Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Dentre as justificativas para a pobreza no Maranhão colonial é recorrente nos
relatos de época, a relação entre a pauperização das condições sociais e os indígenas. Este Plano de Trabalho propõe investigar justamente essa percepção que vincula a pobreza aos indígenas ao longo do seiscentos, no Maranhão, sob a justificativa de que estes eram pouco ambiciosos e resistentes ao cativeiro. Pretende-se abordar o problema da atribuição da pobreza aos indígenas sob a perspectiva da diversidade, explorando-se as estruturas mentais da sociedade colonial, uma vez que os princípios da hierarquização norteavam o cotidiano e comportamentos dos novos moradores da terra. Nesse universo a explorar serão, especialmente, problematizadas as representações sobre os indígenas na integração e desintegração a um mundo em construção, o ethos do trabalho dado pelos portugueses; as percepções portuguesas do universo indígenas; os critérios de diferenciações aos indivíduos adotados pelos portugueses; a visão do cativeiro; as “proteções” oferecidas pelos missionários; as hostilidades, aproximações e violências cometidas nos encontros e desencontros entre indígenas e portugueses. Trata-se, portanto, de explorar as percepções portuguesas sobre a diversidade do mundo colonial, a partir do universo indígena para perceber como os indígenas são “encaixados” no discurso da riqueza da terra e pobreza dos moradores.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo