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Microscale paper-based optoelectronic nose for identification of indoor air pollution caused by 3D printer thermoplastic filaments
João Flávio da Silveira Petruci
Universidade Federal de Uberlândia
Now you could share with me your questions, observations and congratulations
Create a topicFDM 3D printers release over 200 toxic VOCs in 1 hour of printing; Our optoelectronic nose is able to detect the released compound and classify five different filaments within 20 min by HCA and PCA
Maria Célia Tavares
Olá! Parabéns pelo trabalho!
Gostaria de saber se em algum dos sistemas empregado você observou "descoloração" após algum tempo. Se sim, qual estratégia empregou para conseguir um sistema com maior estabilidade em um determinado intervalo de tempo?
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João Flávio da Silveira Petruci
Olá Maria Célia, obrigado pela pergunta.
Nós avaliamos se entre os corantes que utilizamos poderia haver esse efeito de descoloramento que vc citou. Para isso, medimos a intensidade RGB por até 2horas após a impregnação no papel e não verificamos variação maior que 2%, o que indica que o efeito de descoloramento é pequeno. Isso em temperatura ambiente.
Avaliamos também o efeito da degradação dos corantes no sistema de impressão 3D, já que os corantes foram colocados próximos a extrusora e a temperatura dela pode chegar até a 250C. Para minimizar o potencial efeito da degradação térmica, o calculo do sinal analitico de cada mudança de cor foi calculado como ((RGBdepois-RGBantes) - RGBmedio do branco). Dessa forma, minimizamos os efeitos que a degradação poderia causar na resposta do arranjo de sensores.
Acredito que o essencial seja vc conhecer o sistema em que está estudando e quantificar a estabilidade dos corantes em função do tempo...dai vc conseguirá pensar melhor em estratégias para contornar o problema, tais como preparo e uso imediato, troca de corantes, etc.
Qquer outra duvida é só pergutnar
Joao
Maria Célia Tavares
Bastante esclarecedor. Muito obrigada!