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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
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LEONARDO NASCIMENTO PANÇA e outra pessoa responderam o tópico "Relação entre relações sociais e relações de dominação em Bourdieu"

Publicação: A DIMENSÃO SIMBÓLICA DO ESTADO: O ESTADO COMO PRODUTOR DE PRINCÍPIOS DE CLASSIFICAÇÃO

Olá, Leonardo! Tudo bem com você?

Gostaria, antes de tudo, de te parabenizar pelo seu trabalho. Ficou uma pesquisa super interessante e bem feita. Minha questão é somente sobre algo que ficou um pouco confuso para mim. Como você entende a relação entre 'relações sociais' e 'relações de dominação' em Bourdieu? Pergunto isso porque em alguns momentos do seu texto você parece tomar as duas coisas como equivalentes, mas, em outros, elas parecem ser coisas distintas, ainda que fortemente relacionadas. Você poderia, por favor, desenvolver um pouco mais sobre como você entende isso. Muito obrigado, e parabenizo novamente pelo excelente trabalho!

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Jahan Natanael e outra pessoa responderam o tópico "curiosidade e sugestão"

Publicação: 'OS PROLEGÔMENOS' DE IBN KHALDUN: uma leitura fenomenológica-hermenêutica

Olá Johan, parabéns pelo trabalho. Sou apreciador das teorias hermenêuticas e não conhecia Ibn Khaldun. Muito interessante o percurso decolonial que faz, ao colocar os debates hermeneuticos como globais e ressaltando as contribuições de um autor magrebiano, isso sem rejeitar as contribuições de autores como Gadamer e Ricoeur. Uma curiosidade: lês em árabe? E uma pequena sugestão: procura evitar termos como "gênio", que é mais um adjetivo do um conceito. A breve explanação que fizeste de Ibn Khaldun é mais que o suficiente para entendê-lo como um teórico da hermenêutica dos mais complexos e tinha notação dos problemas dos cânones autorais. No mais, parabéns.

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BÁRBARA CUNHA DE MELO e outra pessoa responderam o tópico "Apontamentos e sugestões"

Publicação: Podem as mulheres fazer ciência? Produção e trajetória intelectual de Paula Beiguelman

Oi Bárbara, tudo bem?

Primeiro gostaria de parabenizar pelo seu trabalho e apresentação. Tenho muito interesse nesse tema. Ler e ouvir você me fez querer continuar acompanhando os desdobramentos da sua pesquisa. Fiquei pensando na relação da Paula Beiguelman com a trajetória de outras mulheres intelectuais desse mesmo contexto da FFCL e da USP, inclusive essa dificuldade em poderem assumirem esse papel de catedráticas. Você cita um dos trabalhos da Mariza Corrêa, mas indico um outro livro também (que talvez você já conheça, mas deixo de todo modo a recomendação), o “Traficantes do Simbólico e outros ensaios sobre história da antropologia”. Não sei se você conhece também o livro da Eva Altermann Blay e da Alice Beatriz da Silva Gordo Lang intitulado “Mulheres na USP: Horizontes que se abrem”. Mais uma vez parabéns pela importante e interessantes pesquisa.

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Jahan Natanael respondeu o tópico "Metodologia e procedimentos da pesquisa"

Publicação: 'OS PROLEGÔMENOS' DE IBN KHALDUN: uma leitura fenomenológica-hermenêutica

Oi Jahan, tudo bem? Inicialmente gostaria de te parabenizar pela escolha do tema e pelo trabalho de pesquisa. É sempre ótimo quanto mais gente de mais áreas vai atrás de referências e objetos fora das tradições eurocêntricas. Eu queria inicialmente que você comentasse como você chegou nesse objeto e quais eram os seus objetivos e expectativas frente a ele e o que mudou (ou não) depois da pesquisa. Eu gostaria de te ouvir falar também de qual foi a sua metodologia de trabalho, e que você descrevesse um pouco mais quais foram as obras do Ibn Khaldun você leu e analisou, o quanto desse material é acessível (e em que língua), quais foram os desafios que você teve nessa leitura e análise, com quais autores (bibliografia) você mais dialogou - conhecer um pouco melhor do seu trabalho propriamente dito ao longo desse período da bolsa. Também fiquei curioso, para além de ter tido o ganho de ter acesso à obra desse pensador incrível (e tão pouco conhecido no Brasil) que foi o Ibn Khaldun, eu fiquei curioso de saber quais propriamente os resultados da pesquisa - além de conhecer o autor, o que você concluiu na sua análise? Quais foram as novas questões que se levantaram com essa experiência? Você tem intenção de seguir tal linha de pesquisa? Por quais caminhos?

