DEBATE? [2]

Oi, Laura. bom dia.

Sou estudante de doutorado em ciências sociais na Unicamp e li seu trabalho, o qual achei excelente. As questões que você trata são muito atuais e me alegra ver estudantes do ensino médio com um olhar tão crítico e contribuindo com a construção do conhecimento.

No seu trabalho aparece o conceito de "sociedade equilibrada" (no fim da pág. 1). Compreendi ele como uma síntese final à proposta de aprofundar a educação ambiental na sociedade, iniciando pelo espaço escolar. Você poderia esclarecer um pouco mais qual é seu entendimento sobre o conceito? E como inserir ele dentro de contexto com sujeitos tão diversos, como o espaço escolar? 

Parabéns pela excelente contribuição. Abraços.

Outros

Guilherme antunes e 2 outras pessoas responderam o tópico "Publicação"

Publicação: Poder, epistemicídio e aquilombamento: como a articulação desses conceitos foi utilizada pelo NCN da Unicamp na construção da sua agenda política nos anos de 2019, 2020 e 2021.

Olá, começo com um elogio ao tema escolhido, sobretudo pela pertinência ao tamanho de uma iniciação científica. AEstou convencido que a  escolha por aprofundar a análise sobre como as  categorias de epistemicídio e aquilombamento aparecem em campo, durante os três anos, são adequadas.  inda que a pesquisa tenha sofrido modificações pelo contexto da pandemia, é notável que se trata de um tema que pode acompanhar o autor em sua agenda futura.

Além do mais, o texto está muito bem redigido e a bibliografia não é decorativa, pelo contrário, o autor debate as ideias mesmo num paper tão curto. 

Eu gostaria de saber como o autor compreende o impacto das ações afirmações na universidade, não apenas do ponto de vista quantitativo (mais pessoas negras na instituição), mas das mudanças no perfil dos estudantes negros ingressam. Além da pesquisa bibliográfica, procurou-se os dados e o perfil sócio-econômico?  Como os repertórios pré-entrada na universidade dos sujeitos que fazem parte das recentes configurações do NCN modificaram a atuação do grupo? A mesma pergunta também cabe a como a Unicamp se relaciona com os estudantes negros e suas iniciativas, uma vez que vemos transformações profundas desde a aprovação das cotas.  

Outros

4 pessoas gostaram do tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: O universo dos castells como reflexo do nacionalismo na Catalunha: antes e após o Referendo de 2017

Olá Lais, bom dia. Sou estudante da pós-graduação do IG-UNICAMP, e um dos avaliadores do seu trabalho.

 

Gostei muito da sua apresentação e do seu trabalho, parabéns pela sua dedicação, clareza e densidade da sua apresentação.

 

Tive uma dúvida e curiosidade, que sei que foge  ao intervalo de tempo que você focou, mas que talvez pudesse colaborar com questões para você seguir trabalhando com esse tema. Como você discutiu a questão do desejo de independência da Catalunha é muito antiga,  e  a relação dessas expressões culturais regionais com os movimentos nacionalistas foi uma questão tão séria que influenciou na política nacional para a cultura em vários momentos. Sei que houve no período do general Franco um forte sufocamento dos movimentos de independência da Catalunha, e que também no período dele havia uma política cultural que buscava criar uma identidade nacional espanhola, que escolhia alguns elementos de culturas regionais e procurava promove-los para fortalece-los como parte de uma identidade cultural nacional e as incentivava, enquanto outras dessas manifestações eram inibidas, e vistas como "não espanholas". Algumas pessoas, porém, defendem que essas escolhas entre as manifestações culturais regionais que seriam promovidas como símbolos e identidades da nacionalidade espanhola e as que não eram mostravam-se difíceis de serem compreendidas em razão da ideologia do governo franquista, pois mesmo alguns elementos vindos da cultura moura e cigana foram selecionados para serem exaltados como parte da identidade nacional. Nisso fiquei me perguntando, qual foi a política desse período anterior (franquista) para os castells, que você explica serem originalmente uma manifestação ligada ao catolicismo? Ele teve no passado também uma relação com as manifestações anteriores dos movimentos de independência da Catalunha? A ligação deles com o catolicismo contribuiu para serem eventualmente permitidos ou incentivados nesse período de um governo que buscava aproximar estado e igreja católica, ou já ali se alinhavam de alguma maneira com o movimento de independência da Catalunha, e por consequência eram mal vistos pelas autoridades centrais da época?

