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Protium heptaphyllum (Aubl.) March. é uma espécie amplamente distribuída no Brasil, com estudos que já mostram seu potencial medicinal e farmacológico na resina. Porém, ainda não há muitas informações sobre os extratos provevientes das estruturas da planta. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito de toxicidade da casca, folhas e frutos da espécie. Para o teste de toxicidade foram feitos seis tratamentos com diferentes concentrações dos extratos das cascas, folhas e frutos. T1= Tratamento controle (Sem extrato); T2= 10 mg; T3= 25 mg; T4= 50 mg; T5= 75 mg; T6= 100 mg. O ensaio ocorreu em triplicata, totalizando 18 amostras, cada um com 10 indivíduos de Mysidopsis juniae. Os dados foram submetidos à Análise de Variância e Teste de Tukey. Foi observado pelo teste de toxicidade que os extratos tanantes da folha e do fruto possuem atuação tóxica desde as menores concentrações, com mortalidade em todos indivíduos de Mysidopsis juniae até o segundo dia de avaliação, com exceção dos tratamentos 1 e 2 da folha. Já o tratamento 2 do extrato da casca apresentou resultado semelhante ao tratamento 1, indicando que não há toxicidade na menor concentração. Conclui-se que os extratos da espécie possuem efeito tóxico sobre microrganismos.
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