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Instagram Science-content creators profile
Kelly Ribeiro
Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências / Interunidades / Universidade de São Paulo
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
Crie um tópicoThrough exploratory research in which a questionnaire conveyed through Google Docs was applied, it was possible to identify different profiles of those content producers active in social media, specifically Instagram. A total of 360 questionnaires were sent to pre-selected subjects, according to some criteria: regularity and quantity of posts, number of followers and use of the Portuguese language. We gathered 66 responses which led to the results we report here concerning the analysis of their socioeconomic characterization.
The results show that 90% of these professionals got a degree in one of the areas of Nature Sciences (Biological Sciences, Physics and Chemistry). Of this percentage, most have a Master's or Doctorate in the field or are attending a graduation course stricto sensu. The channels are in charge of one member or a group, aged between 20 and 35 years, and the proportion of women to men is similar (49% and 51%, respectively). The followers of these Instagram profiles are high school or undergraduate students searching for curiosities and for deepening their scientific knowledge. Mostly, these content creators are from public school, entrants in undergraduate courses who needed to work, often as teachers, throughout their formative journey. When starting the scientific influencer project, their main intention is to gain visibility, creating a network of contacts to facilitate their entry into the formal labour market.
Caian Cremasco Receputi
Parabenizo o projeto e a apresentação do trabalho. Interessante perceber que a maioria dos canais de divulgação científica são constituídos por mais de uma pessoa, pois normalmente nós só vemos a pessoa que fala para o público. Mas considerando o trabalho que esta atividade gera fica fácil de entender o motivo desta escolha. O que é triste é perceber que este tipo de comunicação tem sido percebida como um meio para o ingresso no mercado de trabalho. Diante disto, acredito que seria interessante investigar como os grupos estão organizados, por exemplo, se são criados por discentes ou se são criados por docentes com a participação de discentes; ainda, se esses grupos articulam de forma mais ou menos hierarquizada.
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Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo
Daisy de Brito Rezende
Obrigada pelo comentário.
Acho que os pontos levantados são relevantes e podem contribuir para o trabalho.
Kelly Ribeiro
Olá, Caian. Muito obrigada pela sua contribuição!
Pelo que consegui apurar até o momento, são grupos formados por colegas de licenciatura. Muitas vezes foram amigos de turma na graduação ou colegas de trabalho em escolas, que resolveram unir seus conhecimentos e enveredar para as redes sociais. Alguns perfis tem hierarquização outros não, não há uma tendência clara, mas pelo que consegui perceber quanto maior o canal, maior a necessidade de se comportarem como uma microempresa.
Existe uma parcela dos atuantes que é especifico de estudantes de Ensino Médio e graduação, os chamados Studygram, esse sim são normalmente coordenados por professores, mas eles não foram comtemplados com o questionário por questões de recortes na minha pesquisa.
Caian Cremasco Receputi
Kelly e Daisy, agradeço pelas respostas. Interessante perceber a relação entre tamanho do grupo e exigência de hierarquização. Volto a parabenizar pelo desenvolvimento do projeto.