Análises
Publicação: Evolução da forma do crânio e mandíbula em clados com representantes terrícolas e semiarborícolas/arborícolas de Dipsadidae (Squamata: serpentes)
Olá Cristiane,
parabéns pelo trabalho, um conjunto de dados bem interessante. Gostaria de saber alguns pontos:
1) vcs tb testaram pra ver se a fonte do dado (CT-Scan ou foto) influencia o resultado do Procustes?
2) seria legal ter o plot da alometria pra ver como é o padrão, mesmo sem ser "significativo" dá pra tirar informações importantes do plot. Por exemplo, vc já pensou em testar pra convergência vs. divergência nas trajetórias de alometria (veja Adams & Nistri 2010 BMC Evol Biol)?
3) Porque vcs escolheram a filogenia do Tonini et al.? Pode dar mais detalhes? Essa é uma árvore fully-sampled pra fazer imputação de missing taxa e o comprimento de ramo não é exato porque é estimado por métodos de birth-death. Ela não seria a mais recomendada pra esse tipo de análise (veja Rabosky 2015 https://doi.org/10.1111/evo.12817)
4) vcs tentaram usar o teste de K de Blomberg multivariado (Adams 2014)? Ele é mais robusto que esse teste de aleatorização da filogenia porque é baseado num modelo evolutivo explícito.
5) vcs não testaram o efeito do habitat na forma do crânio e mandíbula?
Integração das taxas de especiação e diversificação morfológica ?
Publicação: Dissociação nas taxas de especiação e evolução morfológica em tartarugas (Testudinata)
Olá Gabriel,
muito legal o trabalho, parabéns! Fiquei pensando uma coisa, como o BAMM estima tip-level rates, vc pensou em relacionar diretamente as taxas de diversificação do BAMM com as taxas de diversificação fenotípica?
Aliás, muito legal a abordagem do morphospace through time, as figuras foram feitas no Claddis?
Teste de convergência?
Publicação: Dissecando os girinos da tribo Cophomantini (Anura, Hylidae): morfologia comparativa e evolução larval na tribo
Olá Pezzuti,
bem legal ver um pouco desses resultados do teu doutorado e pós doc. Parabéns pelo trabalho bastante completo. Queria saber se vc chegou a pensar em testar para convergência tanto nas estruturas em si quando na forma do condrocranio, corpo e LTRF dos bichos que ocupam hábitats similares? Existem alguns métodos pra isso, inclusive pra traits multivariados. Acho que isso iria ajudar a entender a evolução dos caracteres na tribo.
E a Variância?
Publicação: Como o sítio reprodutivo influencia na evolução de espinho no pré-pólex de rãs-gladiadoras (Anura: Hylidae: Cophomantini)?
Olá Aline,
muito legal teu trabalho e os resultados. Achei bem interessante o boxplot porque mostra que há maior variância nos ambientes lóticos, isso concorda com a sua previção em relação à heterogeneidade dos ambientes. Acho que seria legal se vcs comentassem a respeito disso tb e não só sobre a média, pode ser um aspecto interessante do trabalho.
Uma dúvida que fiquei é, normalmente a regressão logística é feita quando temos um preditor contínuo. No seu caso era um fator com dois níveis, vcs pensaram em fazer outros testes, como o threshold do Felsenstein ou mesmo correlações entre traits binários no corHMM ou correlações no BayesTrait?
Análises
Publicação: Padrões de evolução e diversidade da anatomia vocal e das vocalizações em uma família de anfíbios anuros
Olá Tiago, bem legal os resultados preliminares. Vc mencionou análises comparativas, tem idéia de quais análises especificamente pretende fazer?
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CBH 2019
INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NO TEMPO DE RESPOSTA E DISTÂNCIA DE SALTO EM LYSAPSUS LIMELLUM (ANURA: HYLIDAE)
CBH 2019
O tempo e o modo da evolução do formato de corpo em girinos neotropicais
CBH 2019
Da Lama ao Caos: Qual a influência dos lixões na relação entre endoparasitas e o “sapo cururu,” Rhinella Jimi (Stevaux, 2002)?
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