"Arcabouço morfológico" estabelecido anteriormente à extinção no Cretáceo-Paleógeno
Publicação: Dissociação nas taxas de especiação e evolução morfológica em tartarugas (Testudinata)
Ei Gabriel e cia.! Super parabéns pelo trabalho. Lindo demais de se ver.
Fiquei imaginando se com essa diversidade de fundo, mas ampla, atingida até o Cretáceo poderia ter "estabelecido essa gama de variação", mas a uma taxa de fundo, como apresentou e depois da extinção a informação genética já estava lá (nos sobreviventes) e permitiu essa nova reocupação dos espaços e dessa grande diversidade, mas de uma forma mais rápida no início do Cenozoico.
Me desculpe se ficou confuso, mas não consegui formular melhor, no momento. hehe. Trouxe essa indagação mais para levantar a discussão, pois nem a formulei exatamente uma pergunta. Geneticamente imagino que não teria como acessar essa informação, mas seria possível verificar se essa alta diversificação no Cenozoico ocorreu em sobreviventes de linhagens mais específica do Cretáceo, que tbm já eram mais diversificadas no Cretáceo?
Grande abraço!
Fêmur
Publicação: Comparando a morfologia femoral de Eremotherium (Megatheriidae) e Notiomastodon (Gomphoteriidae): potencialidades para estudos biomecânicos e morfofuncionais
Olá Alexandre, que trabalho incrível!
Tive oportunidade de fazer um curso com você em novembro, sobre biomecânica, e é muito legal poder ver um pouco dos trabalhos que vocês desenvolvem por aqui. Adoro essa área, então tenho algumas duvidas.
Incríveis as diferenças no fêmur desses grupos! A obtenção dos dados a partir de imagens da literatura é muito usada em trabalhos com paleobiologia?
Será que o fêmur mais largo latero-medialmente (tabular) de Eremotherium teria permitido uma maior inserção muscular ou um maior suporte para o peso corporal (talvez durante a postura bípede, como você mencionou)? Há estimativas do peso desses animais?
Tenho lido sobre variação do fêmur em mamíferos e tenho visto que a região proximal é muito informativa. A cabeça e o pescoço do fêmur, por exemplo, parecem estar relacionados com a flexibilidade de movimentos que os membros podem fazer de forma geral em relação a pelvis, e a variação na forma da cabeça tem correlação com hábitos diferenciados, como por exemplo correr e saltar. Será que olhar para linhagens viventes desses grupos, buscando entender a morfologia e os aspectos funcionais, não ajudaria a entender melhor esses grupos do passado? Ou a variação é muito grande neles?
Muito interessante o trabalho! Ansiosa para ver os resultados finais.
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