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Francisco Bastos de Oliveira replied to the topic "Olá!"

Publication: FUNCTIONAL CHARACTERIZATION OF SMALL IN-FRAME INDELS AND C-TERMINAL NONSENSE VARIANTS OF BRCA1

Olá Thales! Está por aí?

Vou colar minha pergunta aqui embaixo para ir adiantando e dar uma rodada pelos outros posteres... se quiser ir postando a resposta, eu já volto.

Vamos lá…

Fiquei curioso com os resultados referentes a borda C terminal de BRCA1.

Achei interessante que a deleção da Y1863 tenha sido suficiente para impactar a capacidade transcricional de BRCA1 no sistema de Luciferase.

Na verdade, achei ainda mais interessante o fato de que a perda dos 5 resíduos subsequentes não tenham um impacto acumulativo, o que sugere que possam estar atuando em conjunto com Y1863.

Pergunta: Vcs pretendem gerar mutantes independentes desses resíduos para aa “inertes” (ex. alaninas)? Em outras palavras, substituir cada um deles isoladamente por uma alanina a partir do Y1863 até o I1858, mas mantendo os demais aas íntegros?

Isso daria uma medida se o fenótipo observado é decorrente, simplesmente, de uma questão espacial (de tamanho da borda C-terminal) e independentemente da composição ou se é algo mais “refinado” e que dependa das propriedades químicas dos aas que compõem essa borda.

 

 

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Ana Luiza Ferreira replied to the topic "Varias perguntas"

Publication: THE MOLECULAR SIGNATURE OF PROTEINS ASSOCIATED WITH EXOSOMES IS DISRUPTED BY HISTONE DEACETYLASE ACTIVITY INHIBITION IN THE GLIOBLASTOMA SECRETOME: IN SILICO CHARACTERIZATION

Oi Ana Luiza,

Minhas congratulacoes pelo teu estudo. Tenho varias perguntas:

  1. Por que usou DMSO? Seria devido ao mesmo solvente do inibidor (TSA)?
  2. Não ficou claro no resumo se tu isolaste os exossomos ou mesmo as microvesículas, antes de purificar o sobrenadante em tubos AMCON. Apenas no video foi dada a explicacao do procedimento. Aliás qual foi o cutoff da membrana de AMCON usada?
  3. Qual foi a viabilidade celular tanto no ensaio com DMSO e com TSA?
  4. Qual a toxicidade do DMSO para as células?

Não está claro a razão de não ter executado algum experimento para a visualização de exossomos e microvesículas por microscopia, por exemplo confocal. Ou mesmo usar anticorpo contra CD63. Ou um marcador negativo de vesículas (talvez calnexina). A sociedade Internacional de vesículas extracelular publicou alguns parâmetros que possam ajudar na detecção de EV (Lötvall J, Hill AF, Hochberg F, Buzás EI, Di Vizio D, Gardiner C, et al. Minimal experimental requirements for definition of extracellular vesicles and their functions: a position statement from the International Society for Extracellular Vesicles. J Extracell Vesicles (2014) 3(1):1–6.)

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Rayane Costa and 1 other person replied to the topic "Dúvidas "

Publication: EFFECTS OF PRE OR POST-TREATMENT WITH OUABAIN ON THE LYMPHOCYTE POPULATION IN A MURINE MELANOMA MODEL (B16F10)

Olá, Rayane!

Parabéns pelo trabalho e pela apresentação!

É bastante interessante que a oubaína não tenha efeito após o início do desenvolvimento do tumor! Vocês tem alguma hipótese para isso?

Vocês testaram o "tramento pós"  em algum outro período? Por exemplo, por volta do 15º dia? Ou testaram um tempo maior de tratamento com oubaína? Acredita que alguma dessas mudanças poderia interferir nos resultados?


No seu resultado 3, a oubaína aumenta o número de células B no baço dos animais sem melanoma (em relação ao animais sem melanoma não tratados). Nos seus resultados 7/8, a oubaína não aumenta as células B no grupo oubaína sem melanoma. Vocês tem alguma explicação para estes resultados discrepantes?

Obrigada!




 

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Isabella Guimarães and 1 other person replied to the topic "Dúvidas"

Publication: CELLULAR MECHANISMS OF ZIKA VIRUS INFECTION IN GLIOBLASTOMA MICROENVIRONMENT

Gabriella, parabéns pelo trabalho! Além de abordar um tema muito promissor na oncologia eu gostei muito da sua apresentação, foi bem clara e objetiva!

 

Gostaria de fazer algumas perguntas:

 

1 – Você utilizou duas linhagens de GBM no seu trabalho e identificou diferenças na quantidade de células marcadas e na viabilidade celular após a exposição ao ZIKV. Na sua opinião, por que encontrou diferença entre as linhagens? Essas linhagens são representativas de tumores de baixo ou alto grau, possuem alguma mutação específica que possa ser associada a essa diferença observada, possuem mais marcadores de CSC, presença de receptores que permitem a entrada do vírus, etc?

