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A cultura da soja (Glycine max L.), dentre as leguminosas existentes, apresenta enorme impacto econômico mundial devido a sua composição, diferentes formas de uso e também por poder ser cultivada em quase todas as regiões, porém enfrenta alguns problemas que afetam sua produtividade sendo alguns deles o acamamento e o baixo rendimento. Com este trabalho, objetivou-se estudar o uso de Alga+® para avaliar o efeito da aplicação de doses de bioestimulante a base de aminoácidos e diferentes densidades, sobre a estatura de plantas, acamamento e fitotoxicidade, os componentes de rendimento e produtividade e definir a melhor dose e densidade de plantas da cultura da soja na redução do acamamento e potencialização da produtividade. O trabalho foi conduzido na Estação Experimental da ACCERT - Fazenda Piquizeiro, situada no município de Balsas. O delineamento experimental foi de parcelas subdivididas em esquema fatorial 6x3, sendo 6 doses do produto x 3 densidades de plantas, com 4 repetições, utilizando o bioestimulante Alga+® (Carbono Orgânico + Nitrogênio + Manganês + Zinco) a base de aminoácidos, nas doses 0; 250; 500; 750; 1000 e 1250 mL ha-1, com as densidades (densidade recomendada- 10 plantas por metro linear), (15% a menos da densidade recomendada- 8,5 plantas por metro linear) e (15% a mais da densidade recomendada- 11,5 plantas por metro linear). As variáveis analisadas foram estatura de planta, acamamento, injúria (fitotoxicidade), emissão de ramificações laterais, número de nós, número de vagens, número de grãos por vagem, peso de mil grãos (PMG) e produtividade. Após a obtenção dos dados, estes foram submetidos à Análise Estatística da Variância (ANOVA), e para as variáveis que apresentaram diferença significativa, utilizou-se análise dos componentes principais (PCA) e da correlação pelo programa R versão 4.1.0 e Past 3. Com os resultados obtidos, concluiu-se que o uso do bioestimulante Alga+® não proporcionou efeito significativo sobre a estatura de plantas, acamamento e fitotoxicidade (injúria) nas condições de estudo, também não se identificou uma dose que proporcione melhor desempenho dos componentes de rendimento e que amenize o acamamento e as densidades de 15% a menos (8,5 plantas por metro linear) com dose 0 mL ha-1 e a recomendada (10 plantas por metro linear) com dose 0 mL ha-1 potencializaram a produtividade, sendo a primeira densidade a que resulta em menor acamamento das plantas, se tornando a mais indicada.
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