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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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Patrícia Andréa Borges respondeu o tópico "Pesquisa interessante!"

Publicação: PCC: a institucionalização do crime no Estado de São Paulo

Olá, Helena! Tudo bom? Espero que esteja tudo bem com você e sua família!

Gostei muito da sua pesquisa e a achei muito interessante. Gostaria de fazer uma pergunta: Dada a capilaridade das ações do PCC em todas as instâncias da sociedade, conforme o resumo:

"O Primeiro Comando da Capital se relaciona com o Estado na briga pela legitimidade, porém acaba por tomar espaços físicos e de organização social que o Estado falha em alcançar, sendo concretizada cada vez mais a sua posição de poder paralelo e se modificando gradualmente para a manutenção do pacto voluntário firmado há tantos anos".

Ou seja, o PCC está onde o Estado não chega: nas periferias, na população mais vulnerável. Sendo assim, é possível mensurar o capital político que o PCC mobiliza?

Parabéns para você e para o seu orientador pela pesquisa interessantíssima!

Patrícia

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3 pessoas gostaram do tópico "Perguntas sobre o resumo"

Publicação: Material didático de Português para falantes de espanhol no contexto de internacionalização acadêmica

Oi, Angélica, tudo bem?


No resumo você menciona que analisará também a questão do “Panoptimo”, mas não consta. Poderia falar um pouco sobre como foi essa aula? 
Sou professora de português para hispanofalantes, realmente, a proposta do ensino baseada na comparação entre as línguas funciona muito bem tanto devido às semelhanças como para ressaltar os falsos cognatos. Fiquei com uma dúvida: todo o material didático utilizado em classe são produzidos pela professora que ministra o curso? Ou ela também faz uso de outros suportes, como livros didáticos? 

Adorei a pesquisa, espero que você possa dar prosseguimento a ela no futuro. Obrigada, Viviane

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MATHEUS PARANHOS GIOLO MEZADRI e outra pessoa responderam o tópico "O legado político de Nasser e o Egito pós-2011"

Publicação: A crista do pan-arabismo: Nasser e os usos políticos do rádio, 1956-1958

Caro Matheus, primeiramente parabéns pelo trabalho, me parece muito promissor e interessante. Espero inclusive que você o desenvolva em pesquisas mais  extensas. Sou um tanto leigo quanto ao mundo Árabe e a questões do grande Oriente Médio, então vou ficar um pouco na superfície do tema tentando entender pontes de seus estudos com o presente. Que legados mais claros podemos entender das políticas panarabistas de Nasser no Egito atual? Pergunto tendo em conta da participação de nasseristas na derrubada do governo Mubarak . Esse setor não me parece ter dialogado com o governo islamita do Morsi, e também não acho que dialogue com a administração al Sisi e suas políticas intervencionistas como player geopolítico regional (inclusive com suspeitas de discretos apoios nos recentes golpes no Sudão e na guerra civil que se arma na Etiópia). Em suma, onde ficam os nasseristas e seu projeto/legado político no pós-2011?

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ERIC GOMES ALVES DOS SANTOS e 2 outras pessoas responderam o tópico "Comentários iniciais "

Publicação: A Bancada da Bala em dois tempos: análise comparada de trajetórias sociopolíticas de policiais parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Prezado, Eric Gomes.

 

Primeiramente gostaria de parabenizar a qualidade de sua apresentação e do trabalho escrito.

 

A seguir levanto algumas questões que acredito que precisam ser respondidas ao longo do seu texto:

 

1-Qual a justificativa para a escolha do tema?

2- O que motivou a escolha por apenas dois parlamentares?

3- Qual a justificativa para a escolha da metodologia do trabalho?

 

 

Sugestões ao seu trabalho:

 

1- Ampliaria o escopo da pesquisa.

 

2- Optaria por pesquisar a Câmara dos Deputados.

 

3- Utilizaria outra variáveis para a coleta de dados.

 

4- Sugiro ampliar a revisão da literatura acerca do tema.

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LUCAS MARIANO DA SILVA MOREIRA ROMERO RIOS e outra pessoa responderam o tópico "Sobre a pesquisa..."

