DESMISTIFICANDO CONCEPÇÕES EUGÊNICAS NO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACELI

- 145205
Comunicações
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Um grande desafio para o professor é inserir no processo de ensino e aprendizagem ações antirracistas no contexto da Lei 11.645/08 com a intencionalidade de fazer justiça social, tanto na Educação Básica, quanto no Ensino Superior. Diante de um país tão desigual como o Brasil, se faz necessário formar professores antirracistas. Embora a legislação respalde os diálogos antirracistas estabelecê-los não é uma tarefa fácil, principalmente porque o racismo é exercido de modo velado no Brasil. Por estas razões, fez-se uma pesquisa exploratória no segundo semestre de 2021, com 26 graduandos do 6º período de Pedagogia, que culminou em um artigo está no prelo pela revista Cocar, pelos quais revelou-se que a maioria dos futuros pedagogos de uma Faculdade pública municipal de Linhares-ES acredita que a Educação Infantil e Ensino Fundamental I não é o momento de dialogar sobre racismo e eugenia, temas considerados por eles como complexos para estas modalidades da Educação Básica. Diante da constatação, fez-se este resumo expandido em forma de relato de experiência para apresentar as ações realizadas nesta pesquisa que resultou na modificação do senso comum eugênico destes acadêmicos.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Eixo Temático
  • 3. Educação Superior
Palavras-chave
racismo
Lei 11.645/08
Pedagogia