Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!Introdução. As reuniões de análises críticas (RACs) ocorrem com o objetivo de captar fragilidades dos processos através da análise de indicadores, sendo necessário para alertar o gestor sobre eventuais erros de processos e de estratégias. O monitoramento desses indicadores deve ser feito de forma regular e, para que as RACs sejam eficazes, devem contemplar todos os eventuais gargalos que concatenados podem gerar um prejuízo as instituições. Objetivo. Formular um novo modelo de Reunião de Análise Crítica, que proporcione meios mais eficientes para o processo decisório e acompanhamento dos planos de ações gerados. Metodologia. Analisou-se o comportamento histórico, do período de 2015 a 2017, dos indicadores atualmente utilizados na Reunião de Análise Crítica por cada instituto. Realizou-se reuniões com os stakeholders das áreas estratégicas, e estudou-se a viabilidade das soluções possíveis de serem implementadas. Resultado. O modelo proposto divide a discussão dos indicadores mínimos da RAC em dois tempos principais: análise financeira e análise dos indicadores base de cada instituto, nessa ordem. Para otimizar a análise dos indicadores financeiros, propomos que a RAC avalie inicialmente o resumo financeiro que deve conter o resultado operacional, o faturamento, o recebimento e as despesas fundacionais. Os indicadores base selecionados para cada instituto, tais como: mortalidade institucional; média de permanência; e taxa de bloqueio de leito, foram considerados os que apresentaram maior sensibilidade na análise (acima de 10% de variação no período avaliado), além de identificado outros indicadores que são considerados mais representativos, de acordo com o perfil de atendimento. Conclusão. O modelo proposto define que as RACs devem dedicar quase que 50% do seu tempo para o acompanhamento dos planos de ações gerados na RAC anterior e para realizar novos planos de ações com base nas discussões gerada na análise crítica dos indicadores mínimos e seus derivados.
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