Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
A study of Pure Cu and Ag/Cu alloy nanoparticles as potential sensor components for optical fiber sensing
Marcelo Victor Cunha do Amaral
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Agora você poderia compartilhar comigo suas dúvidas, observações e parabenizações
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Synthesis and characterization of pure copper and silver-copper alloy nanoparticles, Discussion about the quality of the produced nanoparticles regarding the synthetic route , the importance of the stabilizing agent during synthesis and the possible usage of those nanoparticles as sensor components in optical sensing.
Euzane Gomes da Rocha
Olá, Marcelo Amaral gostei do seu trabalho creio que a LSPR é uma assunto muito importante e relevante. Eu tenho uma pergunta (curiosidade) sobre seu trabalho: de acordo com sua pesquisa, para as nanopartículas de Ag/Cu o que está provocando este deslocamanto no máximo da banda em função do tempo? Seria o aumento e/ou agregação das nanopartículas formadas? Você determinou o tamanho das mesmas?
Desde já agradeço :)
Shirley Nakagaki Bastos
Parabéns Marcelo pelo trabalho e pela boa apresentação. A SBQ tem muito orgulho do trabalho feito por seus associados estudantes! Continue assim!
Embora ainda no início o seu trabalho já está muito interessante. Fiquei curiosa por saber o que o levou a escolha dos metais apresentados (cobre e prata).
Além disso pergunto se você já iniciou alguma análise morfológica das suas nanopartículas.
Tenho somente uma observação a fazer na sua apresentação: a absorbância é adimensional, logo não é necessário colocar no eixo Y dos seus espectros (u.a.).
Parabéns
Shirley
Marcelo Victor Cunha do Amaral
Boa Tarde! Muito obrigado pelo carinho e pelo prestigio! Fico bem feliz que tenha gostado da apresentação e não deixo de usar a oportunidade de agradecer a SBQ por abrir portas pra nós estudantes!
Sobre a escolha dos metais, grande parte dos trabalhos nessa área utiliza o Ouro, que em comparação com os outros metais nobres que apresentam LSPR, apresenta melhor estabilidade e apresenta a banda de absorção para o LSPR também na região do visível, entretanto, os precursores do Ouro são caros, e ainda não existem tantos trabalhos que utilizem outros metais com o intuito que nós temos, então, eu pensei em utilizar o cobre, que é bem mais barato, e tem a banda de LSPR em uma região similar a do Ouro, e fiz diversos testes com cobre, porém, o cobre, quando nanoparticulado, não apresenta boa estabilidade, pelo menos em água, ele sofre oxidação para Cu(II) mt rapidamente na presença de oxigênio o que gera a necessidade de armazenamento e tratamento sob atmosfera inerte e isso impediria a montagem dos sensores nas circunstâncias que gostaríamos. Sobre a prata pura, ela apresenta o problema da banda LSPR estar muito próxima da região do ruído do espectrofotômetro que utilizamos para avaliar as fibras montadas. Então pensei, será que se eu tentar utilizar uma liga desses metais eu consigo deslocar essa banda de absorção para uma região mais interessante e ao mesmo tempo aumentar a estabilidade e a vida útil dessas nanopartículas? Então consultei a literatura e encontrei alguns trabalhos sobre nanopartículas mistas, e com algumas modificações decidi aplicar, e até então os resultados foram bem interessantes, mas infelizmente ocorreu a pandemia e não pude dar continuidade na época, que no caso seria a avaliação morfológica das partículas e a utilização de outros estabilizantes.
Agradeço pela observação, vou atentar a esse detalhe nos próximos gráficos que eu for plotar. Espero que eu tenha respondido a sua pergunta com clareza, se a Srª tiver outra duvida ou observação por favor entre em contato! Novamente agradeço pelo carinho!
Marcelo.
Shirley Nakagaki Bastos
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Marcelo Victor Cunha do Amaral
Boa Tarde! Muito obrigado por assistir minha apresentação!
Creio que o que provoca o deslocamento do máximo da banda é a agregação das partículas formadas, o agente estabilizante que escolhemos para essa síntese (Ácido Ascórbico) não é tão eficiente quanto alguns polímeros ( PVP, Polivinilpirrolidona, por exemplo). Entretanto, nós tínhamos o ácido em excesso e ele é um reagente relativamente barato, então decidimos realizar esse teste antes que o PVP chegasse, e ai, posteriormente testaríamos o mesmo procedimento com o PVP, porém ocorreu a pandemia e não pude dar continuidade ao trabalho por hora, mas imagino que esse deslocamento seria bem menor. Ainda não tinha determinado o tamanho delas, iria começar os testes com PVP, reproduzir esse teste com ácido ascórbico e levar algumas amostrar de ambos no DLS e no MEV para avaliar a distribuição de tamanhos e a morfologia, em teoria, estes eram os próximos passos do trabalho!
Qualquer outra dúvida, curiosidade ou observação, é só entrar em contato! Muito obrigado pela oportunidade e pela curiosidade pelo meu trabalho! :D
Euzane Gomes da Rocha
Primeiramente, obrigada por responder e esclarescer as curiosidades. Realmente a pandemia tem afetado muito nossos trabalhos, compreendo. Espero que você consiga prosseguir o seu trabalho :)