Publicação: Autismo e ensino de Geografia: Pandemia e os desafios para um ensino inclusivo

Lucas, tudo bem? Eu sou Luciana, docente da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. Assisti ao vídeo sobre sua pesquisa de IC. De fato, o ensino formal para crianças com transtorno do espectro autista é um desafio e o ensino remoto aumentou, ainda mais, esse desafio. Por isso é importante pensarmos em métodos alternativos que considerem as particularidades dessas crianças. Considerando que o espectro autista é amplo, ou seja, cada criança tem características que se assemelham, mas também características muito próprias, é preciso que o ensino, remoto ou presencial, seja inclusivo e interessante. À título de informação, a política nacional de humanização discorre sobre o termo portador, considerando-o inadequado, uma vez que os indivíduos não portam uma doença e/ou condição, mas vivem com ela. Então, recomenda-se utilizar criança com transtorno do espectro autista ou criança que vive com transtorno do espectro autista. Evita-se portadora de autismo ou autista. Parabéns pelo seu trabalho! Abraços.

 

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MARINA CARRARA respondeu o tópico "Comentários "

Publicação: ENTRE RECEITAS E REMINISCÊNCIAS: DE ANINHA DA CASA VELHA DA PONTE À POETA DOCEIRA CORA CORALINA

Parabéns pelo trabalho. Gostei muito da perspectiva  interdisciplinar da pesquisa, de chamar atenção para os aspectos afetivos da alimentação e sobre seus efeitos  na vidas das pessoas, tanto daqueles que transformam os alimentos, no ato de cozinhar, como daqueles  que os comem. Essas reflexões, a partir do diálogo com a obra literaria de Cora Coralina, foi muito bem feita e mostrou como literatura  e nutrição tem muito que conversar.

Gostaria de saber Marina, como você chegou a esse tema de pesquisa e como definiu seu objeto, porque achei um trabalho muito  sensível também.

Caso tenha intenção  de continuar nessa linha de pesquisa, a literatura do autor moçambicano Mia Couto pode render mais conversas com a literatura.

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Laís Lorenço respondeu o tópico "Cinema e o real"

Publicação: MULHERES MIGRANTES NO CINEMA BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO

Olá Gustavo, tudo bem?
Parabéns pelo trabalho!

Adorei a abordagem e organização dos filmes em uma "espiral migrante", levando em consideração a trajetórias de suas protagonistas. Outro ponto de destaque do seu resumo, foi o método de mapas e constelações, acho que é um caminho extremamente frútifero para o desenvolvimento da pesquisa.

Me pare interessante, entretanto, pontuar a partir da sua fala, como o cinema em si não é o real. Ele, no caso, é a possibilidade de criação de realidades, correlatas e a partir de elementos do mundo real.

A partir disso, fico ainda mais interessada em saber como seu estudo seria aplicado nas salas de aula, que você diz ser um objetivo. Fico interessada em saber alguns exemplos, a partir da sua pesquisa, que indicariam para novas aborgagens no ensino de geografia.

Abraço.

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MARINA CARRARA respondeu o tópico "Perguntas sobre o resumo"

Publicação: ENTRE RECEITAS E REMINISCÊNCIAS: DE ANINHA DA CASA VELHA DA PONTE À POETA DOCEIRA CORA CORALINA

Olá, Marina, tudo bem?


Adorei a pesquisa, sou grande fã da obra de Cora Coralina e achei muito interesse seu estudo sobre a relação entre literatura e alimentos.
Você mencionou que grande parte da obra dela é autobiográfica, queria te perguntar se na pesquisa sobre também incluiu teorias de escritas de si (se não, recomendo Lejeune).
Também fiquei curiosa em saber quais os outros escritores com quem você traçou paralelos na pesquisa.

Por fim, dentre suas considerações finais, qual tem sido para você o maior ganho da pesquisa para a sua formação como pesquisadora?

Muito obrigada, foi um prazer ler seu resumo e ouvir sua apresentação. Viviane

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Gabriela Rocha Rodrigues de Oliveira respondeu o tópico "Parabéns e algumas questões"

Publicação: A INOVAÇÃO SOCIAL NOS PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DA UNICAMP

Boa tarde, Renan.

Primeiramente, gostaria de lhe dar os parabéns pela pesquisa.

Lendo o seu resumo, fiquei com algumas dúvidas:

1) O que exatamente você caracteriza como sendo o "front" da Tecnologia Social?

2) Ainda nessa linha, com bases no seu levantamento bibliográfico, você consideraria possível a construção de modelos de Inovação Social que envolvessem o desenvolvimento de tecnologias avançadas (ex.: farmacêutica) ou o foco deve ser voltado a soluções "mais simples" e acessíveis?

