Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!A literatura atinente à gravidez em um ambiente prisional demostra que ela é acarretada de inúmeros estigmas, visto que, dentro do sistema penal brasileiro, as mulheres encarceradas ainda estão a dar à luz em situações constrangedoras, sofrem com a violência obstétrica, não possuem acesso às medicações básicas e a segurança de qualidade. Deste modo, esse artigo tem como objetivo dar a voz à subjetividade e ao sofrimento de pessoas cumprindo penas, por meio de um estudo de caso com abordagem qualitativa, descritiva apoiando-se na teoria da subjetividade desenvolvida por Fernando Rey. Estudou-se à questão da mulher que vivenciou o processo de gravidez tanto em cárcere privado quanto fora dele, perpassando em pontos que vão desde a concepção do feto ao parto. Conclui-se que o apego à família e visão de futuro são elementos que impulsionam e contribuem para uma vivência mais positiva do processo de gestação em cárcere.
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