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Neste trabalho se apresentam as curvas espectrais de quatro meteoritos brasileiros do tipo conhecidos como condritos ordinários. Uma pequena síntese bibliográfica sobre o tema também é mostrada assim como descrições sucintas referentes às amostras e suas descobertas. Os picos e as selas das curvas combinam com assinaturas observadas na literatura consultada para meteoritos condríticos tipo L e H. Ao final se faz tentativamente uma análise sobre possíveis corpos parentais destes quatro meteoritos rochosos. Esta tentativa parte de medidas espectrais tomadas por telescópios e por sondas espaciais sobre asteroides silicosos Tipo S situados no âmago do Cinturão. As curvas de laboratório e as tomadas remotamente não convergem fruto talvez dos regolitos gerados pelo intemperismo solar. Sugere-se ao final que os procedimentos de análise descritos neste artigo sejam estendidos para o conjunto de 71 meteoritos brasileiros cadastrados até 2017.
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