SIMULAÇÃO IN SITU NO ATENDIMENTO AO CÓDIGO AMARELO E CÓDIGO AZUL: Relato de experiência

Vol. 1, 2019. - 118996
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Resumo

Introdução: O atendimento ao paciente em parada cardiorrespiratória (PCR) é uma situação crítica de alto grau de complexidade. Por isso, a detecção precoce dos sinais de deterioração clínica do paciente em unidades não críticas, possibilita a terapêutica precoce. Na ocorrência da PCR é fundamental o reconhecimento imediato e acionamento do sistema de resposta de emergência, denominado código azul. A prática precoce da ressuscitação cardiopulmonar seguida de manobras de suporte avançado de vida, são as medidas que aumentam as chances de recuperação e sobrevida, diminuindo os riscos para o paciente e equipe. Sabemos que a educação continuada é um processo dinâmico de ensino-aprendizagem e precisa ser considerada como parte da qualificação dos funcionários. Objetivo: Demonstrar as oportunidades de aprendizado e desenvolvimento com a simulação in situ envolvendo a equipe multiprofissional para discussões em busca das boas práticas. Resultados: Aumento na assertividade de reconhecimento e acionamentos do código amarelo com consequente diminuição de acionamentos do código azul em áreas não críticas. Discussão: Trata-se de um relato de experiência de três hospitais privados, de grande porte, na cidade de São Paulo na realização de simulados in situ para o time de resposta rápida (TRR). Conclusão: Para um atendimento rápido, efetivo e sistematizado pela equipe de saúde, é importante que a equipe de enfermagem seja treinada e validada com situações próximas à realidade. Nesse contexto o ensino e o aprendizado por meio das simulações in situ é um marco de grande evolução para a qualidade da assistência. Bibliografia: Quilici, A.P; Abrão, K. C.; Timerman, S. T.; et al. Simulação Clínica: do conceito à aplicabilidade. São Paulo: Editora Atheneu, 2012.

Instituições
  • 1 Hospital São Camilo
Eixo Temático
  • Educação em Saúde