Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
A atual crise climática está sendo agravada pelas elevadas emissões de gases de efeito estufa, resultantes, principalmente, das ações humanas, o que reforça a necessidade de compreender e valorizar o serviço ecossistêmico relacionados à remoção e estoque de carbono nos diversos ambientes. Este estudo teve como objetivo quantificar e comparar o estoque de carbono em diferentes usos e coberturas do solo na Fazenda Experimental do Centro de Ciências Agroveterinárias, em Lages (SC). Foram considerados os compartimentos de biomassa aérea, raízes, serapilheira e solo, utilizando dados bibliográficos integrados ao modelo Carbon Storage and Sequestration do Integrated Valuation of Ecosystem Services and Tradeoffs (InVEST) e ao mapeamento de uso do solo produzido no QGIS. Os resultados evidenciaram diferenças expressivas entre as classes avaliadas: a Floresta Plantada apresentou o maior estoque médio de carbono (222,1 t/ha), seguida da Floresta Nativa (218,2 t/ha), ambas atuando como importantes sumidouros de carbono. Em contraste, a Agricultura (117 t/ha) e o Solo Exposto (1 t/ha) apresentaram os menores estoques. O solo se destacou como o principal reservatório, acumulando 448,3 t/ha de carbono. O estudo reforça a importância das áreas florestais para a regulação climática e fornecem subsídios para políticas públicas e programas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo