Feed de Atividades

Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
Outros

OLAVO HENRIQUE HOFFMANN respondeu o tópico "Questionamento"

Publicação: CRESCIMENTO E POTENCIAL ACIDOGÊNICO DE Streptococcus mutans ADAPTADO À FERMENTAÇÃO DE LACTOSE

Boa tarde! Gostaria de também parabenizar os autores do trabalho. É um trabalho relevante dentro dessa temática da cariogenicidade do leite, o que demonstraram acontecer quando as células são adaptadas à lactose. Nesse sentido, quanto tempo de exposição à lactose seria necessário para torná-las adaptadas para fermentar este açúcar? Agora, extrapolando um pouco os resultados, a amamentação por um grande período de tempo seria suficiente para causar essa adaptação e, com isso, tornar o leite cariogênico ou existem outras substâncias que contrabalanceariam os ácidos resultantes da fermentação da lactose? Por fim, por que foi utilizado a glicose como grupo de comparação e não sacarose que é considerado o açúcar mais cariogênico da dieta. Muito obrigado! 

Outros

ANA PAULA MENEZES DE FREITAS FRANCESCHINI e outra pessoa responderam o tópico "Ineficácia do tratamento com anti-TNF-a"

Publicação: IMUNOGENICIDADE RELACIONADA AO USO DE ANTITNF-α NA DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL: UMA REVISÃO LITERÁRIA

Olá Ana Paula, como vai?  Primeiramente gostaria de parabeniza-la pelo trabalho, achei bem interessante o assunto abordado.

Eu fiquei com uma dúvida a respeito da ineficácia do uso dos anti-tnf-a no contexto terapêutico das DII. Você abordou no trabalho que uma das dificuldades é que alguns pacientes com DII apresentam uma resposta desfavorável ao uso desta opção de tratamento (1/3) que é por meio da utilização de anticorpos monoclanais (Mab's) correto?  Sabemos da existência de várias classes de anticorpos monoclonais, como abordado na sua apresentação, como aqueles 100% humanos, ou então com sua estrutura parcial de murinos. Neste sentido, você saberia me dizer se existem estudos que demonstram uma maior eficácia na utilização de um tipo, ou outro, entre as classes de anticorpos monoclonais? Como é definido qual tipo de anticorpo será implementado na terapêutica do paciente?

Uma outra questão é sobre uma segunda opção de avaliação para detectar a ineficácia da utilização de Mab's, onde você aborda a utilização de ensaios de fluxo lateral. Entretanto, me pergunto se este teste em questão apresenta uma sensibilidade tão alta quanto a técnica de ELISA, a ponto de ser utilizada na rotina clínica como uma segunda opção em locais onde a realização do Elisa não é viável. É seguro de fato essa troca de metodologia?

Agradeço pela oportunidade.

 

Att, Felipe Cezar. 

 

Outros

JOSÉ NILTON BOAVENTURA DA SILVA JÚNIOR e outra pessoa responderam o tópico "Feedback"

Publicação: Fatores associados ao consumo de açúcares de adição de idosos da região de Campinas – SP

Olá José. Muito interessante seu trabalho, pois você relaciona os resultados obtidos do consumo de açúcar com vida social do idoso, e como isso acaba interferindo na alimentação do individuo. O que é muito pertinente. Muito bem escrito, discutido. Uma sugestão para próximos trabalhos seria  utilizar na  metodologia o recordatório 24h adaptado à habitualidade, visto que idosos tem mais dificuldades em lembrar-se do que se alimentou, se perguntar o que ele consome habitualmente naquele horário, provavelmente terá menos interferência do viés esquecimento, e também será mais fidedigno do que ele consome no dia-a-dia. No mais, parabéns pelo trabalho da sua equipe. 

Outros

Pedro Nogueira e 2 outras pessoas responderam o tópico "Perguntas"

Publicação: Efeitos da suplementação com óleo de coco na via de sinalização da leptina no hipotálamo de camundongos Swiss saudáveis.

Gostei bastante do tema! Muito bom trabalho! Parabéns Ana Beatriz pela excelente apresentação e belos excelentes resultados.

Algumas Perguntas:

1-Na figura 1, gráfico B, você avaliou a quantidade em gramas de ingestão alimentar. Por acaso você avaliou se os camundongos comeram a mesma quantidade em calorias?

2-Houve redução no peso corporal dos camundongos tratados com leptina? 

3-Na figura 1, gráfico C, é possível observar que o tratamento com leptina foi incapaz de aumentar o gasto energético, porém houve modulação nos neuropeptídeos hipotalâmicos, bem como aumento na fosforilação de Satat3. Você acha que o tratamento com leptina pode ativar uma termogênese no tecido adiposo marrom?

Obrigado pela atenção e parabéns pelo belo trabalho!

