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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
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RAFAEL ALEXANDRE SOUSA MARQUES respondeu o tópico "A fala e o jornalismo"

Publicação: ANÁLISE DA VARIAÇÃO PROSÓDICA EM DIFERENTES TIPOS DE NOTÍCIAS

Oi, Rafa. Tudo bem? Vim aqui prestigiar o seu trabalho e gostei muito, como colega de turma e também como jornalista. Achei muito interessante que a pesquisa demonstrou que as diferenças mapeadas são perceptíveis ao ouvido humano, pois essa diferença de tom de voz não é "por acaso", nós aprendemos e falamos sobre ela no jornalismo, ainda quando estamos em formação. Se você for aprofundar sua pesquisa, inclusive, eu lhe recomendaria consultar pelo menos uma ou duas referências bibliográficas sobre tele ou radiojornalismo, que podem lhe ajudar a embasar o porquê de certas escolhas jornalísticas. Além disso, assim como comentou a Deborah Pereira, creio que o uso da voz mudou (e segue mudando) no jornalismo ao longo do tempo. Hoje em dia, com toda mudança que a mídia vem sofrendo, sobretudo por conta da internet, a forma como os jornalistas se portam mudou muito do que víamos na década de 90, o que os deixa mais "soltos" e, por vezes, até informais, o que afeta o uso da voz diretamente. Outra perspectiva interessante, além de analisar o/a jornalista em si e o seu sexo, é analisar o veículo e a editoria envolvidos. Por exemplo, a prosódia da editoria policial será totalmente diferente da presente na editoria social ou esportiva, assim como um veículo como o Jornal Hoje (muito mais informal) terá uma tonalidade bem diferente da presente no Jornal da Globo (mais formal e para um público mais maduro). Parabéns pela pesquisa e pelo trabalho apresentado!  =)

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Laura Luedy e outra pessoa responderam o tópico "classes médias e ideologia"

Publicação: Classe média no Brasil: adesão e afastamento em relação ao bolsonarismo?

Bom dia, Hugo, tudo bem?
Parabéns pelo trabalho! Ficou super interessante e bem conduzido.
Lendo seu resumo, fiquei apenas com as seguintes dúvidas. Será que você poderia me responder brevemente?
1) Com base em que tipo de observação a literatura especializada afirma, a respeito das classes intermediárias, que sua ideologia é heterogênea e pouco sistemática? Você sugere alguma referência bibliográfica a respeito dessa questão para quem se interesse nessa questão?
2) Por que em seu resumo, na seção sobre os resultados, as pesquisas Atlas e XP/Ipespe foram usadas para a primeira consideração sobre a rejeição, ao passo que, para a consideração específica sobre a relação entre renda e rejeição, você usa o Datafolha? Os motivo dessa variação das pesquisas de base não ficou muito evidente no resumo.
3) Porque não há, na análise dos resultado, nenhuma referência à ruptura com o lavajatismo? Como esse ponto fazia parte da sua hipótese inicial, senti falta dele na análise.
Aguardo suas respostas!
Um abraço,

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Gustavo Rossi e outra pessoa responderam o tópico "Parabéns pela pesquisa"

Publicação: Crítica ao silenciamento das margens: Slam como produção de conhecimento descolonizadora

Oi Gabriela,

Muito bacana ver o andamento e os desdobramentos que sua pesquisa está ganhando. Parabéns. Quanto à sua apresentação e ao resumo, senti falta de uma melhor apresentação sobre esse universo do Slam que você está estudando: quem são esses/as poetas? Ou onde eles fazem o Slam? E achei muito bacana a forma como você está trabalhando a ideia de “ginga epistemológica”. Nesse sentido, fiquei pensando bastante na importância da ideia de “ginga” em outras formas de práticas, mas, em particular, a capoeira (e que poderia dar maior historicidade à noção de gingar e seus significados em termos de tradições e práticas de afirmação de vozes negras). Há um trabalho de um pesquisador, Maurício Acuña, chamado “A ginga da nação”, que talvez possa te interessar: recupera personagens negros importantes, como Mestre Pastinha, para discutir como que, por meio da capoeira e pela “ginga”, construíram práticas e saberes para “driblar” o racismo e afirmar suas existências e autoimagens. Enfim, me parece promissor investir mais essa ideia de ginga epistemológica. Parabéns e espero você continue a pesquisa.