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GUILHERME AUGUSTO VASCONCELLOS ISIDORO respondeu o tópico "Dados e entrevistas"

Publicação: Cotas raciais na Unicamp: um estudo sobre percepção do pertencimento racial dos estudantes

Olá, Guilherme,

Sou doutoranda em Linguística Aplicada (IEL/ UNICAMP) e gostaria, primeiramente, de parabenizá-lo pelo trabalho! Tanto no vídeo quanto no texto escrito, a pesquisa está muito bem explicada e delineada. Além disso, o tema abordado é de extrema importância e acredito que trará resultados valiosos para a compreensão dos efeitos das políticas de cotas na Universidade. Gostaria, também, de fazer algumas perguntas:

1) Ressalta-se, no trabalho, uma discrepância entre a quantidade de matrículas daqueles que se autodeclararam pardos e daqueles que se identificam como pretos. Essa discrepância se alinha ou se afasta dos dados censitários de autodeclaração étnico-racial da cidade de Campinas? E em relação ao estado de São Paulo? E, ainda, em relação ao dados do Brasil?

2) Sobre as primeiras entrevistas realizadas, afirma-se que elas indicam que a entrada pelas cotas e a passagem pela CAVU têm efeitos sobre a percepção racial dos estudantes. Mesmo que esta fase da pesquisa ainda esteja em andamento, é possível relatar brevemente quais efeitos já foram percebidos?

Muito obrigada!

Um abraço,

Ana Luiza

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Glauber Klay Fidelis respondeu o tópico "Sugestões"

Publicação: JUVENTUDE NEGRA: DA MARGINALIZAÇÃO À EMANCIPAÇÃO SOCIAL

Olá, sou o Nathan e quero parabenizar o grupo pela pesquisa apresentada. Gostaria de reforçar a necessidade e relevância da continuidade do Grupo de Trabalho e salientar que acredito ser promissor o objeto da pesquisa, embora seja necessário um recorte melhor definido.

Como sugestão, venho dispor bibliografias que tenho utilizado na minha pesquisa que contribuem para pensar raça dentro das ciências humanas, mais especificamente na sociologia e antropologia, de modo a manter um horizonte político na emancipação dos grupos sociais e raciais oprimidos.

Os livros Sociologia do Negro Brasileiro e Dialética Radical do Brasil Negro de Clóvis Moura ajudam a expandir a perspectiva metodológica e teórica sobre a formação das relações de raça na sociedade Brasileira, auxiliando ir além da bibliografia introdutória.

Os conceitos de grupos específicos e diferenciados trazem luz a condição política dos grupos marginalizados (Sociologia do Negro Brasileiro) e sua organização autônoma à emancipação social, para além, os trechos sobre aculturação elucidam pormenorizadamente a condição do pensamento social brasileiro quanto a raça. No Dialética, o segundo capítulo (População, miscigenação, identidade étnica e racismo) dá conta dos efeitos da racialização de modo geral, mas particularmente ao Brasil, contribuindo para as discussões referentes a presença do negro em espaços historicamente excludentes, como é o caso da universidade. Também, de modo mais geral, os papeis socioeconomicamente estabelecidos desde a transição do trabalho escravo ao assalariamento. É marca maior nos escritos de Clóvis Moura a indissociabilidade da classe ao abordar as relações raciais, preocupação que vejo que o grupo compartilha. Para além, suas contribuições não se esgotam na reflexão inerte ou preciosismos acadêmicos, guardando sempre a necessidade e a ação para transformação social. 

