Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

O inventário florestal é um dos métodos mais confiáveis para obter estimativas precisas sobre a floresta. No entanto, esse método ignora a possibilidade de existir correlações espaciais entre as parcelas ou entre as variáveis. Para contornar isso, este estudo propõe o uso de modelos geoestatísticos para avaliar a correlação espacial entre parcelas e as variáveis diâmetro e volume das árvores. Os dados deste estudo são provenientes de 46 parcelas de inventário florestal, localizadas em plantios de Teca no interior do Mato Grosso. Foram testados três modelos geoestatistícos com diferentes especificações de covariância, ajustados via máxima verossimilhança utilizando a linguagem R. Os modelos foram avaliados a partir do semivariograma, log-lik, critérios de informação de Akaike e Bayesiano, e análise gráfica. As três especificações se ajustaram bem aos dados. Contudo, uma das especificações não gerou mapas de krigagem adequados, o que reforça a escolha de estruturas de covariância propícias para esse fim. A terceira especificação permitiu a geração de mapas de krigagem e foi parcimoniosa quanto à qualidade da predição e número de parâmetros. O uso de modelos geoestatísticos permite utilizar os dados de levantamentos florestais, fornecendo melhores ajustes e predições localizadas, auxiliando na quantificação da produção em volume de plantios florestais.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 Universidade Federal de Santa Maria
  • 2 Universidade Federal do Paraná
  • 3 Universidade Federal Rural da Amazônia
Eixo Temático
  • Manejo Florestal
Palavras-chave
Krigagem
Geoestatística
Manejo Florestal de Precisão
Silvicultura de Precisão
Estatística Multivariada