ROTULAGEM NUTRICIONAL DE ALIMENTOS: UTILIZAÇÃO E COMPREENSÃO ENTRE ESTUDANTES

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Pôster
  • Eixo temático: Regulamentação e Rotulagem
  • Palavras chaves: Comportamento do consumidor; Estudantes; habito alimentar; informação nutricional;
  • 1 Universidade Estadual de Campinas
  • 2 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - Campus Bacabal
  • 3 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - Campus Maracanã

ROTULAGEM NUTRICIONAL DE ALIMENTOS: UTILIZAÇÃO E COMPREENSÃO ENTRE ESTUDANTES

Márcia da Conceição Rêgo

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - Campus Bacabal

Resumo

Introdução: A rotulagem nutricional dos alimentos disponibiliza informações sobre propriedades nutricionais de um alimento, compreendendo a declaração de valor energético e os principais nutrientes. Objetivo: Avaliar a compreensão e utilização da rotulagem nutricional por alunos de uma escola. Metodologia: O estudo transversal foi conduzido com estudantes do ensino técnico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, na cidade de Bacabal-MA. Compreendeu aplicação de formulário online contendo, principalmente, perguntas sobre o hábito de leitura, conhecimento e confiança dos alunos relativo à rotulagem nutricional de alimentos. Resultados: Os resultados revelaram que 68% dos estudantes conhecem a rotulagem nutricional e consideram importante sua consulta; a maioria informou que lê as informações, embora apenas 9% o façam de forma sistemática e 82,5% consultam ocasionalmente; apenas 10% dos alunos conseguem compreender totalmente as informações, e apenas 15,5% confiam completamente nas informações. Sobre o objetivo de se consultar o rótulo, apenas 15% dos alunos informaram que fazem por conta das informações nutricionais. A maioria dos estudantes (69%) respondeu que o fazia para avaliar o prazo de validade, seguido de curiosidade (53%) e depois da preocupação com os ingredientes (20,5%). Os termos mais conhecidos foram carboidratos (76%), proteínas (66,5%) e valor energético (51%), enquanto os termos fibras, gorduras, saturadas, gorduras totais e gorduras trans foram os menos compreendidos pelos jovens e adolescentes. Dentre os que consultavam os rótulos, 42% revelaram mudança de hábito alimentar em razão dessas informações e 63,5% sugeriram que a linguagem deveria ser mais acessível. Conclusão: Diante dos resultados, evidencia-se a necessidade de repensar a forma de apresentação das informações contidas no rótulo dos alimentos e a necessidade de investimentos em ações educativas por parte dos órgãos responsáveis, com vista a possibilitar a consulta, a completa compreensão e utilização destas informações não só por parte dos mais jovens como de toda a população.

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