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A violência escolar – um fenômeno que mantém estreita ligação com a violência social – deve ser alvo de ações que visem combatê-la. Nesse sentido, objetiva-se contribuir com reflexões que possibilitem a construção da escola como um ambiente menos violento e, portanto, mais propício à formação para a autonomia e para a emancipação. Fundamenta-se em estudos de autores da Teoria Crítica da Sociedade e na análise de dados da pesquisa Violência escolar: discriminação, bullying e responsabilidade coletados com estudantes do nono ano do Ensino Fundamental e entrevistas realizadas com docentes que atuavam nessas escolas ministrando as disciplinas de Artes, Língua Portuguesa e Educação Física.
Como o bullying e o preconceito são duas formas de violência no ambiente
escolar, apresentamos elementos para a compreensão e para a distinção desses dois tipos de violência para, em seguida, destacarmos a relação entre a violência escolar e a violência social, bem como as implicações do bullying e do preconceito na vida das pessoas, visando contribuir para a definição de atuações docentes; e políticas públicas para o combate à violência escolar.
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