3) Por fim, gostaria de saber se houve, de fato, a execução da parte da pesquisa que se propunha a observar os projetos de extensão da FCA. Entendo que a pandemia possa ter prejudicado o andamento desta etapa, mas seria interessante se você pudesse ao menos mecionar alguns exemplos que você tem acompanhado, dado que esse me parece ser o objetivo central da sua pesquisa.

Muito obrigada pela atenção e boa sorte em sua trajetória!

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TATIANE FREIBERGER NASCIMENTO respondeu o tópico "Apontamentos"

Publicação: SOBREVIVÊNCIA E EDUCAÇÃO: pesquisa bibliográfica sobre a temática da sobrevivência na escola

Olá, Tatiane! Espero que este comentário lhe encontre bem. 

Gostei bastante de seu vídeo-pôster, especialmente por conta da trilha sonora ("ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro..."). A relevância de seu trabalho é indiscutível e, por isso, trago alguns apontamentos que me despertou curiosidade. 

I. Qual a definição conceitual de "sobrevivência" que está utilizando? Acho que contribuiria ao trabalho esta ser uma das primeiras coisas a serem apresentadas.

II. O processo de revisão bibliográfica pode ser mais detalhado em seu trabalho, por exemplo: critérios de escolha e exclusão dos eixos temáticos, citação dos trabalhos mais relevantes ao que se está trabalhando etc. Esse processo é importante para o conhecimento do/a leitor/a.

 

Acredito que este seja um recorte de sua pesquisa e há muito caminho a percorrer mas, neste primeiro contato, mais informações podem ser apresentadas.

Parabéns por seu trabalho!!! :)

Abçs, 

Letícia Lima de Souza.  

  

 

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Bianca Amancio respondeu o tópico "Elogios e Comentários "

Publicação: A Amefricanidade e as práticas alimentares: elaboração de uma cartilha em Educação Alimentar e Nutricional a partir do "Quilombo na cozinha: receitas tradicionais quilombolas"

Bianca parabéns pela sua pesquisa, pelos temas levantados e por sua dedicação. A proposta desse trabalho é muito pertinente e vejo que tem potencial  para ser ampliada em parceria com atores sociais, coletivos e instituições. Destaco como você conseguiu dialogar com diferentes  áreas do conhecimento , como as ciências sociais, a educação e a nutrição, mostrando  a qualidade  e a potência do seu trabalho. 

Gostaria de fazer  algumas perguntas: como foi a reação das professoras nas oficinas? como elas reagiram primeiramente  ao tema? Quais as duvidas e os comentários que surgiram nesses espaços?

Você chegou a entrar em contato com a comunidade que participou  do "Quilombo na cozinha"? Acredito  que  eles teriam interesse no seu trabalho.

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ALEXANDER LUCAS PEREIRA e outra pessoa responderam o tópico "Questão gerais "

Publicação: Conflitos territoriais quilombolas como tema fundiário, sociocultural e de segurança pública: levantamento e sistematização de dados para o período 2016-2022 (Brasil)

Olá Alexander, primeiro gostaria  de parabenizar pelo trabalho, levando em consideração a relevância da pesquisa e dos dados produzidos que mostram como desde 2016 as políticas voltadas para os quilombolas e povos indígenas vêm sendo atacadas, bem como seus direitos frequentemente violados.

Gostaria de fazer algumas perguntas. Primeiro, com base no seu texto, quais são  as sugestões de "abordagens  futuras" que sua pesquisa e seus dados te levaram  a pensar?

Também  gostaria, se você pudesse, de falar um pouco mais como funciona a ferramenta MediaCloud e o que você  é seu orientador estão pensando  em fazer com esse  banco de dados?

Você também  poderia falar um pouco mais sobre a equipe  do Panorama Quilombola,  como ela funciona, seus objetivos, trabalhos...

Por fim, queria saber se pesquisa terá  continuidade, quais  as ideias para as próximas etapas  da pesquisa.

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FLÁVIA EDUARDA GOMES HEBLING respondeu o tópico "Sobre a pesquisa..."