Sigo disponível para contribuir com dúvidas ou mais sugestões. Caso julguem necessário entrem em contato comigo pelo email [email protected]

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MARIA GABRIELA SANTANA DA SILVA respondeu o tópico "Comentário"

Publicação: Entre a periferia e a universidade: Cartografando novos modos de produção do conhecimento

Parabéns pela pesquisa e painel, Maria Gabriela! O tema é atual e de grande relevância. O texto está bem escrito e o uso de recursos gráficos contribuiu com a apresentação da pesquisa. Farei alguns comentários e sugestões no intuito de contribuir com o trabalho. Em sua discussão teórica, senti falta de uma aproximação junto a produções relevantes ao tema da periferia, a exemplo de Teresa Caldeira e José Guilherme Magnani. Metodologicamente, bibliografia, objetivos e recorte estão coerentes. Mas é importante tornar ainda mais evidente como a pesquisa foi operacionalizada, em termos de aporte bibliográfico e software para apoio na construção do banco de dados e análises. Para pesquisas futuras, sugeriria aprofundar em algumas questões. Quem está produzindo este conhecimento? O que move os/as pesquisadores/as? Por que determinadas expressões artísticas são mais presentes na periferia? Como se aproximam e/ou se distanciam das produções de grandes centros? Espero ter contribuído e que você encaminhe um artigo para publicação!

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JÚLIA ABREU HENDLER respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: A PROMENADE ARCHITECTURALE NA ARQUITETURA DE LE CORBUSIER. ANÁLISE DE DOIS PROJETOS DE ESCOLA DE ARTE E ARQUITETURA

Olá Julia, bom dia. Me chamo Pedro, sou da pós-graduação do IG-UNICAMP, e um dos avaliadores do seu trabalho. Parabéns pela sua apresentação, gostei bastante dela e do seu estudo.

Conheço pouco da obra do arquiteto que você estudou, mas olhando as fotos e comentários seus dos dois projetos (em especial no final), tive uma dúvida: existe uma diferença entre os dois projetos na questão da conformidade ou não das estruturas de mobilidade e do projeto como um todo com o relevo previamente existente de cada uma das áreas? Me pareceu (e pode ser uma impressão errada) que em uma delas, a que fazia parte de um projeto maior, havia uma conformidade maior com o relevo prévio da área, enquanto a outra havia uma diferença maior - inclusive com o uso de uma estrutura protendida, e rampas de acesso e um alinhamento da estrutura que criavam localmente uma topografia artificial no lugar de se adequar a topografia anterior da área. Como disse, não conheço em detalhes a obra do arquiteto, mas você saberia dizer se realmente existem essas diferenças nas duas obras? Parei para refletir sobre isso devido a seu comentário final, sobre como as estruturas tinham contribuições e se adequavam das condições naturais do entorno.

 

Espero que você continue trabalhando com pesquisa, seu trabalho é muito interessante. 

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Daniela Santos respondeu o tópico "Parabenização e dúvida ao autor. "

Publicação: A Ara Pacis Augustae na Itália fascista: análise sobre a instrumentalização do monumento a partir dos cinejornais do Istituto Luce (1937-1938)

Olá, Augusto. 

Parabéns pelo seu trabalho e por compartilhar essa pesquisa e reflexões que nos auxiliam a compreender mais a história e os impactos de um regime fascista - o que certamente implicam em uma leitura crítica da nossa atualidade, em termos nacionais e mundiais. Em todos esses elos que você estabelece entre fontes e sua análise, chamou-me muito a atenção o apontamento preciso que você faz junto à potência de um veículo de massa diante de um regime ditatorial, os cinejornais do Istituto Luce. Além dessa relação precisa, também chama a atenção, por consequência, o modo certeiro que você apresenta, trabalhando as questões da formação do imaginário, da disseminação e formação de uma opinião pública. Tenho uma pergunta a partir disso. 

