Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Em virtude do expressivo aumento de casos de afastamentos por razões de ordem emocional e comportamental nos últimos anos, o bem-estar psicológico dos funcionários passou a ser assunto relevante nas empresas. De acordo com o Boletim Quadrimestral sobre benefícios por incapacidade, no período de 2012 a 2016, no "Brasil, os transtornos mentais e comportamentais foram a terceira causa de incapacidade para o trabalho, considerando a concessão de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez?. Entender essas enfermidades, crescentes em incidência no Brasil e no mundo, tornou-se importante para conscientização e prevenção da saúde mental no trabalho. Impactados pelo número de atestados com curtos e longos períodos de afastamento, decidimos pelo desenvolvimento deste tema, com o objetivo de avaliar os afastamentos ocorridos nos últimos quatro anos, um Hospital Privado de São Paulo, e verificar de que maneira a empresa poderia contribuir para diminuir o número de licenciados por causas psicológicas. Para isto, fizemos um levantamento do número de funcionários afastados por transtornos mentais no período de Janeiro de 2014 a Dezembro de 2017. Por meio dos prontuários clínicos individuais, foram computados os motivos dos afastamentos junto ao setor de Medicina do Trabalho e com isso, observou-se que no período de quatro anos houve uma média de 13,9% de afastamentos por transtornos mentais. Embora com ações voltadas para promoção da saúde e prevenção de doenças, não houve redução significativa dos afastamentos por transtornos mentais. Com base na literatura e nos dados apurados verificou-se que o tempo de afastamento por transtornos mentais é maior em relação aos de causas físicas, pois além do tratamento ser duradouro, denota-se que o estigma social, associado a protelação do tratamento adequado, intensifica o quadro clínico. Considerando estas dificuldades, acreditamos que medidas preventivas, como a inserção do Psicólogo Organizacional para os funcionários, a avaliação periódica da saúde mental do trabalhador e melhor controle dos segurados na adesão ao tratamento indicado, poderiam atenuar os números de afastamentos por transtornos mentais. Fonte: Ministério da Previdência Social.
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