 

Espero que você continue trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

obs - tomei a liberdade de ir fazendo alguns comentários no seu trabalho escrito, com sugestões e questões, mas não consigo enviar pela plataforma. Teria um e-mail por onde poderia te enviar o arquivo?

 

 

Outros

3 pessoas gostaram do tópico "Sobre o espaço cultural catalão "

Publicação: O universo dos castells como reflexo do nacionalismo na Catalunha: antes e após o Referendo de 2017

Laís parabéns pelo trabalho, achei interessantíssimo teu debate.  Confesso que toca fenômeno cultural que eu realmente não fazia ideia que existia, e me deixou bastante surpreso. O site também me pareceu um excelente estratégia de divulgação, e é muito legal perceber como tua pesquisas se relaciona com tua experiência de vida. Eu fiquei curioso se, como o Reial Espanyol no futebol, há espaço na cena cultural catalã para, se não um negação a identidade catalã, um discurso mais ameno em relação a Madrid ? É possível observar alguma posição como essa nos castells, ou são um espaço de unanimidade discursiva?

Outros

LUIZA DAMIANI DE SOUZA e outra pessoa responderam o tópico "Trabalho"

Publicação: AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO EM UM MODELO ANIMAL DA SÍNDROME DAS PERNAS INQUIETAS COM LESÃO (6-OHDA) DO NÚCLEO A11

Parabéns pelo trabalho Luiza! O tema é super relevante e gostei muito da sua apresentação. Tenho algumas dúvidas:

 

1- Por qual razão vocês escolheram o teste de campo aberto?

2- Como o modelo animal da síndrome das pernas inquietas se assemelha ao modelo humano?

3- Há outras formas de induzir a síndrome das pernas inquietas  sem ser por lesão no núcleo A11? Se sim, por que vocês escolheram o modelo de lesão?

4- Nos resultados, por que há uma mudança nos indicadores comportamento nos dias 14, 21 e 28 nos animais que sofreram a lesão?

5- Como foi feita a estatística ? Achei a simbologia um pouco confusa.

6- O projeto terá continuidade ? Se sim, quais serão os próximos passos ?

Outros

Isabella Carvalho Goncalves respondeu o tópico "Comentários e questões pra Isabella"

Publicação: A comida como dispositivo de arte contemporânea : uma análise das obras Restauro, de Jorge Menna Barreto e Untitled (Free) de Rirkrit Tiravanija

Isabella, td bem? Nem sei se é esse o tom esperado por essa caixa de comentários... mas vamos lá! Sou Mariana, curso o doutorado em Antropologia Social e realizo pesquisa junto a agricultores e agricultoras em um assentamento agroecológico e foi por conta disso que me aloquei como avaliadora do seu trabalho. Ou seja, de arte contemporânea, não entendo nada, mas estou interessada nessas articulações com alimentos...Uma primeira questão que te colocaria é que me chamou atenção que o título do seu trabalho não aponta para o fato de vc própria ter relacionado as análises das obras indicadas a um experimento artístico de sua autoria. Isso aparece no texto, mas por que não no título? Ainda sobre alguns detalhes, fiquei curiosa pra saber o que são "derivas" e também se "agroflorestal" e "agroecológico" são sinônimos para a obra em questão.  De modo mais geral, te provocaria a pensar que noção de "natureza" emerge dessas obras e como esse conceito se relaciona com a noção de natureza que aparece em outras obras/momentos da arte (tô aqui pensando nas "naturezas mortas", por exemplo). Isto porque a comida bagunça bastante essa fronteira entre o que a gente consideraria "natural", como algo pra fora do domínio humano, e algo que a gente considera "cultural", "social", "político", etc... Por fim, acho que aprofundar, no futuro, na reflexão/ação sobre o encontro entre arte e ativismo pode ser interessante. Parabéns pelo trabalho!! Ps: imagino que vc conheça, mas seu trabalho me remeteu à obra "Trair a espécie", de Cristiano Lenhardt, apresentada na mesma 32ª bienal. Já a obra "O pão nosso de cada dia", de Marcos Dutra, que está em exibição na exposição sobre Carolina Maria de Jesus, me remeteu à sua da focaccia, só que por contraste.