A leitura do seu trabalho leva à reflexão, inevitavelmente, sobre o caso do Brasil, uma sociedade "periférica do capitalismo", citando Maria Rita Kehl, por ter se modernizado tomando como referência a revolução industrial e burguesa europeia, mas sem realizar nem uma e nem outra. Kehl fala que disso se estabelece uma relação com os ideais que passa "forçosamente pela fantasia de tornar-se um outro". Quando você trata da instauração da imagem pelo "culto della romanità", na perspectiva de mito fascista construída na Itália, e diante desse bovarismo de países periféricos aqui presente, apontado por Kehl, você identifica pontos de similaridade e diferença entre a instrumentalização de um monumento a partir de cinejornais na Itália fascista na década de 30 e a consolidação de uma massa de extrema direita, como alguns críticos apontam atualmente, construída a partir da propagação das fake news pelas redes sociais no Brasil?

Muito obrigada pela atenção e parabéns novamente!

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ISABELA CAROLINA BAGATINI e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas"

Publicação: Percepções e discursos: a mulher escrava e a obra abolicionista de Lydia Maria Child (1833-1865)

Oi Isabela, tudo bem?

Primeiro gostaria de parabenizar pelo tema e pelo desenvolvimento da pesquisa.

Não conhecia o trabalho e a trajetória da Child e achei muito interessante, mas fiquei com algumas dúvidas: a questão abolicionista, ainda que permeada pelas contradições que você apresentou, aparecia nas publicações, assim como em seus posicionamentos e vida? Outra questão, esse debate que você apresenta sobre a obra dela é posterior, ou ele já aparecia durante sua vida? Nas correspondências aparece esse tipo de questão? Mais uma vez parabéns pela importante e interessantes pesquisa.

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Ronyone De Araújo Jeronimo e outra pessoa responderam o tópico "O uso da literatura e do audio visual na domesticação da violência."

Publicação: O ELO DA DOMESTICAÇÃO DA VIOLÊNCIA NA LITERATURA E NO CINEMA: UMA LEITURA DE CIDADE DE DEUS

De imediato parabenizo pelo trabalho, e por toda pesquisa efetuada. Contudo, preciso fazer algumas considerações sobre o contexto que ambas as obras se debruçam. E principalmente pelo direcionamento que sua investigação influi, o estudo de uma possível domesticação da violência através da obra literária e cinematográfica contida em Cidade de Deus. Na minha percepção, você não analisa que alguns sujeitos na obra são reais, abordados em uma narrativa ficcional. Logo, eles não precisam corresponder com a realidade. No entanto, suas essências são mantidas para criar naqueles que chegaram a conhecer ou saber de suas histórias, produzirem identificações. Dessa maneira, entendo que as escolhas de ambos autores tem um viés sim, naturalista e realista em suas narrativas. O propósito é narrar os problemas cotidianos de um local onde o Estado abandonou, em prol de outro grupo social. Buscapé, na narrativa do filme, por exemplo, se coloca em dois mundos, onde a comunidade e os de fora são ameaça, para sua sobrevivência. Pois, este simboliza os moradores que só queriam viver suas vidas em sua comunidade, com assistência do Estado e as benesses desse convênio. No entanto, este é alvo de desconfiança fora e dentro de sua comunidade. Dessa maneira, chego a uma questão que para mim, considero central em seu trabalho, que é a espetacularização da violência, se ela é real ou produto da mídia? E se as obras não conseguiram traduzir as representações de uma época, a partir das escolhas dos autores?

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NICOLAS GUSTAVO DA CRUZ DA SILVA e outra pessoa responderam o tópico "Comentário e dúvidas. "

Publicação: ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL: UMA PROPOSTA CONTEXTUALIZADA

Olá! Meu nome é Felipe e estou atualmente cursando doutorado em ensino de ciências pelo PECIM. 

Gostaria de tecer alguns comentários gerais sobre o trabalho e também indagar sobre algumas dúvidas que apareceram durante a leitura e visualização do vídeos de apresentação. 

