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Confinamento Eletrônico em HPAs
Renata Silva de França Ramos
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
Crie um tópicoEstudo do espectro UVV de HPAs.
Modelos da partícula confinada.
Métodos computacionais para estrutura eletrônica.
Foram previstas quantidades e posições de picos na região UVV.
Mateus Xavier Silva
Boa tarde, Renata. Parabéns pelo trabalho!
Gostaria que você esclarecesse um pouco mais sobre o método teórico-analítico utilizado no seu estudo. Como fizeram? Resolveram a equação de Schrödinger considerando os elétrons PI como em uma caixa bidimensional? Consideraram a repulsão elétron-elétron? De que forma?
Vocês escolheram um conjunto de poliacenos "lineares" para abordar, mas a partir de um certo número de anéis esses sistemas são complicados de serem obtidos isoladamente. Talvez por isso a dificuldade em obter dados experimentais para preencher a sua tabela. Você espera que estruturas diferentes como a do fenantreno, fenaleno, pireno e assim por diante possam ser estudadas pelos mesmos métodos que vocês aplicaram aos sistemas que estudaram? Quais seriam as principais modificações?
Obrigado!
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Renata Silva de França Ramos
Boa tarde, Mateus. Muito obrigada! Neste trabalho, nós utilizamos o Hamiltoniano para obter o comprimento de onda de acordo com a quantidade de elétrons pi presentes na região de confinamento analisada de acordo com a sua respectiva transição eletrônica e comprimento de ligação C-C. Não consideramos a repulsão elétron-elétron, na verdade, consideramos que a partícula estaria se movimentando sem que houvesse a influência de quaisquer outras forças. Consideramos apenas a partícula dentro da região fechada. Sobre a quantidade de anéis, a ideia inicial foi justamente de entender os dados obtidos para esses HPAs "lineares", e realmente não foram encontrados dados experimentais a partir do octaceno. Mas pretendemos estudar HPAs com átomos retiradoress e doadores de elétrons e estender o estudo para nanoestruturas como nanotubos de carbono e até camadas de grafeno. Como modificação no método utlizado, pretendemos utilizar além do confinamento intrínseco, o extrínseco também, para então considerarmos nos cálculos como que a partícula respondendo às forças externas. Espero ter esclarecido as suas dúvidas. E desde já agradeço pelo interesse na pesquisa!
Marcio Varella
Cara Renata, parabéns pelo trabalho
Uma curiosidade, qual(is) a(s) vantagens de trabalhar com métodos de confinamento frente a outras ferramentas (digamos, métodos baseados em fragmentos)?
Obrigado
Marcio