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Ana Maria Ferreira Côrtes respondeu o tópico "Questões e elogio"

Publicação: ESCRAVAS/DEUSAS, SUBMISSAS/PODEROSAS: UM OLHAR SOBRE A REPRESENTAÇÃO DO FEMININO NA MITOLOGIA E NA SOCIEDADE GREGA

Olá, Giovanna! Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-la pela pesquisa! Você escolheu trabalhar com um tema muito rico e extremamente relevante para a nossa época. Além disso, suas referências são muito consistentes e você traça conclusões bastante instigantes.

Gostaria de fazer duas questões a você. No seu resumo, você diz que se propôs a realizar uma análise comparativa entre dois períodos, o século VIII a.C. e o século V a.C. Você identificou alguma diferença entre as representações do feminino nessas duas épocas?

Também gostaria de saber mais sobre as figuras que você afirma terem conseguido driblar a misoginia. Como elas fazem isso?

Mais uma vez, meus parabéns pelo trabalho!

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Jean Carlos Medeiros respondeu o tópico "Avaliação do Trabalho"

Publicação: Arquitetura e Neurociência: A influência do ambiente natural e construído sobre a psiconeurofisiologia dos profissionais de saúde da área de quimioterapia do Centro Infantil Boldrini.

Olá, Vinícius! Tudo bem contigo? Eu sou um dos avaliadores do seu projeto.

 

Parabéns pelo seu trabalho! Seu resumo está muito bem escrito. E imagino que deve ter sido mais complicado ter adaptado o projeto para esses tempos pandêmicos.

Eu tenho algumas perguntas que eu gostaria de te fazer:

  1. E apesar de não ter sido possível fazer as visitas ao Boldrini, como você avaliou influência dos elementos arquitetônicos biofílicos sobre o desempenho profissional e emocional dos funcionários da área de quimioterapia do Boldrini?
  2. Qual foi a maior dificuldade que você teve nesse trabalho?
  3. E hoje, após ter concluído a IC, você consegue vislumbrar algum desdobramento desse seu trabalho? Uma extensão dessa projeto para uma outra IC?
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ALICIA CONDOTA KUASNE respondeu o tópico "Importância do trabalho e perspectivas da pesquisa"

Publicação: A economia açucareira e a estratificação social no Brasil colonial: um estudo a partir da obra Cultura e Opulência do Brasil

Incrível trabalho, Alicia! Você é muito didática em seu vídeo e o tema é bastante relevante.

Muito interessante sua abordagem dos princípios de estratificação social na economia açucareira diante das dimensões também política e cultural, e esse destaque dado por você com relação a questões como consumo, estilos de vida e cor da pele. Achei importante saber que a estratificação social se processava em múltiplas dimensões, sendo a cor da pele síntese da questão dos privilégios ou de sua ausência, e essa sua percepção dos dualismos que essas configurações carregavam. Ver como isso se dava logo no início da colonização realmente contribui para pensar e entender como a realidade brasileira foi se conformando influenciada e moldada por esses fatores. Pretende prosseguir com o trabalho com uma análise do período histórico posterior?

Parabéns pela pesquisa, você vai longe!

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PÂMELA PIMENTA MACHADO respondeu o tópico "Elogio"

Publicação: Biblioteca e memória: história e presença da cultura dos negros na coleção João Falchi Trinca do Centro de Memória- Unicamp

Oi Pâmela;

Em primeiro lugar, parabéns pelo seu trabalho. Achei sua pesquisa incrível e acredito que tenha sido difícil catalogar e organizar tantos dados para chegar às tabelas que você apresenta. Um trabalho de fôlego! Um ponto me chamou atenção: você afirma que "essas hipóteses foram elaboradas com o objetivo de compreender a biblioteca para além da memória, procurando reconhecer a sua interface com as questões identitárias". A partir disso, pergunto: quais as relações entre memória e identidade na sua pesquisa? Em outras palavras, como você pensaria as "questões identitárias" "para além da memória"? É possível separar uma da outra? São questões apenas para motivar uma reflexão, não precisam ser criteriosamente respondidas, apenas comentadas, então fique à vontade para discorrer a esse respeito. Mais uma vez, parabéns pela pesquisa!

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JOAQUIM AUGUSTO DE ARAUJO e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas"

Publicação: Tomates do Século XXI: práticas agrícolas envolvendo organismos geneticamente modificados

Olá, Joaquim.

Parabéns pelo excelente trabalho, sua pesquisa é bastante instigante. Gostei muito do modo como você fundamentou seus argumentos - a discussão que traz múltiplas ontologias torna a pesquisa ainda mais interessante. O fluxograma que você trouxe no resumo é excelente também, ajuda muito na compreensão da produção e circulação do tomate. 