Inicialmente, é importante destacar a relevância do tema em estudo. Buscar que os estudantes exercitem outros formas de aprendizagem que fujam da tão somente memorização e utilização instrumental de informações é um importante passo na melhoria do ensino como um todo. No entanto, gosto sempre de lembrar que não podemos também demonizar a memorização, mas sim evitar que ela seja a única ferramenta disponível na busca pelo aprender. 

Tendo isto em mente, passo a algumas dúvidas que surgiram:

1) Somente no final, especificamente na conclusão, os autores buscam apoio na Teoria de Ausubel para explicar os resultados. Não teria sido interessante ter em mente desde o início do trabalho qual embasamento teórico em relação a aprendizagem utilizar? Ou se isto foi feito, mas somente não citado?

2) O fato das perguntas pré e pós aula serem diferentes, não podem ter interferido nos resultados? Houve, de alguma maneira, um teste destas perguntas previamente? Digo isso porque é importante conhecer o que esperar nas respostas às perguntas em um questionário. Assim, buscando evitar ambiguidades, erros de interpretação que porventura interfeririam nos resultados. 

Sem mais por agora, parabenizo mais uma vez o trabalho que foi muito bem construído, bem escrito e relevante.

Um grande abraço

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EVELIZE POLONI ANDRIETTA e 2 outras pessoas responderam o tópico "Avaliação Trabalho"

Publicação: UM ESTUDO SOBRE HEALTH TECHS BRASILEIRAS: REFLEXÃO SOBRE OS AVANÇOS E IMPACTOS DA TECNOLOGIA DIGITAL NA PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR

Olá Evelize, boa noite!

Meu nome é Matheus Dermonde, e sou um dos avaliadores do seu trabalho (:

Primeiramente gostaria de parabenizar o seu trabalho, está excelente! Adorei o tema escolhido, muito pertinente e atual! Fiquei feliz pois tenho certa familiaridade tanto com startups (um dos meus temas de pesquisa) como com o segmento de saúde (trabalho em um serviço de saúde mental). Eu separei alguns sugestões gerais sobre o trabalho e no final faço algumas perguntas a você:

1) Seria interessante, na Introdução, abordar alguns estudos que apontam para os efeitos da pandemia de COVID-19 na piora dos indicadores de saúde mental. Algumas sugestões:

Pierce M, Hope H, Ford T, Hatch S, Hotopf M, John A, Kontopantelis E, Webb R, Wessely S, McManus S, Abel KM. Mental health before and during the COVID-19 pandemic: a longitudinal probability sample survey of the UK population. Lancet Psychiatry. 2020

Salari N, Hosseinian-Far A, Jalali R, Vaisi-Raygani A, Rasoulpoor S, Mohammadi M, Rasoulpoor S, Khaledi-Paveh B. Prevalence of stress, anxiety, depression among the general population during the COVID-19 pandemic: a systematic review and meta-analysis. Global Health. 2020

Schmits E, Glowacz F. Changes in Alcohol Use During the COVID-19 Pandemic: Impact of the Lockdown Conditions and Mental Health Factors [published online ahead of print, 2021 Jan 4]. Int J Ment Health Addict. 2021

 

2) Sugestão: apresentar brevemente na introdução qual sua pergunta e objetivo de pesquisa

 

3) Seria bacana, nas últimas seções de seu trabalho, você articular os dados que apresenta com o referencial teórico que você citou: empreendedorismo e sociologia da inovação.

 

Perguntas:

1) Como foi feita a seleção para a pesquisa documental? Quais mecanismos de busca você utilizou? Qual critério foi utilizado para decidir se um material seria ou não utilizado?

 

2) Como foram analisados os dados coletados?

 

Por enquanto é isso! Mais uma vez, parabéns pelo trabalho e me coloco à disposição para trocarmos ideias.

 

Atenciosamente,

Matheus Dermonde

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EVELIZE POLONI ANDRIETTA respondeu o tópico "TEMA E ANÁLISES"

Publicação: UM ESTUDO SOBRE HEALTH TECHS BRASILEIRAS: REFLEXÃO SOBRE OS AVANÇOS E IMPACTOS DA TECNOLOGIA DIGITAL NA PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR

Parabéns aos autores!!

