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Resumo

Introdução: Na última década, o conhecimento sobre a etiopatogenia da alergia alimentar e intolerância apresentou avanço importante. Estima-se que no Brasil a alergia alimentar acometa de 6 e 8% das crianças menores de 3 anos e de 2 a 3 % da população adulta. Os principais alérgenos são: leite de vaca, ovo, soja, sementes, peixes, amendoim, castanhas, crustáceos e trigo. Torna-se um desafio sistematizar e garantir as refeições destes pacientes em um ambiente hospitalar. Objetivo: Desenvolver uma ferramenta de sinalização para minimizar as falhas recorrentes na montagem e distribuição das dietas para pacientes com alergia ou intolerância alimentar. Metodologia: Estudo descritivo, retrospectivo, realizado em um hospital privado especializado em cardiologia, em São Paulo (SP), em agosto de 2018. Resultados: Foram discutidas as falhas na distribuição de refeições em pacientes com alergia ou intolerância alimentar com nutricionistas e equipe de enfermagem. Realizado Brainstorming, em que foi levantada a implantação da Pulseira Azul para identificação dos pacientes com ALERGIAS (alimentares e medicamentos). Desta forma, optou-se pela confecção de uma etiqueta adesiva de cor azul sinalizando alergia alimentar. A etiqueta azul de alergia alimentar é afixada na etiqueta de identificação de todas as refeições e em todos os mapas das nutricionistas e copeiras. Conclusão: A implantação do novo método proporcionou alerta, integração e conscientização da equipe multiprofissional quanto à relevância do tema e melhoria contínua na segurança do paciente e processos assistenciais.

Instituições
  • 1 Hospital do Coração
Eixo Temático
  • Avaliação e Qualidade do Cuidado