Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!O Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD) é uma unidade de saúde pública destinada ao tratamento de pacientes com transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas credenciada junto ao SUS como CAPS AD III Qualificado 24 horas. Em 2017 o CRATOD percebeu um aumento nos episódios de violência dos usuários. A clínica de Álcool e Drogas tem íntima relação com a clínica da impulsividade, com a clínica da transgressão e da vulnerabilidade. Ainda mais na área de abrangência do CRATOD, que engloba a cena aberta de uso conhecida como "cracolândia" local que mistura dependência química, tráfico de drogas, violência, entre outros fatores de grande vulnerabilidade social. Assim, os costumes da rua são frequentemente transportados para dentro do serviço. Com objetivo de mensurar essa violência e agilizar os atendimentos a esses episódios, protegendo a equipe, o serviço e o usuário, implementou-se um time de resposta rápida para violência na Unidade - "Código Amarelo".O número de acionamentos vem diminuindo gradualmente (Gráfico 1). Duas possíveis explicações para essa queda são as ações de psicoeducação para um ambiente livre de violência, e a capacitação da equipe no uso das técnicas de manejo e comunicação não violenta, que vem melhorando, não sendo mais necessário acionar o código amarelo. Entre agosto de 2017 até novembro de 2018 foram 38 acionamentos (gráfico 2), dos quais 27 ocorreram na triagem, 5 na Observação e 6 no CAPS evidenciando que o maior número de ocorrências é na chegada, e que ações de melhoria do acolhimento podem ser benéficas.Depois de dezembro não se observou mais o uso inadequado da campainha. 288 dos 348 colaboradores do CRATOD foram capacitados em relação ao uso do protocolo e comunicação não violenta nesse período. Espera-se que esse mecanismo leve a um índice próximo de zero de violência na Unidade e aprimore o modelo de atuação frente a episódios de violência. Referências?Mercy JA, Rosenberg ML, Powell KE, Broome CV, Roper WL. Public health policy for preventing violence. Health Aff (Millwood). 1993;12(4):7-29.?World Health Or
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