Outros

LUIZA VENANCIO MAZIERI e outra pessoa responderam o tópico "Comentário"

Publicação: A INFERTILIDADE APROPRIADA PELO MERCADO: TROCAS ENVOLVENDO ÓVULOS E GESTAÇÃO SUBSTITUTIVA

Parabéns pela pesquisa e painel, Luiza! O tema é atual e muito relevante. O material apresentado privilegiou a discussão teórica acerca do tema. Sendo assim, partilho do comentário de Juliana. Não ficou evidente quais são seus problemas, objetivos de pesquisa e a abordagem metodológica utilizada para desenvolvê-la. Agradeço pelos esclarecimentos na resposta. Para a iniciação científica, talvez seja o caso de selecionar um material, como um livro de ficção científica ou filme, atentando às narrativas verbo-visuais e estabelecendo diálogos críticos com a bibliografia antropológica já levantada. Isto ajudaria a delinear o recorte da pesquisa e a desenvolvê-la com maior objetividade. Espero que as sugestões ajudem e que você encaminhe um artigo para publicação!

Outros

SOFIA HELENA CARDOSO RODRIGUES respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: Pré-histórico e contemporâneo: Construindo Stonehenge pela historiografia (1880-2020)

Boa tarde Sofia. Sou estudante de pós-graduação do IG-UNICAMP, E um dos seus avaliadores. Adorei seu trabalho. Parabéns pela apresentação e pelo sua bonita pesquisa. Sua fala é clara e muito bem organizada, mostra segurança em relação ao seu tema, de maneira que facilita ao ouvinte acompanhar sua linha de raciocínio.

Achei ótima a sua iniciativa de fazer uma periodização das diferentes maneiras que a pesquisa arqueológica e/ou histórica interpretou um mesmo sítio arqueológico. Ilustra muito bem como esses campos de pesquisa não são estagnados no tempo, e que as interpretações que se fazem num dado tempo não são absolutas e imutáveis.

Ao ver sua apresentação, parei para refletir sobre outro ponto, que talvez fosse um tema interessante para você colocar, futuramente em novas iniciativas (se você continuar a trabalhar com o tema - como no seu TCC, ou possível mestrado): como foi mudando, ao longo do tempo, a visão das pessoas em geral que vivem nas imediações, que não os pesquisadores e estudiosos? Pois como toda criação humana, esse complexo foi construído com intencionalidades e propositos específicos, que podem terem permanecido por longo tempo, mas que também sofreram modificações com o passar dos séculos e milênios. Observava isso acontecendo mesmo com criações materiais muito recentes: via por exemplo na minha região de vivência antigos cemitérios de roceiros, erguidos no alto de cumeadas locais de relevo, para dentro da visão do catocilismo dominante em meio a eles deixar os mortos "mais perto do céu", serem hoje tomados como locais de peregrinação de grupos neopagões regionais, que tomam a associação do cemitério com o relevo, o caráter muito arborizado dele (por ser um cemitério de roceiros e agricultores e mantido por seus semelhantes, está cheio de arcos com flores e plantas trepadeiras, tuneis verdes e outras belas bioconstruções) como um local sagrado, e mesmo onde se pode ter contato com espiritos e pedir a eles desejos. Outro caso parecido que conheço é um antigo cemitério indígena no interior de São Paulo, em torno do qual se desenvolveu uma colonia de migrantes japoneses. Foram eles que detectaram o cemitério, e passaram a enxerga-lo com a sua lógica de respeito e culto aos ancestrais. Eles acabaram incorporando o respeito aos mortos desse cemitério a sua própria visão daquela terra, construindo inclusive um monumento que preservou perfeitamente o cemitério indígena das intempéries, e criando dentro desse mesmo monumento círculos no entorno da ala do cemitério indígena onde passaram a enterrar seus próprios mortos, usando a estrutura para reverenciar ambos - os mortos da comunidade japonesa, e os mortos do cemitério indígena - como os "ancestrais" dos vivos daquela terra. Ao ler seu material, fiquei bastante curioso de saber mais sobre como foram mudando as visões dos não pesquisadores sobre algo tão antigo e importante como Stonehenge, e acho que seria um tema interessante para talvez você dialogar com abordagem de como foi mudando a visão dos pesquisadores, se você me permite essa sugestão.

Sofia, parabéns novamente pelo seu trabalho, espero que você siga se dedicando ao tema da pesquisa, acredito que tem muito para contribuir.

