Injustiças epistêmicas na educação

Vol 1, 2022 - 156594
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Resumo

Este plano de trabalho está inserido na pesquisa “Epistemologia da Educação” (RUIVO, 2020). Tal pesquisa pretende relacionar questões tradicionais de epistemologia com questões da filosofia da educação. Como sugere o plano, uma dessas questões se volta para a conceituação e valor das injustiças epistêmicas na educação. Miranda Fricker (2007) elaborou o conceito de injustiça epistêmica para explicar quando aspectos preconceituosos influenciam diretamente nas nossas práticas epistêmicas. Ademais, injustiça epistêmica se situa como um conceito teórico que faz referência a dois fenômenos cotidianos distintos, denominados por ela como: injustiça testemunhal e injustiça hermenêutica. O primeiro busca explicitar sobre a falta de legitimidade atribuída ao sujeito devido ao preconceito de identidade que motiva a negação de credibilidade. O segundo busca evidenciar a existência de lacunas conceituais que impedem grupos minoritários de adquirir e compreender sua própria experiência. Por fim, dado o conceito de injustiça epistêmica, a última parte dessa pesquisa visa relacionar com o contexto educacional, principalmente em como a injustiça epistêmica afeta na relação de ensino-aprendizagem.

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Instituições
  • 1 Universidade Estadual do Maranhão
Eixo Temático
  • 5.4 Filosofia
Palavras-chave
Epistemologia
EPISTEMOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Injustiça epistêmica