Os alimentos do tipo "orgânico" recebem essa certificação após diversas adequações no manejo... fiquei me perguntando se isso também ocorre com o tomate. Há outros produtores além desses da fazenda de Indaiatuba-SP? Achei bem curioso o fato de os produtores terem migrado para a produção de orgânicos. Você conversou com eles sobre esta mudança? Tem alguma hipótese? Sei que você pretende desenvolver isso mais adiante no mestrado, mas fiquei muito curiosa - o manejo do tomate me pareceu bastante complexo e inspecionado de perto pela empresa Sakata. Sei que as coorperativas de produtos orgânicos também passam por essas "auditorias", mas se comparados, o  manejo da Sakata me pareceu ainda mais rigoroso.

Parabéns mais uma vez pela pesquisa, torço muito para que você continue desenvolvendo-a  no mestrado :)

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Hugo Goulart e outra pessoa responderam o tópico "Sobre a opção pelo conceito de fascismo"

Publicação: Classe média no Brasil: adesão e afastamento em relação ao bolsonarismo?

Hugo, parabéns pelo excelente trabalho. Achei muito sólido e pertinente para nosso contexto atual. Só queria te fazer uma breve provocação. E entenda apenas como isso, pois sua pesquisa me pareceu bem arranjada tanto teórica como metodologicamente. 

Dito isso, traria uma mudança significativa para tua pesquisa a substituição do conceito fascismo por populismo? Alguns meses atrás foi lançada a tradução de O século do populismo de Pierre Rosanvallon. Nesse texto, o politicólogo francês trata de como os regimes populistas, a esquerda ou a direita, estão no limiar da democracia - inclusive apelando a uma imposição de uma democracia "mais direta", sem a mediação de estamentos políticos ou burocráticos médios (o congresso e o judiciário, por exemplo) -  tensionando a sociedade a beira da implementação de uma democratura. Esse conceito me parece mais amplo e toca mais profundamente na atual crise da democracia representativa e no fim da sociedade de classes, dois aspectos que, me parecem, são de valor central para a ascensão do bolsonarismo.  Em suma, como você justifica a opção pela categoria fascismo, não por si só como categoria válida, mas como uma escolha em detrimento de outras? 

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LUÍSA REGISTRO FONSECA respondeu o tópico "Articulação fotografia e bibliografia"

Publicação: Os papéis de Verena Stolcke: os primeiros anos da história do Departamento de Antropologia da Unicamp

Oi Luísa, tudo bem?

Primeiro gostaria de parabenizar pelo tema e pelo desenvolvimento da pesquisa, ainda mais nesse momento em que os arquivos estiveram fechados e foi preciso encontrar alternativas para dar continuidade ao trabalho. Você menciona no trabalho que pode acesso ao acervo fotográfico (inclusive algumas fotos aparecem ao longo do trabalho), gostaria de saber se esse material ajudou nesse processo de pesquisa e como ele contribuiu em uma articulação com a análise bibliográfica que você desenvolveu. Fiquei pensando se esse material pode te auxiliar a pensar também sobre esse período de desenvolvimento do Conjunto de Antropologia e do PPGAS da Unicamp (ponto esse que acredito que vai poder ser melhor desenvolvido agora com o acesso aos documentos e com a futura pesquisa de mestrado).

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MARIA GABRIELA SANTANA DA SILVA e outra pessoa responderam o tópico "Sobre a manifestação cultural"

Publicação: Entre a periferia e a universidade: Cartografando novos modos de produção do conhecimento

Das obras escolhidas para a análise mais qualitativa, que pincelou 6 trabalhos, elas possuem temáticas e estilos culturais diferentes, de todo modo, aparentemente, muitas dessas podem representar manifestações culturais com certo grau de organização e manifestação política. Chegaram a pensar no funk ou outras linguagens latentes na cultura urbana atual e que merecessem maior enfoque de análise? Me parece que nas pesquisas, o funk acaba sendo um estilo ainda marginalizado, dentre as expressões às margens, contraditoriamente é um gênero bastante tocado no estado de São Paulo. Será que não poderíamos problematizar que não há uma romantização idealista sobre a cultura popular periférica por parte da academia?

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ANA CAROLINA SANTANNA ZUCCHETTI respondeu o tópico "Parabéns!!"