Obs - fiz alguns comentários no seu arquivo de texto, teria como disponibilizar um e-mail seu, para que pudesse te encaminhar, caso você queira dar uma olhada?

 

Outros

ALEXIA LANZA NUNES respondeu o tópico "Comentários e Perguntas"

Publicação: Suprapartículas luminescentes como potenciais sensores multifuncionais

Oi Alexia, tudo bem?

Já de início, te digo que gostei bastante do seu trabalho e de como você o apresentou, tanto o texto quanto o vídeo-pôster. Ao mesmo tempo em que essas duas produções trazem, individualmente, a ideia completa do seu estudo, elas também se complementam ao explicar e ao mostrar o que foi feito e o que foi depreendido das análises. Isso é muito bom!

Ainda, em especial no resumo, eu pude notar que você fez uma análise detalhada dos resultados e das possibilidades que eles trazem, buscando esclarecer os sinais observados e relacionando-os com a metodologia utilizada, de modo a encontrar as respostas que mais fazem sentido no seu contexto. Acredito que foi um trabalho que te trouxe bastante conhecimento e exercício do método científico, um dos tratos mais importantes de uma iniciação científica.

Trago também algumas perguntas e comentários buscando aguçar o seu entendimento:

1) A formação de aglomerados controlados de nanopartículas é uma abordagem muito interessante e eu diria que não tão comum.

Você já ouviu falar em um campo de estudo chamado Química Supramolecular? Ele já rendeu um prêmio Nobel destaca construções de hierarquias moleculares cuja organização se dá principalmente por meio de interações intermoleculares.

Como você avalia as interações intermoleculares nas suas suprapartículas? De que natureza são as interações que mantém as nanopartículas juntas?

2) Qual o diferencial das matrizes de vanadato em comparação, por exemplo, a matrizes de fluoretos (ou de tetrafluoretos) de terras raras, também bastante comuns em trabalhos com nanopartículas destes elementos?

Pergunto tanto em termos de estrutura quanto em relação às propriedades espectroscópicas.

3) O trabalho parece ter sido focado principalmente na síntese e na caracterização estrutural do sistema que vocês planejaram.

Que fatores pesaram na escolha do conjunto de íons que fazem parte das suas matrizes? Como você explica que a excitação ocorra em comprimentos de onda mais longos (de menor energia), no infravermelho, e as emissões ocorram na na região do visível? 

O que determinou os comprimentos de onda de excitação escolhidos? Foram necessários realizar espectros de absorção ou de excitação para determiná-los?

Aliás, qual seria a diferença entre um espectro de absorção e um espectro de excitação?

Sugestões:

No sistema NP3, talvez o emprego de um tempo de síntese um pouco maior produza nanopartículas com melhor cristalinidade – ou, ainda, talvez o excesso de outros sais no sistema tenha atrapalhado a formação dos cristais de interesse.

Em um espectro de infravermelho, a escala no eixo X comumente é o número de onda (cm-1) e não número de “ondas” (assumo que seja apenas um erro de digitação, mas achei válido notar).

Recomendo também as atribuições dos sinais observados na difração de raios X, nos espectros de infravermelho e também nos espectros de luminescência já nas próprias figuras. Você menciona esses significados na parte escrita, mas é importante que as figuras que você mostra sejam autossuficientes nesse sentido.

Pode parecer muita coisa, mas que no fim fique, como eu disse no começo, os meus elogios ao seu trabalho. Ele foi muito bem feito e só tem a melhorar! Sucesso na sua carreira!

Fico a disposição!

Outros

MANUELA VERIDIANA PUGIESI respondeu o tópico "Dúvida"

Publicação: 'NÃO É SÓ VER O LADO HORRÍVEL': PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO MANEJO DE VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL - UM ESTUDO CLÍNICO-QUALITATIVO EM AMBULATÓRIO UNIVERSITÁRIO ESPECIALIZADO

Oi, Jasmine, tudo bem?

Primeiramente, gostaria de te parabenizar pelo trabalho. Esse é um tema pelo qual tenho interesse genuíno, pois, como você apontou, a VS traz diversas sequelas emocionais, psicológicas e físicas às vítimas.