 

Outros

GABRIELA APARECIDA DA SILVA e outra pessoa responderam o tópico "Feedback"

Publicação: Avaliação morfológica e molecular de componentes fibrilares da matriz extracelular da cérvice e vagina de camundongos primíparos e multíparos senescentes durante a prenhez

Olá, Gabriela! Parabéns pelo teu trabalho, está muito bem delineado, gostei muito dos resultados e suas imagens da histologia estão lindas! Só algumas pequenas considerações e dúvidas:

1) Na pg 3 acredito ter acontecido algum erro de configuração das duas colunas do texto e talvez esteja faltando algum texto ao final da primeira coluna.

2) Quantas secções por animal você utilizou para quantificar o lúmen da vagina e cérvice ou foi uma foto por animal? Seria interessante você fornecer essa informação na parte da metodologia e na legenda da tabela nos resultados também, indicar se o valor da tabela é a média ou mediana do grupo, você pode indicar também o desvio padrão para enriquecer ainda mais.

3) Você vai realizar testes estatísticos nesses dados morfométricos posteriormente? Seria bem interessante para que você possa afirmar se o aumento é estatisticamente significativo.

Parabéns e continue firme!

Abs

Outros

Milena de Souza Carvalho respondeu o tópico "Questionamentos e sugestões"

Publicação: A COMUNICAÇÃO E A VULNERABILIDADE COMUNICATIVA NA RELAÇÃO COM O PACIENTE NA PERSPECTIVA DE ESTUDANTES DE ENFERMAGEM, FONOAUDIOLOGIA E MEDICINA DE UMA UNIVERSIDADE DO INTERIOR DE SÃO PAULO

Milena,

Parabenizo pelo trabalho, riquíssimo para se pensar na formação destes futuros profissionais de saúde. A comunicação no trabalho dos profissionais de saúde é uma ferramenta importantíssima e que precisa ser aprimorada e avaliada.

Gostaria de conversar com você algumas coisas:

  1. Como você avalia a formação de acordo com os cursos (enfermagem, fonoaudiologia e medicina) o quanto ela contribui para a construção da comunicação dos atendimentos?
  2. Descreva um pouco mais das estratégias da comunicação para alguém que não fala.
  3. Como você compreende a relação da escuta com a comunicação?
  4. Em que este trabalho contribuiu para a sua aprendizagem?
Outros

DANIELLE FERREIRA SOBRAL DE SOUZA e outra pessoa responderam o tópico "Dúvida e Sugestões"

Publicação: Avaliação da eficácia clareadora de agentes contendo peróxido de hidrogênio e Biosilicato®

Olá Raí, tudo bem?!

Gostaria primeiro de parabenizar você e sua equipe pela realização do trabalho. Tenho certeza do quanto você dever ter aprendido com a Camila como mentora.

Também parabenizo a sua apresentação de vídeo, ficou mais claro de entender seu trabalho.

Tenho algumas perguntas e sugestões a fazer sobre seu trabalho apresentado e após leitura do resumo.

Dúvida:

1 - A análise de pH foram feitas nos tempos 0 (inicial), 5, 15, 30 e 45 minutos, certo? Gostaria de saber se o gel foi mantido em contado com o eletrodo durante o tempo todo da reação e quantas amostras por grupo foram realizadas?

2 - Por que os resultados de MEV não estão incluidos no resumo expandido?

3 - As concentrações de BS utilizadas no resumo de acordo com o objetivo são 0, 5, 10 e 15%, porque depois aparece resultados de 2,5 e 7,5% em pH, isso ficou um pouco confuso?

Sugestões:

1 - Rever as siglas dos grupos para manter a uniformidade ao longo do texto

2 - Figuras 1, 2 e 3 colocar a legenda das siglas dos grupos, pois isso facilita a leitura do trabalho;

3 - Inserir os resuldatos de MEV isso mostra a relevância frente a morfologia dental após a utilização do gel

4 - Rever as concentrações de BS utilizadas no texto do resumo, para o pH pois as concentrações de BS utilizadas no gel para clareamento não incluiam 2,5 e 7,5%. Então sugiro deixar mais claro isso, pois dá a entender que essa últimas porcentagens não seriam incluídas no estudo.

5 - O que vocês acham de incluir na conclusão que a mistura do gel com BS deve ser feita imediatamente antes do seu uso? Penso isso pois foi relatado na fase 1 que "Todos os grupos com carbopol apresentaram incorporação adequada da partícula de BS ao gel no tempo imediato, contudo 24 h após a incorporação, foi observado falta de homogeneidade do gel, o qual apresentou grumos. Portanto, foi classificado como adequado com restrições. Entretanto, os grupos 0BS e 2,5BS não apresentaram viscosidade de gel após a mistura com peróxido de hidrogênio (PH)."

6 - O que vocês acham de colocar na conclusão qual foi o espessante mais adequado para a manipulação do gel? Acredito que sejam contribuições importantes para a literatura científica.

7 - Qual foi o número de amostra por grupo? Sugiro deixar claro isso no texto.

8 - Seria interessante uma tabela com a composição de cada grupo.