Publicação: O ELO DA DOMESTICAÇÃO DA VIOLÊNCIA NA LITERATURA E NO CINEMA: UMA LEITURA DE CIDADE DE DEUS

Oi, Ana! Eu sou a Deborah, uma das doutorandas avaliadoras da sua pesquisa! O seu trabalho e a sua exposição foram excelentes! A discussão que você traz é de extrema relevância e dá pra notar uma densidade bastante madura no modo como você trata o tema; torço pra que você siga pesquisando no mestrado e doutorado! 

Você já traz uma bibliografia bem vasta, mas fiquei me perguntando se você conhece o trabalho da Viviane Aparecida Lopes, ela também estudou, em sua dissertação de mestrado, o universo de Cidade de Deus, relacionando o filme, o livro e o documentário. A perspectiva teórica que a autora toma é da Análise de Discurso e, se não me engano, trabalha bastante com a nomeação ("Cidade de Deus") mas também toca na violência...pode ser interessante dá uma olhadinha :)
A dissertação é intitulada "O discurso literário em circulação : uma análise a partir de Cidade de Deus, de Paulo Lins" e está no repositório da Unicamp.
Te ouvindo falar, eu lembrei muito da Judith Butler, quando ela (se) questiona quais vidas são consideradas vivíveis, quais vidas são choráveis, quais vidas são passíveis de luto...às vezes é possível articular, num trabalho futuro, essas reflexões filosóficas com o que você traz aqui! 

No mais, parabéns!!!! O trabalho é belíssimo! 

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Paloma Almeida Silva e outra pessoa responderam o tópico "Sugestão "

Publicação: Os regimes cambiais de Brasil e China sob a perspectiva da hierarquia monetária (1994-2019)

Olá Eduardo, Parabéns pelo seu trabalho!  

É um tema muito necessário!  A  minha sugestão seria ampliar o estudo para países periféricos, em que você pudesse comparar os regimes cambiais de países mais "iguais", ao menos no que trata a posição dos mesmo na hierarquia monetária internacional. 

Sabemos que o Brasil e a China não fazem parte do grupo de moedas Centrais, mas existe uma disparidade grande entre esses países. Não seria interessante em um trabalho futuro ampliar o leque para outros países? ou pensar em uma pesquisa voltada para essa temática, mas utilizando os países  que compõe os chamados Brics. 

Mais uma vez, parabéns pela pesquisa e boa sorte! 

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JULIA FERNANDES FIGUEIREDO respondeu o tópico "Comentário"

Publicação: Atuação do Banco Central do Brasil como Emprestador em Última Instância na crise do Covid-19

Em primeiro lugar, parabéns pelo trabalho! Sua pesquisa levanta questões muito importantes acerca da capacidade de atuação dos bancos em momentos de crise. Além disso, seu trabalho pode conversar um pouco com um outro trabalho apresentado neste Congresso: "Quantitative easing e crise econômica: um comparativo entre a crise do subprime e a crise da Covid 19 nos EUA", o qual evidencia a capacidade do FED de adotar uma política monetária expansiva em momentos de crise (diferentemente do Banco Central brasileiro). De modo geral, seu trabalho é muito elucidativo. Contudo, acredito que em seu resumo seja interessante pontuar um pouco melhor quais as alternativas e os programas voltados especificamente para as pequenas e médias empresas (que possuem maior dificuldade de acesso ao crédito). Ao final do texto você cita o DPGE, por exemplo, mas não especifica. Mais uma vez, parabéns pela pesquisa! 

 

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MARIA GABRIELA SANTANA DA SILVA respondeu o tópico "Sobre o lugar"

Publicação: Entre a periferia e a universidade: Cartografando novos modos de produção do conhecimento

Parabéns pelo ótimo trabalho. As cartografias bibliográficas e essa iniciativa criativa (e corajosa) de abordagem epistemológica das universidades públicas paulistas, me sucitou uma dúvida referente de quais periferias estamos retratando. Assim, há alguma intenção da abordagem em analisar em quais cidades essas pesquisas se concentram? Creio ser um mecanismo interessante, para também avançarmos no debate sobre as configurações urbanas nas mais diversas periferias do estado de São Paulo, que passam por processos que reproduzem determinados padões, mas com especifidades diversas.

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Tabatha Souza e outra pessoa responderam o tópico "Belo trabalho!"

Publicação: A propriedade literária nas publicações de Machado de Assis e Bernardo Guimarães: pesquisa em fontes primárias

Olá, Tabatha! Tudo bom? Espero que esteja tudo bem.