 

2 – Qual linhagem endotelial utilizou no seu trabalho?

 

3 – Você pretende caracterizar o meio condicionado?

 

4 – Quais são os próximos passos que você irá desenvolver para caracterizar melhor o papel oncolítico do ZIKV?

 

5 – Pretende avaliar a associação dos tratamentos convencionais para GBM e ZIKV nos seus modelos experimentais?

 

6 – Existe alguma limitação para o uso terapêutico do ZIKV nos tumores cerebrais? Na sua opinião, utilizar um vírus que pode ser transmitido com facilidade poderia constituir uma limitação para a implementação dessa estratégia terapêutica?

 

7 – Existe algum relato na literatura de pacientes com GBM que foram infectados por ZIKV e tiveram algum benefício clínico?

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Lucas nicolau de queiroz and 1 other person replied to the topic "Dúvidas e curiosidades"

Publication: EVALUATION OF CYTOTOXICITY AND SELECTIVITY OF Equisetum hyemale PLANT EXTRACTS ON ORALSQUAMOUS CELL CARCINOMA

Boa tarde, Lucas. Parabéns pelo trabalho. Vocês possuem bastante resultados e demonstraram que a apoptose parece ser a via de morte induzida pelo extrato. Vocês pretendem caracterizar melhor a apoptose, estudar vias de sinalização relacionadas ao mecanismo de ação do composto? Além disso, existem outros estudos in vivo sobre o efeito antitumoral do extrato, vocês pretendem avaliar o efeito antitumoral além do efeito tóxico desse extrato in vivo? Existem estudos em outros modelos tumorais?

 

Obrigada e parabéns pelo resultados promissores com o composto!

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Isabella Guimarães and 2 other people replied to the topic "Dúvidas"

Publication: HYPOXIA EFFECTS ON CANCER STEM CELL PHENOTYPE IN COLORECTAL CANCER: AN INTEGRATIVE REVIEW

Mateus,

 

Gostei da sua apresentação, foi bem clara. Parabéns.

Você realizou uma revisão integrativa acerca dos efeitos da Hipóxia no fenótipo de CSC no câncer colorretal. E gostaria de fazer algumas perguntas:

 

1 – Pretende realizar alguma etapa experimental durante o Mestrado?

 

2 – Quais marcadores de CSC foram utilizados nos estudos para caracterizar essa subpopulação específica (ex.: CD133, AXL, ...)? E quais foram as principais técnicas realizadas para essa identificação (Citometria, IHC, PCR ...)

 

3 – Em relação às intervenções terapêuticas levantadas na sua revisão, qual composto, droga ou fármaco, na sua opinião, tem maior chance de ser utilizado no tratamento do CRC? Existem estudos clínicos em andamento?

 

4 – Quais foram as principais abordagens realizadas nos estudos incluídos na revisão para avaliar a hipóxia? E quais os principais marcadores utilizados (detecção direta de HIF, expressão de genes regulados por hipóxia, ...)? E como a hipóxia foi induzida na maioria dos estudos (Modelos 3D, indução química, câmaras de hipóxia, hipóxia induzida por restrição de perfusão, ...)?

 

4 – Dentre os estudos incluídos na revisão quantos utilizaram modelos in vitro? Algum estudo utilizou modelos animais e/ou avaliou a relação entre hipóxia e CSC em amostras de tumores CRC?

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Isabella Guimarães and 1 other person replied to the topic "Parabéns pelo Trabalho."

Publication: A IKZF1 plus ABNORMALLY REFRACTORY CASE REPORT OF A PEDIATRIC PRECURSOR B-CELL ACUTE LYMPHOBLASTIC LEUKEMIA

Marianna, parabéns pelo trabalho! A apresentação foi clara e objetiva!

 

Gostaria de fazer algumas perguntas:

 

1 – Você mencionou no seu relato de caso que o paciente foi classificado pertencente ao subgrupo IKZF1plus, que apresenta um prognóstico bastante negativo. Qual a média esperada de sobrevida para os pacientes categorizados nesse subgrupo?

 

2 - O paciente em questão foi a óbito em menos de 1 ano após o diagnóstico. Na sua opinião, os SNPs identificados em vias importantes do sistema de reparo de DNA (BER, NER e HRR) contribuíram para esse desfecho? Outros pacientes incluídos no estudo também apresentaram SNPs nessas vias? E existem trabalhos na literatura que corroboram com esse achado?

 

3 – Você citou na apresentação que alguns estudos ainda estão em desenvolvimento para tentar explicar a ocorrência de alterações somáticas da LLA infantil. Quais estudos adicionais vocês pretendem realizar?

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Mariane Brandão da Silva Assis and 1 other person replied to the topic "Efeitos das nanopartículas CeO2-x e FexCe1-xO2-β em outras linhagens tumorais e em células normais de mama"

Publication: CERIUM AND IRON-CERIUM OXIDE NANOPARTICLES EXERT ANTITUMOR IN VITRO ACTIVITY AGAINST BREAST CANCER CELLS

Primeiramente, parabéns pelo trabalho!

