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Simulação Realística em Emergências Cardiovasculares

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INTRODUÇÃO: Em 2010, a Diretoria de Enfermagem da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM)-unidades Afiliadas, iniciou um programa de treinamento em emergências cardiovasculares para enfermagem, coordenado por uma enfermeira instrutora da American Heart Association(AHA)(1). Em janeiro de 2016, inaugurou o Centro de Treinamento e Simulação(CTS)(2), para manter os treinamentos que eram "in locu?, num local exclusivo e com estrutura para os cenários de simulação realística, com manequins de alta fidelidade, inovando o conhecimento numa Instituição 100% SUS. OBJETIVO: Analisar o impacto da capacitação multiprofissional em emergências cardiovasculares com a simulação realística. MÉTODO: Estudo retrospectivo, quantitativo, com abordagem teórico-prática, realizada no CTS situado no Hospital Geral de Pedreira-SP, através dos cursos de emergências cardiovasculares ministrados para médicos, enfermagem, fisioterapia e leigos. RESULTADO: de 2010 a 2016, foram capacitados cerca de 16 mil profissionais, a média/ano foi de 2500. De 2010 a 2012, foram abordados 3 temas: atendimento em parada cardio-respiratória adulto(PCR adulto), pediátrico(PCR Ped) e arritmias(ECG). De 2013 a 2016, médicos e fisioterapeutas tiveram interesse em participar dos cursos. Além da necessidade em aprimorar as condutas frente a essas emergências, surgiram novos temas: manejo das vias aéreas (VA); atendimento nas Síndromes Coronárias (SCA); Protocolos de Prevenção de Tromboembolismo Venoso (TEV); Primeiros Socorros para leigos (SBV) e Padronização dos carros de emergências. Em 2016, no CTS foram capacitados 391 profissionais em PCR adulto; 165 em PCR Ped; 149 em ECG; 72 em VA; e 44 em SBV, totalizando 821 profissionais. CONCLUSÃO: A simulação realística favorece o êxito no atendimento da equipe, pois os recursos utilizados propiciam o alinhamento das condutas. BIBLIOGRAFIA: 1. Guidelines 2015, SBV e SAVC da AHA. 2. Barreto DG, Silva KGN, Moreira SSCR, Silva TS, Magro MCS. Simulação realística como estratégia de ensino para o curso de graduação em enfermagem: revisão integrativa. Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v. 28, n. 2, p. 208-14, maio/ago. 2014.