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Informações precisas são fundamentais para o planejamento florestal adequado. Inventários florestais são ferramentas essenciais para a obtenção de variáveis dos plantios, porém, por vezes, o processamento dos dados de forma tradicional deixa de captar a continuidade espacial das variáveis medidas, o que pode culminar em informações imprecisas e operações onerosas. Nesse contexto, foi objetivo deste trabalho utilizar técnicas geoestatísticas a fim de avaliar a dependência espacial da altura dominante e do volume de um povoamento comercial de Pinus taeda L., localizado em Calmon (SC). Os resultados denotam que o volume não apresentou dependência espacial, assim, uma interpolação por meio de técnicas determinísticas são suficientes para mapear a variável na área. Para a altura dominante, o modelo Esférico foi o mais adequado, apresentando alto grau de dependência espacial. Comparando os mapas gerados para volume e altura dominante, é perceptível uma similaridade na distribuição espacial das duas variáveis, mesmo que uma não apresente dependência espacial.
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