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Este trabalho objetivou caracterizar a relação de risco e retorno para a amêndoa da castanha-do-pará. Foi utilizada a série histórica (1986 a 2018) de quantidades produzidas (t) e valor da produção (R$) para castanha-do-pará disponibilizados pelo IBGE. A partir dos preços foram calculadas as taxas geométricas de crescimento (TGC%) e o coeficiente de variação (CV%) como indicativos para o retorno e o risco, respectivamente. A evolução da relação entre o risco e o retorno foi avaliada a partir das TGC% e CV% obtidos para diferentes períodos e para o tempo total. As amêndoas da castanha-do-pará apresentaram pequenas variações de preços, consequentemente menores riscos, logo, menores retornos. Apesar da baixa taxa de crescimento, a baixa variação de preço sugere menor risco para este produto.
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