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O estudo de fragmentos florestais tem sido objeto de muitos trabalhos recentes, devido a sua importância em estudos ecológicos, administrativos, comerciais e outros, bem como no cadastramento ambiental rural. A metodologia mais utilizada para identificar limites de fragmentos são as baseadas em procedimentos de classificação supervisionada. Apesar do sucesso desses procedimentos, em termos de
qualidade de resultado, geralmente demandam muito tempo para sua execução. Assim, a proposta deste trabalho foi avaliar se é possível delimitar fragmentos florestais, de forma automática. Para isso foram utilizandos dados polarimétricos derivados de RADAR e processamento morfológicos de
imagens. O procedimento pode ser totalmente automatizado e retornou bons resultados. Apesar do procedimento discriminar apenas duas classes (fragmentos e não fragmentos) o método pode ser útil, uma vez que, apenas tal discriminação já pode ser utilizada em diversas aplicações.
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