This paper was published through Galoá and has a deposited DOI. To cite this paper, use one of the standards below:
In case you are one of the co-authors and want to register this paper in your Lattes, use the following code: doi > 10.59254/sbpo-2020-122578
If you've NEVER registered a DOI in your Lattes, check our tutorial!O Problema da Floresta Geradora k-Rotulada
Pedro Jorge de Abreu Figueredo
Omnisys Instruments (Sweden)
Now you could share with me your questions, observations and congratulations
Create a topicWatch this next:
Neste trabalho, estudamos o problema da Floresta Geradora k-Rotulada. Dado um grafo com um rótulo atribuído a cada aresta, o objetivo é encontrar um subgrafo gerador que é uma floresta com a menor quantidade de componentes e cujas arestas têm no máximo k rótulos distintos. O problema é NP-Difícil, e a maioria dos métodos propostos na literatura são baseados em metaheurísticas. Analisamos características do problema com o intuito de propor dois modelos matemáticos de programação inteira mista binária e inteira binária. Usamos algoritmos Branch & Cut para resolver os modelos de forma exata, explorando desigualdades válidas como cortes, regras de branching, poda, limites e decomposição de Benders. Além disso, melhoramos o único método exato disponível na literatura, usando paralelismo. Realizamos testes computacionais usando grafos gerados de forma pseudoaleatória, mostrando as melhores configurações para os modelos e Cplex encontradas.
Thiago Gouveia
Antes de mais nada, gostaria de parabenizar os autores. Gostei muito do trabalho. Principalmente do grafo estendido G+.
Além de tudo, fico feliz pelas propriedades que estudei no Doutorado estar sendo úteis. Bom, pensei fortemente que o Benders iria ganhar. Mas não me surpreendo com o desempenho do CCut, muito por conta da sua simplicidade e das melhorias que foram propostas pelos autores.
Durante algum tempo eu fiquei refletindo sobre a dificuldade das instâncias para problemas definidos em GCAs. Acredito que se a relação #arestas por cor está entre 3 e 5 e a densidade do grafo é muito alta, a dificuldade do problema tenda a crescer muito rapidamente. Nesses casos, o modelo de fluxo deve ser muito bom.
Pergunta: Não há alguma forma de tratar o grafo G+ de forma indireta? Sem necessariamente construí-lo?
Muito obrigado!
With nearly 200,000 papers published, Galoá empowers scholars to share and discover cutting-edge research through our streamlined and accessible academic publishing platform.
Learn more about our products:
This proceedings is identified by a DOI , for use in citations or bibliographic references. Attention: this is not a DOI for the paper and as such cannot be used in Lattes to identify a particular work.
Check the link "How to cite" in the paper's page, to see how to properly cite the paper
Manoel Bezerra Campelo Neto
Oi, Thiago
Obrigado por seu comentário. Sua tese e resultados têm sido uma grande inspiração para o trabalho do Pedro Jorge. É uma bíblia que ele vem seguindo! Acho que agora já entendemos um pouco melhor o assunto e talvez consigamos dar uns palpites, caso você ainda tenha interesse pelo tema. Sobre o grafo G+, ele não precisa ser efetivamente construído. Mas usamos variáveis "associadas às arestas" dele em ambas as formulações. Vc sugere que não precisaríamos usar essas variáveis? Isso seria legal. Não saberia dizer se é possível.
Um abraço,
Manoel
Pedro Jorge de Abreu Figueredo
Muito obrigado thiago ficamos muito satisfeitos pelo trabalho ter agradado! Sua tese foi um dos grandes motivos que nos inspirou a trabalhar com esse problema! Sobre o Benders temos que levar em consideração que utilizamos uma abordagem automatizada. Por tanto, talvez um algoritmo mais especializado possa mudar esse cenário. A principal dificuldade deste problema é que a relaxação linear fornecer um limite inferior muito fraco, para melhorar seria necessário fortalecer o problema mestre com um conjunto de desigualdades mais fortes. Sim é possível abstrair o G+ a partir do grafo original, porém o G+ para o tamanho de instâncias usadas não causa um impacto tão grande em relação ao DFS. Algo que tentamos foi diminuir a simetrias em relação ao vertice s, porém não tivemos tanto ganho e para as formulações de fluxo tivemos casos onde tivemos uma perca de desempenho absurda. Isso não significa que não seja possível e sim que é preciso testar de forma exaustiva e com testes bem definidos como fazer essa abordagem corretamente.