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Log inINTRODUCTION AND OBJECTIVES: p53 is a phosphoprotein composed of 53 kDa and 393 amino acids; it is encoded by the TP53 gene that is located on the short arm of chromosome 17. When active, p53 adopts a tetrameric form and is mostly regulated by the MDM2 protein. Known as a “guardian of the human genome”, p53, under stress conditions, is able to promote the cell cycle stop in the G1/S phase, the induction of p21, among other defense mechanisms, allowing the repair of DNA that was previously disabled. If these mechanisms fail, p53 protein triggers the apoptotic cascade signals and the cells can go to into apoptosis, preventing the error from spreading. There are few studies regarding the role of vitamin K in the activation of wild-type p53, however, there is evidence that vitamin K2 is capable of inducing apoptosis via p53 in hepatocarcinoma cell lines that express wild-type p53 (Smmc-7721). Bearing in mind that vitamin K2 induces apoptosis by activating wild-type p53, we aim to test a group of compounds, which are menadione derivatives with methyl-1,2,3-triazole substitutions in breast cancer cell lines that express wild type p53. MATERIAL AND METHODS: To clarify the mechanism of p53 activation in breast cancer cell lines expressing wild-type p53, we screened the vitamin K-derived compounds by evaluating cell viability using the MTT reduction technique in MCF-7 (wild-type p53) and MDA-MB-231 (mutant p53). In addition, the dose-response curve (IC50) of selected compounds was performed after the cell viability assay. RESULTS AND CONCLUSION: With screening assay, using the compounds at 10 µM, we observed that, after 72 h, six compounds (RCT-02, RCT-04, RCT-07, RCT-11 and RCT-12) were more effective to decrease the cellular viability of MCF-7 cells when compared to MDA-MB-231 cells. The compounds that decreased MCF-7 cell viability by 50% or more, when compared to the same treatment in the mutant cell line were chosen to continue this study. Subsequently, with dose-response curves, we were able to calculate the IC50 values of these compounds. Given the above findings, we will seek in the future to assess which of the six compounds are capable of activating and modulating wild-type p53, as well as to elucidate the molecular components involved in the process.
Sara Santos Bernardes
Oi Raíssa! Parabéns pela apresentação! Gostaria de te perguntar se os derivados de vitamina K não exerceram nenhum efeito sobre a linhagem TP53 mutante. No tratamento de 48 hs, a impressão é de que algumas drogas aumentaram a viabilidade na MDA-MB-231. Obrigada!
João Marcos de Azevedo Delou
Olá Raíssa,
Parabéns pelo trabalho. Muito interessante.
Considerando as características do ensaio de MTT, recomendo a leitura de uma mini-revisão feita pela Promega sobre seu mecanismo e limitações (https://www.promega.com.br/resources/pubhub/is-your-mtt-assay-really-the-best-choice/). Acredito que ela possa trazer nova luz sobre as interpretações dos resultados apresentados, pois eles podem estar mais associados ao metabolismo geral celular do que efeitos celulares de proliferação e morte.
A curva-dose resposta para cálculo do IC50 também foi feita pelo ensaio de MTT, certo?
Vocês pretendem confirmar estes resultados com uma segunda metodologia?
Obrigado
Raissa Eduardo dos Santos
Olá, João Marcos! Muito obrigada pela indicação da leitura sobre o MTT, irei realizá-la! Sobre a curva dose resposta (Ic50), realizamos por ensaio do MTT, todavia pretendemos futuramente buscar novas análises dos compostos selecionados (RCT-02, RCT-04, RCT-07, RCT-08, RCT-11 e RCT-12) através do vermelho congo! Muito obrigada pela pergunta!
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Raissa Eduardo dos Santos
Olá, Sara! Muito obrigada! Os compostos RCT, derivados da vitamina K, que permaneceram no estudo obtiveram um efeito em relação a diminuição da viabilidade celular da MDA-MB-231, porém um efeito menor em comparação com a MCF-7, este resultado já havia sido esperado de acordo com o objetivo do nosso trabalho. Todavia não nos atentamos a este aumento da viabilidade celular proposta por alguns compostos na MDA-MB-231 por agora, o qual foi mais evidenciado no tratamento de 48 h, mas é algo que podemos avaliar futuramente para uma melhor compreensão do efeito dos compostos em linhagens mutantes. Muito obrigada pela sugestão.
Sara Santos Bernardes
Mas se a MDA-MB-231 está representada no gráfico do tempo 03:23 na coluna preta, a impressão é que os tratamentos 2,3 e 6, por exemplo, aumentam a viabilidade em 48 hs (as barras estão maiores comparadas ao controle, ultrapassando 100%). Esse aumento é estatisticamente significativo?
Obrigada
Raissa Eduardo dos Santos
Os compostos podem se comportar de distintas maneiras em linhagens diferentes. No caso dos compostos citados pela senhora, de fato eles parecem estimular proliferação da linhagem MDA-MB-231. No entanto, o foco do nosso trabalho é encontrar compostos ativadores de p53 selvagem, a qual é expressa pela linhagem MCF-7, então, focamos em encontrar compostos que possuíssem maior afinidade por diminuir mais a viabilidade da linhagem selvagem para p53, deixando para futuras investigações que mecanismos estariam envolvidos no aumento de viabilidade da linhagem MDA-MB-241 após 48h de tratamento. Quanto a ser significativo, são sim quando comparados aos seus controles.
Raissa Eduardo dos Santos
Escrevi erroneamente, é MDA-MB-231 e não MDA-MB-241. Perdão e obrigada
Sara Santos Bernardes
Obrigada pela resposta!