"Arcabouço morfológico" estabelecido anteriormente à extinção no Cretáceo-Paleógeno
Publicação: Dissociação nas taxas de especiação e evolução morfológica em tartarugas (Testudinata)
Ei Gabriel e cia.! Super parabéns pelo trabalho. Lindo demais de se ver.
Fiquei imaginando se com essa diversidade de fundo, mas ampla, atingida até o Cretáceo poderia ter "estabelecido essa gama de variação", mas a uma taxa de fundo, como apresentou e depois da extinção a informação genética já estava lá (nos sobreviventes) e permitiu essa nova reocupação dos espaços e dessa grande diversidade, mas de uma forma mais rápida no início do Cenozoico.
Me desculpe se ficou confuso, mas não consegui formular melhor, no momento. hehe. Trouxe essa indagação mais para levantar a discussão, pois nem a formulei exatamente uma pergunta. Geneticamente imagino que não teria como acessar essa informação, mas seria possível verificar se essa alta diversificação no Cenozoico ocorreu em sobreviventes de linhagens mais específica do Cretáceo, que tbm já eram mais diversificadas no Cretáceo?
Grande abraço!
Integração das taxas de especiação e diversificação morfológica ?
Publicação: Dissociação nas taxas de especiação e evolução morfológica em tartarugas (Testudinata)
Olá Gabriel,
muito legal o trabalho, parabéns! Fiquei pensando uma coisa, como o BAMM estima tip-level rates, vc pensou em relacionar diretamente as taxas de diversificação do BAMM com as taxas de diversificação fenotípica?
Aliás, muito legal a abordagem do morphospace through time, as figuras foram feitas no Claddis?
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