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Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!IntroduçãoA longa espera pelo atendimento no Serviço de Emergência, associada à queixa de dor, aumenta o sofrimento do paciente. O uso de Protocolo de Dor por enfermeiros na Triagem é uma das medidas para atender esta necessidade (1,2).ObjetivoAvaliar a implementação de um Protocolo de Dor em Pronto Atendimento.Material e MétodoCoorte Prospectivo, realizado em Pronto Atendimento de hospital privado em São Paulo, amostra de 185 pacientes, acima de 18 anos, classificados na Triagem como urgência relativa e com dor (escala numérica). Amostra foi dividida em: quem aceitou (GA) e quem não aceitou (GNA) o Protocolo de Dor (PD). Aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa, nº 795.238. Todos participantes aceitaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.ResultadoPara 185 pacientes os resultados predominantes foram: prevalência do sexo feminino (54,6%), idade entre 31 e 40 anos (41,1%), escolaridade nível superior (76,8%). A aceitação do PD ocorreu em 30% dos pacientes e 70% não o aceitaram. Comparando os dois grupos GA e GNA, os que apresentaram os maiores níveis de dor foram os mesmos que aceitaram o PD (p=0.0001). Um grupo de 158 pacientes necessitaram permanecer em observação e 18 desses não necessitaram analgésicos, ressaltando que foram os que aceitaram o PD, e também tiveram melhora da dor em relação ao GNA (p=0.01). Houve diferença significativa na quantidade de analgésicos prescritos durante o período de observação, onde o GA tomou menos analgésicos em relação ao GNA (p=0,01). Na alta, o GA apresentou redução significativa da dor comparado ao GNA (p=0.02).ConclusãoHouve diferença estatística na redução da dor em quem aceitou o protocolo, demonstrando eficácia após sua implementação.O gerenciamento da dor por enfermeiros é relevante na qualidade do serviço de emergência.Referências1. ParnassAJ, GreenbaumNR, GlickMA, HalpernP. Painmanagement framework in theemergencydepartment: patternsin 40 emergencydepartmentsworldwide. EurJ EmergMed. 2016;23:311-14. doi: http://dx.doi.org/10.1097/MEJ00000000000002992. Athlin AM, Carlsson M, Gunningberg L. To receive or not to receive analgesics in the emergency department: the importance of the pain intensity assessment and initial nursing assessment. Pain Manag Nurs. 2015 Oct;16(5): 743-50
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