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Um grande desafio para o professor é inserir no processo de ensino e aprendizagem ações antirracistas no contexto da Lei 11.645/08 com a intencionalidade de fazer justiça social, tanto na Educação Básica, quanto no Ensino Superior. Diante de um país tão desigual como o Brasil, se faz necessário formar professores antirracistas. Embora a legislação respalde os diálogos antirracistas estabelecê-los não é uma tarefa fácil, principalmente porque o racismo é exercido de modo velado no Brasil. Por estas razões, fez-se uma pesquisa exploratória no segundo semestre de 2021, com 26 graduandos do 6º período de Pedagogia, que culminou em um artigo está no prelo pela revista Cocar, pelos quais revelou-se que a maioria dos futuros pedagogos de uma Faculdade pública municipal de Linhares-ES acredita que a Educação Infantil e Ensino Fundamental I não é o momento de dialogar sobre racismo e eugenia, temas considerados por eles como complexos para estas modalidades da Educação Básica. Diante da constatação, fez-se este resumo expandido em forma de relato de experiência para apresentar as ações realizadas nesta pesquisa que resultou na modificação do senso comum eugênico destes acadêmicos.
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