Application of computational tools in metabolomics of stingless bee honey

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  • Presentation type: Exposição de Pôster
  • Track: Produtos Naturais - QPN
  • Keywords: Stingless bee honey; chemoinformatics; Mass Spectrometry; GNPS; Metabolomics;
  • 1 Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) - Universidade de São Paulo/ Departamento de Ciências BioMoleculares (DCBm)
  • 2 Universidade de São Paulo
  • 3 Heborá

Application of computational tools in metabolomics of stingless bee honey

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) - Universidade de São Paulo/ Departamento de Ciências BioMoleculares (DCBm)

Abstract

This metabolomic study increased the chemodiversity in stingless bee honeys and opened perspectives to knowledge of potential bioactive compounds and chemical interactions among bees and environment.

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Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, que bom que gostou! Muito obrigado!

O NAP utiliza fragmentações in silico para propagar anotações em famílias moleculares organizadas a partir do GNPS. Assim, é necessário que, primeiramente, você faça a análise no Molecular Networking clássico ou FBMN do GNPS. Depois, quando você utilizar o NAP, poderá ver novos metabólitos anotados nos nodos que não mostraram matches com as bibliotecas do GNPS. Cada anotação do NAP irá apresentar um ranqueamento de possíveis estruturas, é muito interessante.

Segue o link com o todos os passos para analisar no NAP: https://ccms-ucsd.github.io/GNPSDocumentation/nap/

Espero ter ajudado.

 

Márcia Matos da Silva

Excelente seu trabalho! Uma dúvidas seus experimentos são DDA OU DIA? Muito obrigada ^-^

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, Márcia, muito obrigado! 

O GNPS só aceita o DDA. Para isso, o método de aquisição dos espectros de MS/MS deve ser devidamente configurado nas análises por LC-MS. Cada software apresenta opções específicas para isso. Nesse caso, uma análise metabolômica untarget, utilizei o modo Auto MS/MS, sendo realizada a fragmentação com CID dos íons mais intensos no TIC do MS.

Porém, se o seu estudo é target, por exemplo, você pode selecionar e obter o espectro de MS/MS apenas dos íons de interesse.

 

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, obrigado!

Não pesquisei intensamente sobre a presença desses metabólitos em insetos, ainda. As esfingosinas estão amplamente distribuídas em animais, vegetais, sendo também encontradas em fungos. São moléculas base para constituição de membranas celulares e estão envolvidas em diversos processos de sinalização metabólica.

Abraço.

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, muito obrigado, Hygor!

Inicialmente, converti os arquivos das análises por LC-MS/MS em ".mzXML" com o software ProteoWizard MS Convert. Depois, realizei todo o processamento dos dados dos arquivos mzXML no software MZmine. Não mencionei na apresentação porque tive receio de ultrapassar os 5 min. Este processamento incluiu parâmetros para detecção dos íons nos espectros de MS e MS/MS, bem como detecção dos sinais no TIC, alinhamento dos picos, deconvolução e agrupamento de isótopos. Após o processamento, os dados foram submetidos ao FBMN na plataforma GNPS. 

O manual do MZmine apresenta as instruções e funções de cada módulo de processamento.

A seção "Documentation" do GNPS traz muitos tutoriais. Segue um link com todos os passos para processamento no MZmine e análise no FBMN: https://ccms-ucsd.github.io/GNPSDocumentation/featurebasedmolecularnetworking-with-mzmine2/

Abraço.

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, Fernanda, muito obrigado!

O GNPS é muito importante. Ele acelera o processo de anotação, sendo fundamental quando temos que analisar conjuntos amostrais grandes.

Sim, cada cor nos nodos refere-se a uma amostra de mel diferente. O slide deveria conter essa legenda, mas achei melhor não colocar, por questão estética, acredito que ficaria muita informação. 

Adicionalmente, cada nodo exibe, na forma de gráfico de pizza, a intensidade do íon no TIC de cada amostra. Assim, a cor predominante em cada nodo indica a amostra que a apresenta maior intensidade do íon em questão.

Espero ter esclarecido duas dúvidas e estou à disposição.

Obrigado.

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Oi, Fausto, obrigado!

Três flavonas foram anotadas pelo GNPS. As demais pelo NAP. Foi meu primeiro experimento utilizando fragmentações in silico para as anotações, achei fantástico o fato do NAP mostrar a metoxila em posição orto à hidroxila nas flavonas que exibiram íons m/z [M-H-16]- em seus espectros de MS/MS.

Author

Luís Guilherme Pereira Feitosa

Olá, Vinícius, obrigado!

 

O NAP mostra vários metabólitos possíveis para um mesmo nodo. Eu utilizo a primeira estrutura do ranqueamento para a anotação. No entanto, há outras considerações para a confirmação da anotação de uma estrutura, como a ocorrência de um padrão de substituição nos congêneres da família molecular. Esta informação pode ser obtida a partir do reconhecimento de padrões de fragmentação dos congêneres previamente anotados pelo GNPS, por exemplo. É fundamental também que façamos um pesquisa detalhada dos metabólitos já descritos na espécie, gênero, tribo e família do organismo em estudo, o que ajuda muito na triagem de possíveis estruturas.  

 

Boa sorte com sua pesquisa!

Abraço.