Como estudante de engenharia de produção, tenho muito contato com disciplinas que tangem ergonomia e segurança no trabalho. Por isso, quando mencionou como o tipo de trabalho que esses profissionais desempenham os afetam, na categoria 1. Logo em seguida, na categoria 2, menciona o esforço ativo dos profissionais de fazerem a separação do trabalho da vida pessoal. Gostaria de saber se conseguiu investigar as formas que eles utilizaram para sublimar essa dor/sofrimento trazido pelo trabalho (que você chamou de angústia). Em outras palavras, como eles chegam à conclusão apresentada na categoria 3 (de que vale a pena no final etc). Pergunto, pois, na minha percepção, ouvir sobre agressões sexuais diariamente pode deixar qualquer um extremamente fragilizado.

 

De novo, muito obrigada pela sua contribuição ao congresso, e parabéns pela pesquisa!

Outros

José Nunes Carneiro Neto e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas?"

Publicação: Efeito da extração dental na arquitetura das fibras do músculo masseter de ratos Wistar

Olá Beatriz Ferreira e colaboradores, parabéns pelo valioso trabalho científico desenvolvido.

Segue algumas dúvidas sobre seu trabalho científico:

  1. Os ratos foram submetidos a ambientação antes do início do experimento?
  2. Foi realizado o cálculo amostral dos grupos do estudo?
  3. Como foi realizado a separação dos ratos por grupo?
  4. Qual a forma de eutanásia utilizada?
  5. O paquímetro digital estava calibrado?
  6. Qual método foi utilizado para delimitação da área do músculo masseter?
  7. Considerando os grupos controle e experimental com mesmo número de ratos por grupos, porque o teste de distribuição de normalidade obteve resultados diferentes nas avaliações apresentadas nos resultados?
  8. Qual a indicação do teste t Student pareado para avaliar a diferença entre os lados esquerdo e direito dos músculos nos resultados?
  9. Não foi encontrado na literatura, estudos semelhantes ao seu tema para comparação e discussão?
  10. De que forma, o resultado do seu trabalho científico, contribui para a classe odontológica e beneficia a sociedade?
Outros

LETÍCIA BENETTI GOMES e outra pessoa responderam o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: OS CONDOMÍNIOS RESIDENCIAIS POPULARES NA HISTÓRIA E NO ESPAÇO URBANO DE LIMEIRA

Olá Leticia, boa noite. Me chamo Pedro, sou um dos seus avaliadores, e por coincidência fui aluno do seu orientador durante a minha graduação.

 

Parabéns pelo sua pesquisa, e pela sua apresentação, estavam ambas muito bem feitas. A apresentação em particular nem foi somente um trabalho acadêmico, foi um trabalho também de artista. 

 

Eu tenho pouco conhecimento sobre a cidade de Limeira, e fiquei com uma dúvida sobre o mapa que você apresenta 3:48s. A malha urbana que aparece ao fundo é a malha atual, imagino eu? Seria interessante, para o futuro da sua pesquisa, se você procurasse incluir também cenários de como eram as malhas nos momentos de criação dos loteamentos (e.g - 1970, 79, 80, 89, 90, 99, 2000 e 2009) que você cita no texto, para ilustrar e demonstrar melhor um ponto que você enfatiza bastante - que os conjuntos habitacionais foram usualmente dispostos distantes da mancha urbana pré-existentes. O IGc tem cartas disponíveis dos anos 70 embutidos no mapa topográfico deles, que tem também um mapa de uso de solos muito detalhado. Dos anos 2000 em diante as imagens do Google Earth Pro podem te ajudar, para 1972 a carta topográfica do IBGE tem também o uso dos solos, e os outros intervalos talvez você consiga junto aos arquivos da prefeitura local.

