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Influence of the solvent on the preparation of DB18C4 crown ether
Rodolpho Alessandro Nesta Silva
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
Now you could share with me your questions, observations and congratulations
Create a topicThe synthesis through two distinct routes of the crown ether Dibenzo-18-crown-4 was investigated and the best one leaded with success into a compound with higher yield and purity degree.
Carlos Vinícius Pinto dos Santos
Olá Rodolfo, parabéns pelo trabalho. Tenho algumas perguntas e considerações a fazer: 1) Você fez a reação com butanol a t.a.? Uma reação a 120ºC ter mais subprodutos do que outra a t.a. pode ser mais do que efeitos de solvatação. 2) Tentou fazer a reação com DMSO a quente (qualquer temperatura próxima de 100ºC)? 3) Você realmente esperaria que o butanol (pKa ~17) fosse desprotonado em um meio com catecol (pka1 9-10, pka2 12-13)? 4) Você chegou a verificar quais os produtos secundários na reação com butanol? Se sim, viu formação de 1,5-dibutóxipentano? 5) Sobre seu esquema de intermediários, mesmo que sejam 4 entes ao mesmo tempo no ETCVR, espera que o solvente ou a temperatura seja determinante? Abraço
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Rodolpho Alessandro Nesta Silva
Carlos, bom dia! Primeiramente muito obrigado pelo interesse em meu trabalho e pelas considerações realizadas.
Carlos, a respeito das suas questões, vou respondê-las por tópicos:
1) Sim tentei realizar a reação a temperatura ambiente utilizando n-butanol, porém não foram observados sinais da presença do produto de interesse, quando a análise foi realizada via plaquinha de TLC.
2) A respeito da utilização de temperaturas elevadas na síntese tendo como solvente o dmso, foi realizada apenas uma tentativa a 50 °C, obtendo-se resultados parecidos.
3) A respeito ou não da desprotonação do solvente n-butanol quando na presença de catecol, apesar dos valores de pKa dos compostos, a reação se procede com excesso de NaOH, podendo então haver espécies NaOH disponíveis para a reação com o n-butanol.
4) Infelizmente nao consegui acompanhar as reações e também analisar os subprodutos obtidos, pois a central analítica do Instituto encontra-se fechada em razão da pandemia do covid-19. Quando o seu funcionamento retornar a normalidade irei realizar outras análises para a identificação dos subprodutos.
5) Apesar de outros fatores não discutidos na apresentação, podemos esperar sim uma contribuição da temperatura para a síntese, embora reações feitas em dmso a 50 °C mostraram resultados parecidos, embora levemente melhores, do que a temperatura ambiente. Já a respeito do solvente, quando nos baseamos em um mecanismo do tipo SN2, temos uma clara influencia nos rendimentos de síntese, devido as probabilidades de interação entre o solvente e o nucleófilo. Para efeito de comparação, mesmo a 120 °C em n-butanol, a síntese apresentou rendimento insignificante do produto desejado, e a temperatura ambiente e dmso como solvente, foram obtidos valores de 80% de rendimento.
Novamente, muito obrigado pelo interesse em meu trabalho e espero ter respondido aos seus questionamentos.