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O artigo discute o uso da inteligência artificial (IA) na produção de textos alternativos (descrições de imagens para leitores de tela) para pessoas com deficiência, a partir da experiência da assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), como prática jornalística em contexto institucional. A metodologia fundamenta-se em relato de experiência (Mussi; Flores; Almeida, 2021), de caráter descritivo-explicativo (Gil, 2002). Os resultados mostram que o uso do GPT-3.5 agiliza a elaboração de uma primeira versão do texto, mas apresenta limitações na hierarquização das informações, na leitura do contexto e na categorização das imagens. Além disso, exige aporte financeiro, tempo de capacitação e conhecimento técnico. Conclui-se que a IA atua como apoio à produção jornalística, mas exige revisão humana para garantir precisão, pertinência e acessibilidade.
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