Os resultados aqui mostrados evidenciam que tanto CeO2-x quanto FexCe1-xO2-β apresentam significativa atividade citotóxica e promovem expressiva redução da capacidade clonogênica das células MDA-MB-231, sabidamente resistentes a diversos tratamentos. Notei que para a avaliar a citotoxidade dessas nanopartículas em células normais estão previstos experimentos com linfócitos normais. Contudo, para descartar a possibilidade de um efeito “linhagem específico”, vocês já avaliaram os efeitos dessas nanopartículas CeO2-x e FexCe1-xO2-β em outras linhagens tumorais de mama ou em linhagens derivadas de outros tumores?

Além disso, vocês já avaliaram os efeitos dessas nanopartículas em células normais de mama (cultura primária) ou mesmo na linhagem "normal" de mama, MCF10?

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MARIANA CONCENTINO MENEZES BRUM replied to the topic "A OPNc pode ser utilizada como um biomarcador?"

Publication: HIGH OPNc EXPRESSION LEVELS MAY IMPROVE TARGETING TO PLATINUN TREATMENT AND IS ASSOCIATED TO POOR SURVIVAL RATES IN OVARIAN CANCER

Primeiramente, parabéns pelo trabalho!

Além disso, parabéns ao grupo por conduzir tão bem o estudo a cerca do papel das OPNs, não apenas com relação aos tumores de ovário mas também nos tumores prostáticos.

É notável que a alta expressão da OPNc está associada com eventos relacionados à progressão tumoral, envolvendo a via de PI3-K. Considerando todos os dados que o grupo já produziu, vocês acreditam que a OPNc pode ser utilizada como um biomarcador para o diagnóstico/prognóstico do câncer de ovário e também como um marcador indicativo de progressão?

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Thayana Barbosa and 1 other person replied to the topic "RNAs intergênicos são realmente intrigantes"

Publication: LONG NON-CODING RNAs CONTRIBUTING FOR CRLF2 OVEREXPRESSION IN ACUTE LYMPHOBLASTIC LEUKAEMIA

Thayana, primeiramente, parabéns pelo trabalho!

RNAs intergênicos são realmente intrigantes e podem desempenhar importantes papéis na regulação gênica e em doenças. Contudo, tanto na parte da biologia molecular quanto computacional ainda faltam métodos para sua predição... Embora já saibamos que muitos transcritos são associados a lncRNAs, ainda não se sabe muito a respeito dos papéis exercidos pelos lncRNAs, certo? Nesse trabalho vocês já identificaram 6.200 RNAs intergênicos (293 up e 70 down) em pacientes CRLF2-high em relação aos pacientes CRLF2-low. Vocês chegaram a avaliar as vias ou processos nos quais os RNAs up ou RNAs down estão envolvidos, exclusivamente?

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Natália Neves De Souza and 1 other person replied to the topic "Dúvidas gerais"

Publication: ANALYSIS OF THE INTERACTION BETWEEN TUMOR SUPPRESSOR PROTEIN p53 AND HEPARIN

Parabéns a todos do grupo e em especial a Natalia  pela apresentação. O trabalho é muito interessante por estudar o efeito de um composto de larga utilização na clínica, mas com mecanismos de ação ainda não totalmente esclarecidos.

 

1 - A escolha das linhagens para cobrir as possibilidades de mutação em p53 é elogiável. Porém, mesmo recorrendo ao resumo, não ficou muito clara a importância da mutação R280K. Ela tem relevância epidemiológica (p.ex. para o câncer de mama), ou é um modelo de estudo? Está associada com perda ou ganho de função?

2 - Logo nos primeiros resultados, vocês destacaram um possível efeito na indução de um estado oligomérico da p53. A existência desses oligômeros poderia ser considerada um fator de risco para o câncer de mama (ou algum outro), ou então um indicador de um estado pré-maligno? Existem estudos em pacientes que fazem uso regular de heparina, como aqueles com problemas de coagulação?

3 - Qual foi a racional para a escolha das concentrações de heparina utilizadas nas culturas de células? Elas apresentam algum paralelo com o que se vê na clínica, de forma que seria possível se chegar a uma concentração profilática de heparina?

4 - Pude observar uma certa discrepância entre os resultados de MTT e LDH, bem como de uma (possível) sensibilidade um pouco maior da linhagem H1299. Poderia comentar um pouco mais sobre isso aqui?

5 - Uma curiosidade mais distante, mas existem doenças lisossomais que levam a acúmulo de GAGs, glicolipídios, carboidratos, etc. Sabe-se pouco sobre essas doenças, mas vocês já observaram algum estudo que relacionasse essas doenças com o estado da p53 nesses pacientes?

 

Muito obrigado e parabéns pelo trabalho!