MICROPOLÍTICA DO TRABALHO EM SAÚDE

Vol 1, 2018 - 98621
Comunicação Oral Curta
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Resumo

Apresentação/Introdução
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde reorganiza a proposta político-educativa no SUS, estimula a aglutinação de sujeitos dos segmentos das escolas formadoras de profissionais de saúde, comunidade, trabalhador de saúde e gestores do sistema de saúde. Com isso, propicia estabelecer articulações entre as Comissões Integração Ensino-serviço (CIES) e as Comissão Intergestores Regional e Estadual.


Objetivos
Este projeto tem por finalidade reconhecer as relações microfísicas a partir da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) no estado de Mato Grosso, entre 2013 a 2015.


Metodologia
Foram realizadas entrevistas e grupo focais com os agentes da CIES, que fundamentará materialidade para a análise conteúdo de Laurence Bardin (2009), aplicada na perspectiva linguística oral e escrita de grupo restrito. A pesquisa fundamenta-se nos estudos de Michel Foucault sobre microfísica do poder (1926-1984, 2015) e nas análises/pensamentos de Emerson Elias Merhy (2002 - 2009) sobre micropolítica do trabalho em saúde.


Resultados
Esse processo dialógico oportuniza estreitar a proximidade entre os agentes de saúde e desencadeia efeitos da relação aprendizagem-trabalho. As ações das instâncias colegiadas – CIES Regionais – formulam estratégias para organizar e responder às necessidades de saúde local e regional, portanto, também de reorganização regionalizada.


Conclusões/Considerações
A PNEPS está imbricada na gestão de micropolíticas nos territórios em que opera a microfísica do poder, que se estrutura como dispositivo para o fortalecimento do processo de regionalização do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

Instituições
  • 1 UFMT
  • 2 UnB
Eixo Temático
  • Educação e Formação em Saúde