Meu nome é Patrícia, sou doutoranda em Linguística Histórica pelo IEL e uma grande apaixonada por Machado de Assis. Gostaria de levantar alguns pontos, depois de ver o seu vídeo e ler o seu resumo: Acho que o Machado é um dos poucos escritores que conseguiu grande fama e notoriedade ainda vivo. Veja só, em 1867, ele foi agraciado pela Imperial Ordem da Rosa, como Cavaleiro, por D. Pedro II (https://www.machadodeassis.org.br/); com 20 anos, já frequentava os círculos literários e tinha contato com grandes escritores de sua época. Machado era atípico. Por isso, seu capital simbólico já era muito grande. Conheceu, com 15 anos, Francisco de Paula Brito que era dono de uma livraria e de um jornal. Acredito que já tivesse muito conhecimento de "mídia" da sua época, talvez por isso tenha conseguido negociar mais com a Garnier. Na ocasião da publicação da 3ª edição de "Memórias Póstumas", Machado já era sócio-fundador da "Arcádia Fluminense" (http://machado.mec.gov.br/115-cronologia) e articulava a criação da Academia Brasileira de Letras (https://www.machadodeassis.org.br/abl_minisites/cgi/cgilua.exe/sys/startbced.html?UserActiveTemplate=machadodeassis&sid=34&from_info_index=1&tpl=printerview_default). E, não menos importante, teve toda sua carreira literária na capital do Império, no centro da efervescência política do país. 

Bernardo, por sua vez, teve outra dinâmica em sua carreira e, ao que parece, pela sua biografia, fornecida pela Academia Brasileira de Letras, na época que assinou o contrato das duas obras, estava desempregado e tinha oito filhos para criar (https://www.academia.org.br/academicos/bernardo-guimaraes/biografia). Talvez isso fizesse com que "aceitasse" o valor que a Garnier propôs. Além do mais, seu maior "sucesso", "A Escrava Isaura", só foi publicado em 1875, o que faria o seu capital simbólico aumentar sensivelmente.

Posto isso, gostaria de perguntar: há elementos linguísticos nos textos dos contratos que evidenciem esse "desequilíbrio de poder" entre o contrato de Machado e o de Guimarães?

Mais uma vez, parabéns para você e para sua orientadora pela pesquisa tão incrível!

Patrícia.

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Tabatha Souza respondeu o tópico "Dúvidas"

Publicação: A propriedade literária nas publicações de Machado de Assis e Bernardo Guimarães: pesquisa em fontes primárias

Olá, Tabatha

Parabéns pela sua pesquisa! Por meio do seu texto e da sua apresentação, é possível perceber o cuidado que você tem ao trabalhar com as fontes primárias, e a análise que você faz é clara e está muito bem estruturada!
Ao ler o seu trabalho, fiquei com algumas dúvidas sobre a sua pesquisa. Achei muito interessante o comportamento de Machado de Assis, que, por um período de tempo, manteve os direitos de autor de algumas de suas obras. Nos documentos com os quais você trabalha, há alguma informação sobre por que ele tomou essa decisão? Você sabe se isso também aconteceu com outros autores da época que negociaram com o Garnier? 

Se possível, gostaria de saber também se você planeja dar continuidade a essa pesquisa, comparando esses dois casos, por exemplo, com a negociação e venda de outras obras do período. 

Parabéns mais uma vez!

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ALYSSON BRENNER NOGUEIRA PEREIRA respondeu o tópico "Análise dos elementos audiovisuais e perspectivas de continuidade"

Publicação: Os tirailleurs senegaleses na Segunda Guerra Mundial: Uma análise do filme "Camp de Thiaroye" (1988), de Ousmane Sembène e Thierno Faty Sow

Olá, Alysson! Tudo bem? Parabéns pelo trabalho!!

Sempre fico entusiasmada em acompanhar seus estudos sobre o cinema africano e as referências que você mobiliza; acho seu olhar profundamente sensível e perspicaz. Para mim, analisar cinemas já seria um desafio; imagino o quão desafiante é aprofundar esse olhar para as construções de masculinidades nessas produções. Enfim, minhas questões são muitas, mas me limito à duas. Em primeiro lugar, gostaria de saber quais são os elementos estéticos/audiovisuais que o Sembène mobiliza para expor sua visão do massacre. Gostaria também que comentasse sobre sua perspectiva de continuidade de pesquisa. Você prosseguirá estudando as performances de masculinidades nas obras? 

 

Forte abraço!