No mais gostaria de reforçar meus parabéns para toda equipe. É sem dúvidas um trabalho muito promissor e tem bastante a contribuir com a literatura a respeito de clareamento dental. E também reforço que as sugestões deixadas aqui são pensadas para deixar o trabalho de vocês ainda mais robusto, visando uma excelente publicação.

 

 

Outros

STEPHANNIE FIGUEIRÊDO DE LIMA e outra pessoa responderam o tópico "Não aderência ao tratamento"

Publicação: USO DE IMUNOBIOLÓGICOS NA PSORÍASE - AVALIAÇÃO DE 10 ANOS DO AMBULATÓRIO DE DERMATOLOGIA DA UNICAMP

Boa tarde Stephannie, tudo bem?

Gostaria de te parabenizar pelo trabalho! É um assunto de extrema importância, principalmente quanto a abrangência de imunobiológicos.

Gostaria de conversar com você em relação à achados laboratoriais que possam confirmar uma possível falha. Entendo que o IGA é uma escala amplamente utilizada e já firmada quanto a psoríase, mas gostaria de saber sua opinião sobre a possibilidade de se utilizar dosagens séricas da medicação como adjuvante na confirmação dessa possível falha. Você acha que somente a escala é suficiente para afirmarmos uma possível não aderência ao tratamento? Seria um bom parâmetro para que mudássemos a classe de imunobiológico, por exemplo? No mesmo contexto, em casos de excesso de medicação se aplicaria também?

Agradeço de antemão, e parabenizo mais uma vez pelo trabalho!

 

Outros

MARINA MARTINS DA LAVRA e outra pessoa responderam o tópico "Avaliação"

Publicação: Avaliação dos efeitos clínicos do uso de uma emulsão de sinvastatina tópica em pacientes com dermatite atópica: fase pré-clínica

Olá Marina, tudo bem? Eu sou a Kátia, sou uma de suas avaliadoras/es. Primeiramente eu gostaria de parabenizar o seu trabalho de pesquisa, o tema é de extrema relevância e adorei a forma como você apresentou seu vídeo. Os slides estavam muito bem estruturados o que contribuiu ainda mais no entendimento juntamente com a sua apresentação e resumo! Gostaria de fazer algumas perguntas e comentários para complementar essa troca de conhecimento e aprendizado, inclusive, também trabalho com a sinvastatina, visando seu mecanismo de ação!

- Na introdução foi mencionado que a idade é um fator diferencial na fisiopatologia da DA. Como foi pensado esse fator na escolha dos pacientes/voluntários? Percebi que variou bastante a faixa etária, esse realmente foi o intuito? Para poder verificar esse ponto, inclusive no estudo clínico?

- Outro ponto que deve ser levado em consideração, inclusive você mesmo comentou, foi o fato de haver uma variação na microbiota que é característica da doença, essa microbiota também varia dependendo da região corporal estudada. Vocês pensam em trazer isso na discussão, além do fator idade?

- Ao final da apresentação, você mencionou que está sendo desenvolvido também um questionário para os pacientes/voluntários, inclusive para facilitar o a avaliação dos critérios de inclusão e exclusão. Não sei se vocês já pensaram nisso, mas frequentemente paciente com DA, além de medicamentos de uso tópico também utilizam alguns via oral como antialérgicos, anti-inflamatórios, entre outros e seria interessante ter essa informação pois, isso pode ser uma variante nos resultados de vocês, inclusive no ensaio clínico.

Ah, anotei aqui para comentar com você alguns detalhes, mas que são importantes. Sobre a escrita do nome científico, observei variação da escrita no resumo e também na sua apresentação. Sempre deixar em destaque no texto (usamos normalmente itálico), vi que algumas vezes estava e outras não... Ah, e sempre que citar um nome pela primeira vez no texto escrever ele por completo e quando houver abreviações colocar o ponto após palavra abreviada. A escrita estava ótima viu, de fácil entendimento e bem explicada!

Acho que são essas as perguntas e comentários. E novamente, parabéns pelo trabalho, resumo e apresentação!

 

 

Outros

PEDRO HENRIQUE PENHA DE OLIVEIRA CAFÉ e 3 outras pessoas responderam o tópico "Trabalho"

Publicação: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS E SUA RELAÇÃO COM A MOTIVAÇÃO EM ESPORTES COLETIVOS

Oi Pedro, parabéns pelo trabalho! O tema é muito interessante e relevante para a área. Destaco que gostei bastante do seu vídeo, bem claro e explicativo. Contudo, tenho algumas duvidas: 1- Vocês fizeram alguma associação com uma modalidade específica ou com a idade dos voluntários para saber se a motivação variava conforme a modalidade esportiva ou a faixa etária ? 2- Qual era a frequência dos treinos e todos os voluntários da pesquisa eram atletas universitários? 3-No questionário ou na entrevista vocês perguntaram para os voluntários qual era o objetivo da prática? 4-Esse estudo terá continuidade ? Se sim, quais serão os próximos passos?