Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Na presente pesquisa, de abordagem qualitativa e com base na Teoria da Subjetividade, investigamos como se configuram os sentidos subjetivos de adolescentes sobre a sexualidade durante o trabalho pedagógico em sala de aula com foco na educação para a sexualidade. O objetivo foi compreender aspectos de como estudantes do Ensino Médio de uma escola pública de Rio Branco, Acre, subjetivam questões relacionadas à sexualidade, no contexto de práticas educativas dialógico-problematizadoras, com base na abordagem emancipatória de Educação Sexual. Neste recorte da pesquisa, analisamos as informações produzidas em quatro (4) encontros com os/as participantes para dialogarmos, por exemplo, sobre o que é sexualidade, seus componentes e como uma pessoa a expressa no seu cotidiano. A produção das informações ocorreu por meio de conversações em grupo, conversas individuais e complemento de frases. A análise das informações obedeceu ao preceito construtivo-interpretativo, por meio da construção de indicadores e hipóteses sobre os aspectos subjetivos de três (3) estudantes adolescentes (Marília, Sofia e Joaquim, nomes fictícios) relacionados à sexualidade, durante o trabalho de campo/pedagógico em sala de aula. Os resultados indicam que, de modo geral, para Joaquim, Marília e Sofia, a sexualidade equivale à “orientação sexual”, genitalidade e/ou relação sexual (sentido restrito), subjetivados no contexto e nas experiências ao longo de suas histórias de vida. A prática dialógica-problematizadora juntamente com o uso de diferentes recursos didáticos possibilitou a reflexão e o processo dialógico dos/as referidos/as participantes da pesquisa, contribuindo para a produção de sentidos subjetivos relativos à sexualidade (sentido amplo), enquanto uma dimensão humana dinâmica, complexa e subjetiva que inclui sentimentos e interações humanas e se expressam nas representações individuais e sociais, como o afeto, a cumplicidade, o prazer etc., envolvendo ou não o fenômeno erótico-sexual.
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