Este trabalho foi publicado pelo Galoá e tem um DOI depositado. Para citar este trabalho, use um dos padrões abaixo:
Caso você seja um dos co-autores e queira cadastrar esse trabalho no seu Currículo Lattes, use o seguinte código: doi > 10.17648/qualihosp-2019-112392
Se você NUNCA registrou um DOI no seu Lattes, veja nosso tutorial!A assistência prestada ao paciente com dependência química em crise necessita de padronização, uma vez que há uma variedade de apresentações clínicas e psiquiátricas relacionadas ao uso de drogas. Em 2013 os gestores de um serviço de atendimento de portas abertas para usuários de substancias desenvolveram um protocolo de classificação de risco. O protocolo auxilia os profissionais na avaliação de pacientes e tomada de decisão, levando em consideração a gravidade de cada caso. Esse protocolo tem como base o Protocolo de Manchester e foi adaptado para realizar a classificação dos pacientes baseando-se nos sinais e sintomas clínicos e psiquiátricos, proporcionando assim uma assistência mais humanizada, segura e de qualidade. Com a aplicação do protocolo no primeiro momento de atendimento, Emergências Psiquiátricas e Clínicas recebem uma etiqueta vermelha, urgências Psiquiátricas e Clínicas recebem uma etiqueta amarela e as não urgências são identificadas com a etiqueta verde, e essa classificação é utilizada como critério de priorização de atendimento de acordo com o risco de cada paciente. Para a implantação segura e sucesso na adesão ao novo protocolo, foi realizada uma capacitação em emergências clínicas e psiquiátricas de toda equipe do serviço, com foco principal em capacitar o enfermeiro que é o responsável pelo primeiro atendimento do usuário e aplicação do protocolo de classificação. Objetivo: Sistematizar o serviço de triagem de um serviço de emergência para dependência química com a classificação de risco psiquiátricos e clínicos. Método: Trata-se de um relato experiência, no qual o protocolo de classificação de risco e os treinamentos introduzidos foram os principais instrumentos para monitorar e melhorar a qualidade do serviço. Resultado: A partir da introdução do protocolo de classificação de risco, podemos monitorar a triagem de forma mais eficiente, garantindo a assistência focada na segurança, na prioridade aos casos emergenciais e na redução de atos violentos durante a espera do atendimento. Conclusão: Com uma abordagem sistematizada e humanizada os pacientes podem ser acolhidos e atendidos de forma adequada e equânime, tornando o ambiente mais tranquilo e seguro. Mendes MF, Bastos FMN, Tavares AJP. Eficácia do Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco em Emergência Psiquiátrica.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo