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Este artigo tem como objetivo refletir sobre o videodança na escola, identificando a relação existente entre a Dança, Arte e a Educação, evidenciando que esses saberes podem contribuir para o processo de ensino aprendizagem nos modelos de ensino remoto, auxiliando educadores e favorecendo o processo de aprendizagem dos e das estudantes. Como referencial teórico adotou-se autores como: Dewey (1971); Larrosa (2002); Martins (1998); Alvino(2020); Santos (2019); Miranda (2000); Santana (2013); Spanghero (2003) Katz e Greiner (2015). Para tanto, parte-se de uma proposta metodológica de relato de experiência, adquirido no desenvolvimento das aulas de expressão corporal para estudantes do primeiro ano do ensino médio do curso integrado no Colégio Estadual do Paraná, fazendo uma interlocução com os professores e o projeto de Dança que ocorre no contraturno escolar. Parte-se da noção de que a falta de experiências dos/das docentes com interações tecnológicas digitais se tornou um desafio para o ensino remoto na educação básica, principalmente neste cenário pandêmico, no qual o distanciamento social impossibilitou a permanência das aulas presenciais. Nesse sentido, apontamos os conhecimentos sobre o videodança, como uma alternativa metodológica para o processo de ensino aprendizagem e apropriação de saberes do universo tecnológico estético digital.
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