Interação de pisosterol e derivados com DNA explorando estudos biofísicos - relação com atividade antiproliferativa

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Exposição de Pôster
  • Eixo temático: Química Medicinal - MED
  • Palavras chaves: DNA interaction; pisosterol derivatives; Fluorescence; groove binding mode;
  • 1 Universidade Federal de Alagoas
  • 2 Universidade Federal do Ceará - UFC

Interação de pisosterol e derivados com DNA explorando estudos biofísicos - relação com atividade antiproliferativa

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Universidade Federal de Alagoas

Resumo

DNA is a biological target in cancer studies, and pisosterol, which was the most active against different strains of human cancer cells, interacts with it via groove and high binding constant.

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Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada professora Isis!!   =)

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Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada professora Isis!!   =)

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Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada Aryanna!

Como ainda não há relatos na literatura do estudo de interação com essa classe de compostos, será interessante expandir a quantidade de moléculas para ter uma maior noção dessa capacidade de interação ao DNA, uma vez que só trabalhei com três compostos. Uma outra perspectiva é realizar o estudo da interação com a BSA (albumina de soro bovino) que é uma proteína carreadora, pois como o intuito é a obtenção de fármacos, é interessante saber o quanto os compostos avaliados interagem com este tipo de proteína.

Autor

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Oi Thamila, obrigada!! =)
Creio que não é modo de ligação que tornará o composto mais ou menor eficiente, mas sim sua atividade, toxicidade e seletividade. Assim, estes fatores tem que ser comparados com os de fármacos atualmente utilizados.
Mas, de forma geral, os intercalantes são mais ativos, porém tem a desvantagem de apresentarem maiores efeitos colaterais que os que se ligam
via groove. Atualmente há fármacos, utilizados no tratamento do câncer, que são intercalantes, como a doxorrubicina; que se ligam via groove, a exemplo a Sorafenibe; e também compostos que se ligam de forma covalente, como a cisplatina. Então, independente do modo de ligação, o que importa é a atividade dos compostos, como também a toxicidade frente à células sadias e a seletividade.

Não sei se ficou claro, mas qualquer dúvida, pode falar ;)

Autor

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada Ari!

Autor

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada Camila!

Considera-se que a temperatura de desnaturação do DNA é a temperatura na qual há 50% do DNA como fita dupla e 50% na forma de fita simples. Então este estudo avalia esse fator na presença e ausência do composto em questão. Assim, segundo a literatura, quando há intercalação, ocorre um aumento na temperatura de desnaturação do DNA superior a 5°C, pois esse modo de ligação aumenta a estabilidade da dupla hélice do DNA devido a intercalação do ligante no interior da cadeia, ou seja, é necessário uma temperatura maior para que a dupla hélice se desprenda. Por outro lado, quando a molécula interage via groove essa variação é inferior a 5 ºC pois não há estabilização da estrutura do DNA. 

Caso tenha ficado alguma dúvida na resposta, é só falar. ;)

Autor

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada Gustavo!

Autor

Karlly Thayanny de Oliveira Pimentel

Obrigada professor Josué!