Outra sugestão de possibilidade para você seguir aprofundando o seu tema, era tentar verificar e discutir o quanto essas áreas destinadas a estes conjuntos além de serem precárias pelo ponto de vista de estarem afastadas da cidade pré-existentes, são também eventualmente precárias por outros critérios. As vezes acontece de serem destinadas a essas áreas locais que do ponto de vista ambiental são inadequados, e que por conta disso o poder público não quer destinar para obras que considera "mais importante" e o capital privado também as evita, pois são fatores que diminuem o valor da área, e podem trazer a eles questionamentos e problemas (tais como terrenos suscetíveis a erosão, ou áreas de várzea ou próximas a áreas de várzea). Ou seja, além de áreas de vulnerabilidade social, muitas vezes esses conjuntos são também áreas de vulnerabilidade ambiental. Uma sugestão inicial para olhar nessa direção era sobrepor as áreas de loteamento ao mapa geológico do município - pois Limeira tem ao mesmo tempo faixas de afloramento de uma unidade geológica (rochas básicas da Formação Serra Geral) que usualmente está ligada a terrenos mais estáveis, e outras unidades (como certos tipos de rochas sedimentares) que por vezes podem ser terrenos menos estáveis e mais propensos a erosão. Seu orientador é geógrafo, então ele pode te ajudar com isso, caso vocês achem uma boa ideia. Tem alguns trabalhos que eu pude desenvolver que fizeram abordagens parecidas em outras áreas (Baixada Santista e Araraquara), eu vou deixar o link delas ao final, para caso de repente você queira dar uma olhada e elas te ajudem em algo. Existe também um livro que acho que agregaria muito a seu trabalho, e que acho que seu orientador também ia ficar feliz se você desse uma olhada, caso não tenha podido ver ele ainda. Se chama "São Paulo: Ensaios Entreveros", e o autor é o Aziz Ab`Saber. O "São Paulo" do título é o estado, e não a cidade. Nesse material, ele discute a formação territorial e urbanização do estado, com uma centralidade muito forte da relação entre disputas de uso do território, vulnerabilidades ambientais e sociais, e as bases do meio físico. 

 

Claro que esses comentários são apenas sugestões, de caminhos possíveis para vocês pensarem, para seguirem com o seu trabalho que é muito interessante e promissor. Espero que você siga trabalhando com pesquisa, com certeza vai ter muito ainda o que contribuir nesse caminho.

 

Obs - eu baixei o seu arquivo PDF com o trabalho escrito, e fiz algumas observações nele. Não consegui achar um lugar para encaminhar pelo sistema dessa página, se você quiser me passar um e-mail que possa encaminhar.

Obs 2 - nesses links tem os trabalhos que comentei sobre a região de Araraquara e Baixada Santista -  https://www.researchgate.net/publication/355955124_O_papel_do_meio_fisico_e_relevo_na_ocupacao_humana_potencialidades_vulnerabilidades_e_impactos_ambientais_enchentes_erosao_e_assoreamento_na_trajetoria_historica_da_regiao_de_Araraquara_SP e https://www.researchgate.net/publication/336511088_MUNDIALIZACAO_RISCOS_E_IMPACTOS_AMBIENTAIS_NO_LITORAL_BRASILEIRO_A_BAIXADA_SANTISTA 

Outros

José Orlando Ferreira de Miranda Júnior respondeu o tópico "Relevância da Pesquisa"

Publicação: O USO DE UM GAME CONTRA FAKE NEWS: uma pesquisa-ação no ensino médio

Olá Wagner, tudo bem? Gostaria de parabenizar você pelo projeto de pesquisa desenvolvido em Escola do Ensino Médio a partir de um game para se combater fake news, sua pesquisa tem uma relevância social e acadêmica. Você apresenta a metodologia utilizada na pesquisa e seu desenvolvimento ao longo de sua pesquisa e como ela se configura neste letramento digital. Gostaria de saber se ao longo da pesquisa você fez alguma interação com os alunos com algumas notícias falsas e se eles opinaram a respeito? Se em algum momento você os oportunizou com fake-news ou não e perguntou a eles sobre a veracidade das informações? São questões iniciais que me ocorrem ao ler seu trabalho e assistir o vídeo.

 

Parabéns pela pesquisa.

 

Cordialmente

Outros

Maria Fernanda Tejada Begazo respondeu o tópico "Perguntas sobre sensores"

Publicação: SENSORES EM AMBIENTES DE ROBÓTICA PEDAGÓGICA - Sala com Controle de acesso e fluxo de pessoas

Saudações aos autores, parabenizo-os pelo projeto, pois foi uma apresentação ótima e bem explicada. Ele tinha dúvidas se os dois autores realizaram o projeto juntos ou se ele foi dividido. Se foi dividido, gostaria de saber quais partes cada um interpretou.

A primeira pergunta é por que eles escolheram trabalhar com dois tipos diferentes de sensores e quais problemas eles tiveram ao trabalhar com um sensor de luminosidade e ultrasónico. Na parte do software, houve problemas ao calibrar os sensores e quais foram?

Tenho uma sugestão para projetos futuros, o trabalho seria melhor do que na parte do enunciado o problema para indicar onde a informação foi obtida (bibliografia). Reitero minhas felicitações aos autores pelo trabalho inovador que realizaram nesta época de pandemia.