O tema é atual e possui muita pertinência. O trabalho está bem escrito e sequenciado.

Acredito que dará uma boa publicação em revista com o avançar das análises e discussões.

Como um bom usuário das tecnologias de saúde, especialmente quanto à saude mental, é um cenário em crescimento e que possui grandes contribuições à sociedade. 

A abordagem das gerações é muito importante, pois a mudança de hábitos e as perspectivas de vida são diferentes e essas massas foram e são afetadas de formas diferentes, tanto pelas doenças, físicas e mentais, quanto pelas tecnologias e capacidade de assimilar e lidar com os eventos no tempo.

Parabéns!!

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Alberto Lopo Montalvão Neto e 2 outras pessoas responderam o tópico "Avaliador"

Publicação: AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O PROJETO DE LEI 1174/2019-SP E A ESTIGMATIZAÇÃO EM TORNO DA DOCÊNCIA MASCULINA

Prezado João Victor, boa tarde.

Primeiramente, parabéns a você e a sua orientadora pelo trabalho. 

Gostaria de fazer algumas questões:

A) Em termos metodológicos, quais descritores e critérios de seleção você utilizou para realizar o levantamento bibliográfico?

B) Poderia dizer com mais detalhes como desenvolveu-se o processo analítico? 

C) Quais foram as principais conclusões que você chegou com base nos resultados obtidos?

D) Considerando que numa sociedade machista o sexo masculino é apontado, muitas vezes, como aquele que comete distintas formas de opressões e, por vezes, agressões, como você vê uma atuação dos homens no ensino infantil que garanta a desconstrução do próprio estereótipo social do "ser homem"?

Grande abraço. Tenha um ótimo evento!

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HELENA BELLAN DE CAMARGO respondeu o tópico "Institucionalidade do PCC"

Publicação: PCC: a institucionalização do crime no Estado de São Paulo

Olá, Helena, espero que esteja bem!. Parabenizo pelo seu excelente trabalho!!

Peço licença deste perfil para dialogar contigo. Sou mestrando do PPGCS da Unesp de Marília, como você, eu pesquiso essa temática dentre o campo das ciências sociais, focando nas relações do mundo do crime, periferias, forças políciais e PCC (este último é o meu principal objeto de pesquisa, que foi alvo de uma IC e TCC). Estou escrevendo esta mensagem pois a minha monografia (e agora minha pesquisa de mestrado) tocou em pontos de diálogo com sua pesquisa. Na minha visão, vejo que o PCC têm uma relação tênue entre os âmbitos legais e ilegais, o que interliga sobre a questão da institucionalidade que voce citou no vídeo, sendo em algumas dimensões, um fator institucional, e em outras, não-institucional (o que trabalhei no TCC como várias dimensões de um mesmo todo). Esse tema é complexo, o que propõe novas analises que enriquecem o debate. 

Caso queira, posso enviar minha monografia para te mostrar essa hipótese que comentei. Vou deixar meu e-mail: [email protected]

Do mais, parabenizo seu trabalho e espero que tenha sucesso em sua jornada. É muito bom ver pessoas que pesquisam o mesmo tema!

Eduardo Dyna

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ana Carolina Santos Gomes respondeu o tópico "Algumas questões"

Publicação: A ESCOLA INVISÍVEL: um retrato quem cuida e educa, mas sem visibilidade.

Olá, Ana Carolina, 

Sou doutoranda em Linguística Aplicada (IEL/UNICAMP) e foi um prazer ler o seu trabalho. Parabéns pela pesquisa e por abordar um tema tão importante!

Gostaria de fazer algumas perguntas:

1) Quanto à metodologia do trabalho, você afirma que foram feitas cinco perguntas às entrevistadas, quais foram elas? 

2) As entrevistadas descreveram quais mudanças foram feitas nas suas práticas profissionais cotidianas para a adoção do método do acolhimento? Se sim, quais foram elas?

3) Como as teorias da psicanálise contribuíram para a análise dos dados obtidos?

Muito obrigada!

Um abraço,

Ana Luiza Bittar