Publicação: A desigualdade de gênero e difusão de estereótipos femininos entre as crianças pequenininhas no coletivo da creche

Flávia, tudo bem? Sou Luciana, docente da Faculdade de Enfermagem da Unicamp e fiquei com uma dúvida. Você disse que utilizou a etnografia não presencial. Quais foram seus referenciais teóricos? A etnografia implica na utilização da observação participante, isto é, o pesquisador precisa ficar em contato direto com o grupo estudado por um período de tempo, segundo Malinowski. Por isso fiquei curiosa sobre esta modalidade de etnografia. Ainda sobre as crianças pequenininhas com idade entre 0-3 anos gostaria de saber qual referencial/autor utiliza o termo 'pequenininha'. Isso porque o período de 0-3 anos é o período intitulado Primeiríssima Infância, conceito difundido pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. Essa faixa etária é classificada como lactentes e toddlers. O termo "pequenininha" dá a impressão de uma classificação por tamanho, sendo que o tamanho de crianças de 0-3 anos, embora haja uma média brasileira, tem inúmeras variáveis. 

 

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AGNES RODRIGUES LEMOS respondeu o tópico "Elogio e curiosidade acerca da motivação da pesquisa"

Publicação: Atletas Trans no Esporte Profissional no Brasil - Controvérsias e tensões no debate em torno do PL 346/2019

Olá Agnes!

Primeiramente, gostaria de cumprimentá-lo pelo trabalho, sobretudo por tratar deste tema dentro da academia. Trabalhos como o seu reforçam a importância de prezarmos pela proximidade entre Ciência e pautas no debate público. Me interessei pessoalmente pela discussão traçada em sua pesquisa. Amante e espectadora assídua do voleibol nacional, acompanhei as discussões geradas com a contratação da atleta Tiffany Abreu pelo time de vôlei feminino do SESI-Bauru, agora atleta do Osasco. Gostaria que você contasse um pouco, se achares pertinente, sobre quais motivações lhe conduziram especificamente ao recorte dos esportes para tratar da inclusão de pessoas trans. Novamente parabenizo pelo trabalho! Siga em frente com o fazer Ciência!

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Fabricio Falcao Ansante respondeu o tópico "Recepção do livro e próximos passos da pesquisa"

Publicação: A língua a serviço da modernização: a construção de um imaginário progressista de língua nacional em Emília no País da Gramática de Monteiro Lobato

Olá, Fabrício

Em primeiro lugar, parabéns pela sua pesquisa, pelo seu texto e pelo vídeo! Você explicou os objetivos e resultados da pesquisa de maneira bastante clara e coerente! Sua pesquisa é muito relevante, e eu fiquei curiosa sobre alguns dos aspectos presentes no seu texto. 

Um dos pontos que você mencionou algumas vezes é o de que esse livro de Lobato não teria sido escrito apenas para o público infantil, pois o autor escreve "também para convencer todos aqueles que acreditam e anseiam por seu projeto progressista", como acadêmicos e gramáticos. Por isso, gostaria de saber se você já pesquisou ou pretende pesquisar como foi a recepção do livro na época. Talvez seja interessante investigar como os gramáticos, acadêmicos, professores, críticos e pessoas da sociedade em geral receberam o livro. Ele recebeu muitas críticas negativas? Há indícios de que ele foi utilizado como base para os que acreditavam nesse projeto modernizador de Lobato?

Gostaria de saber, também, os próximos passos da sua pesquisa. De que forma você pretende relacionar a obra Emilia no País da Gramática e as Histórias da tia Anastácia?

Parabéns mais uma vez pelo seu trabalho!

 

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GIOVANNA MAIA TAVARES DE ALMEIDA respondeu o tópico "Parabenização"

Publicação: "Officer Ukuma" e a questão da identidade na Okinawa do pré-guerra

Oi Giovanna! Parabéns pela sua pesquisa! Fiquei muito surpresa em encontrar um estudo sobre este assunto por aqui. Sou descendente de Okinawa e seu texto me fez refletir sobre o assunto.
Não sou estudiosa sobre o tema mas achei interessante compartilhar uns pensamentos.

Aqui no Brasil, apesar de estarmos em um país diferente desde o nascimento, inseridos em outra cultura e fazendo parte dela, essa discriminação se perpetua entre os brasileiros descentes de japoneses (me fez pensar em como a cultura discriminatória é tão difícil de ser descontruída). E uma outra coisa que fiquei pensando, é em como as vezes é complexo explicar essa diferença cultural vivendo no Brasil, pois tem pessoas que gostam de simplesmente comentar (devido minha aparência física) como gostam e admiram a cultura japonesa e descrevem uma cultura da qual não me identifico.

Muito obrigada pelo seu trabalho, e parabéns novamente por trazer o tema para este Congresso. Fiquei muito feliz em ver a história dos meus antepassados por aqui. Muito sucesso para você!